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SESP de MT emite nota sobre mortes de chiquitanos na fronteira e diz que ainda não recebeu nenhuma denúncia formal do governo boliviano

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A secretaria estadual segurança (Sesp-MT) ainda não recebeu denúncia formal de autoridades bolivianas sobre o assassinato de quatro indios chiquitanos em um confronto com o Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia.

O fato aconteceu no dia 11 de agosto e o prefeito de San Matías, na Bolívia, Fábio Alcaide Lopez promete acionar o Itamaraty para pedir indenização pelas mortes. As quatro vítimas não tinham passagem e, conforme o prefeito, estavam apenas caçando.

Porém, na época o Gefron relatou em boletim de ocorrência que o grupo era formado por traficantes e que os policiais apenas tinham reagido a um ataque na região da BR-070, em Cáceres (219 km de Cuiabá).  Morreram no confronto Arcindo Sumbre García, Paulo Pedraza Chore, Yonas Pedraza Tosube e Ezequiel Pedraza Tosube Lopez.

A Sesp “ainda não recebeu denúncia formal de autoridades bolivianas em relação à abordagem realizada pelo Gefron. No entanto, se coloca à disposição das autoridades da Bolívia para tratar o assunto com a seriedade que o caso requer”, diz a nota da secretaria.

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De acordo com o Gefron, a atuação policial foi resultado de denúncia recebida pelo Núcleo de Inteligência, segundo a qual, haveria indivíduos armados estariam transportando drogas na região da BR-070, já em território brasileiro.

O prefeito de San Matías destacou que a ação da polícia brasileira foi uma injustiça. Segundo ele, quando foram cercados pelos policiais, baleados e mortos, já estavam retornando de uma caçada perto da cidade boliviana de San Matías, levando para casa inclusive carnes já secas de porcos do mato nas mochilas.

No entanto, conforme a nota da Sesp, durante o patrulhamento rural a equipe encontrou vários suspeitos em região de mata e armados, sendo três revólveres e uma pistola.

O boletim de ocorrência descreve que os suspeitos desobedeceram a ordem policial e atiraram contra os agentes, que reagiram no mesmo nível de força.

“Após o confronto, o Gefron localizou quatro homens feridos e armados, e visualizou aproximadamente nove pessoas retornando em direção a Bolívia, carregando nos ombros sacos conhecidos como sendo os utilizados por mulas para transporte de entorpecentes”.

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A nota destaca também que foi prestado socorro médico aos feridos e os homens encaminhados ao Hospital Regional de Cáceres. Contudo, eles não resistiram e morreram.

O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Fronteira (Defron) e a Sesp aguarda resultado do inquérito para providências.

Otavio Ventureli(com ascom)

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Polícia investiga morte de empresário paulista assassinado em Mato Grosso cujo corpo foi encontrado em terreno baldio com várias facadas

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A Polícia Civil da cidade Feliz Natal, municipio de  Mato Grosso,  trabalha como principal a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte) o assassinato do empresário paulista, Wagner Delfino, de 43 anos. O corpo foi encontrado em um terreno baldio, na noite deste domingo (20).

O empresário, que atuava no ramo de compra e venda de terrenos, morava na cidade de Sorocaba (SP) e viajou de carro com dois amigos para Feliz Natal para fazer negócios. Quem matou Wagner Delfino também roubou o carro dele.

Segundo populares que encontraram o corpo de Wagner, por volta das 20h30, em um terreno atrás de uma mecânica, ele apresentava sinais de várias facadas.

De início, ninguém conseguiu reconhecer a vítima, mas, enquanto a ocorrência estava em andamento, dois homens chegaram em um táxi e constataram que se tratava de Wagner, amigo deles.

Na tarde deste  domingo(20), segundo seus amigos de Sorocaba, o empresário saiu para ir ao Rio Arraia e lá conheceu uma mulher de 45 anos e a filha dela, de 13. As duas fizeram vários vídeos no carro da vítima.

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Eles foram vistos juntos, no final da tarde, no hotel em que o grupo estava hospedado e, depois disso, sumiu e não atendeu mais ao telefone.

Com a ajuda de um taxista, os amigos foram até a casa da testemunha e a encontraram chorando muito, dizendo que “haviam feito mal ao Wagner”.

Aos policiais, ela disse que foi deixada no Bar do Maranhão e que, em seguida, Wagner sumiu. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil.  Um homem com apelido de “Cuiabano” seria o suspeito.

O carro do de Wagner ainda não foi localizado.

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