Momento +

Secretário de meio ambiente com covid 19 no Albert Einstein tem apresentado melhora e cunhada desmente que ele teria sido entubado

Publicados

em

O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano DE CUIABÀ, Juares Samaniego(foto), tem apresentado melhoras no quadro, usando reforço de oxigênio por meio de uma máscara e estaria sedado nessa quinta (6).

Segundo a cunhada Adriana Imbriani, não procede a notícia de que ele teria sido entubado e o secretário segue reagindo bem ao tratamento no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

A maior dificuldade enfrentada pelo secretário, diagnosticado com Covid-19, de acordo com a cunhada é quanto à ansiedade por estar hospitalizado.

“Ele é uma pessoa com a vida agitada, o cotidiano de entre prefeitura e CREA demanda muito e agora depara com repouso. Mas o quadro dele é estável, os exames vêm melhorando os resultados. Está usando uma máscara de fisioterapia pulmonar e foi sedado por estar muito agitado, é uma medida para descansar”, disse Adriana.

Juares está internado no Hospital Israelita Albert Einstein desde segunda (3), quando foi transferido de Cuiabá para São Paulo. Diagnosticado com Covid-19, chegou a ter 50% dos pulmões comprometidos, fez terapia pulmonar para recuperar a capacidade respiratória.

Leia Também:  Passageira sobrevivente que viajava no ônibus da Itamaraty que se chocou com carreta na BR 163 faz sérias denúncias contra a Empresa. E, agora?

A família do secretário tem tratado o assunto com discrição, evitando divulgar boletim médico. Procurada, a assessoria da Prefeitura de Cuiabá afirma que não está autorizada a repassar informações sobre o estado de saúde dele.

Ele tem 55 anos, é casado e pai de três filhos. Além de secretário, atuou também como presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea-MT).

 

Otavio Ventureli(da redação)

Momento +

Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

Publicados

em

Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

Leia Também:  Miguel Vaz anuncia que PSF de Itambiquara será reativado com reforma e ampliação da Unidade de saúde no valor de R$ 150 mil

Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

Leia Também:  Mato Grosso encerra o primeiro quadrimestre de 2022 com recordes em relação à exportações com superávit em torno de US$ 8 bilhões

Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA