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Sem acordo e previsão para terminar greve dos correios completa nesta sexta-feira(11) 25 dias com adesão de 80% segundo o Sindicato da categoria

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A greve dos trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) ou simplesmente Correios completa,  nesta sexta-feira (11), 25 dias.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores nos Correios em Mato Grosso (Sintect-MT), o movimento grevista tem a adesão de cerca de 80% da categoria, tanto do setor operacional quanto do administrativo. Ainda não há data de julgamento do dissidio no Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Com as atividades paralisadas desde 18 de agosto passado, eles realizam, ontem (10), uma ação de doação de sangue, em todo o Estado. Em Cuiabá, a doação foi feita no banco de sangue público, o Hemocentro MT, que atende unidades de saúde em todos os municípios mato-grossenses. O ato é uma iniciativa do Sintect MT. Além de ser uma forma de mobilização diante da greve, a ação foi também uma forma de auxiliar na reposição de sangue do banco.

Uma das principais reivindicações é a volta do acordo coletivo cuja vigência deveria cobrir até o ano de 2021. Os trabalhadores buscam negociar com a diretoria da empresa os 70 direitos retirados do acordo coletivo, que trata dentre outros, sobre licença-maternidade, auxílio-creche, auxílio-alimentação. A última tentativa foi mediada pelo TST.

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Segundo informações do Sintect-MT, o vice-presidente do TST, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, propôs que fosse estendido  por mais um ano o acordo coletivo de trabalho (ACT), mantendo os atuais direitos dos trabalhadores, e que os mesmos abrissem mão de reposição salarial de 5%, este ano.

“O representante dos trabalhadores disse que a proposta provavelmente seria aceita pelos trabalhadores, mas a decisão final seria tomada em assembleia geral em todos os estados. A direção dos Correios rejeitou a proposta”, afirmam.

Para o presidente do Sintect-MT, Edmar Leite, a estratégia da empresa é precarizar ainda mais os serviços dos Correios para privatizar a empresa no próximo ano. “Os trabalhadores ecetistas tentaram de todas as formas de acordo com a diretoria, antes de decidirem por uma greve nacional”. O salário inicial da maior parte dos funcionários é de R$ 1.700,00, considerado o menor entre todas as empresas públicas do Brasil.

A direção dos Correios garante que se colocou à disposição para negociar o acordo coletivo de trabalho 2020/2021. Em nota recente, a empresa informou que por não haver acordo com as entidades representativas ajuizou em 25 de agosto passado o dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho.

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Na ocasião, ressaltou que os vencimentos de todos os empregados seguem resguardados e os trabalhadores continuam tendo acesso, por exemplo, ao benefício auxílio-creche e aos tíquetes refeição e alimentação, em quantidades adequadas aos dias úteis no mês, de acordo com a jornada de cada trabalhador.

“Os Correios têm preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT para os empregados. A empresa aguarda o retorno dos trabalhadores que aderiram ao movimento paredista o quanto antes, cientes de sua responsabilidade para com a população, já que agora toda a questão terá seu desfecho na justiça”, destacou.

 

 

Otavio Ventureli(de Brasilia)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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