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Sem incomodar o Governo que se nega a intervir supermercados do País praticam preços abusivos de alimentos aproveitando-se da crise

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A cesta básica, em Cuiabá, ficou 14,54% mais cara em agosto deste ano, quando comparada ao mesmo mês do ano passado, ao passar de uma média de R$ 457,1 para atuais R$ 523,6.

Pesaram sobre o orçamento das famílias alimentos mais do que essenciais como feijão (+45%), o óleo de soja (+34%), o açúcar (+33%), a carne (+30,66%) e o pão francês (+15%), que, nessa ordem, foram os mais registraram alta no período.

Dos 13 itens que compõem a cesta básica, nove majoraram seus valores médios, dois tiveram queda (batata e tomate) e dois se mantiveram estáveis (farinha e café em pó). Os dados fazem parte do levantamento mensal realizado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

No intervalo de agosto de 2019 apara 2020, a cesta básica ficou R$ 66,5 mais cara aos cuiabanos, enquanto que a valorização do salário mínimo foi de R$ 47, ao sair de R$ 998 para R$ 1.045. Ou seja, o aumento do piso salarial não foi suficiente para manter o poder de compra da população. Os itens básicos aumentaram quase 1,5 vez nessa comparação.

Para comprar a cesta básica, o cuiabano desembolsa atualmente 50,10% do mínimo. No mesmo mês do ano passado, por exemplo, o valor médio da cesta básica em Cuiabá equivalia a 45% do salário mínimo vigente naquele momento (R$ 998).

Apesar do sentimento em contrário, na avaliação mensal – agosto ante julho – o valor da cesta básica em Cuiabá ficou estável, variando de R$ 523 para R$ 523,60.

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Mas, como destacam os analistas do Imea, alguns itens essenciais, como o arroz (+4,2%), leite (+3,8%) e carnes (+2,6%) exibiram incremento em seus preços ante a julho. Dos 13 itens pesquisados, oito tiveram majoração mensal, quatro tiveram redução e apenas um se manteve estável. “Na contramão, o que ‘segurou’ o valor da cesta a forte retração no preço da batata (-20,9%)”.

Como o Imea utiliza a mesma metodologia aplicada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para mensurar a evolução dos preços da Cesta Básica, é possível ranquear a Capital de Mato Grosso junto aos outros valores apurados pelo Departamento, por meio da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.

Considerando os registros de agosto, Cuiabá exibe a quinta cesta básica mais cara do País, cotada a R$ 523,6. A mais cara é a de São Paulo (R$ 539,95), seguida por Florianópolis (R$ 530,42), Rio de Janeiro (R$ 529,76), Porto Alegre (R$ 528,61) e Cuiabá.

Há cerca de dois anos, Cuiabá deixou de integrar o rol de cidades onde o Dieese avaliava o comportamento dos preços de itens básicos de alimentação. Os 13 itens formam um conjunto de alimentos básicos, necessários para as refeições de uma pessoa adulta, durante um mês.

NO PAÍS

Conforme a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, do Dieese, os preços dos alimentos aumentaram em 13 das 17 capitais pesquisadas. Em outras quatro cidades, o custo – na comparação com julho – diminuiu.

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Com base na cesta mais cara, que, em agosto, foi a de São Paulo (R$ 539,95), o Dieese estima que o salário mínimo necessário deveria ser equivalente a R$ 4.536,12, o que corresponde a 4,34 vezes o mínimo vigente de R$ 1.045,00.

O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.

O tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta, em agosto, foi de 99 horas e 24 minutos, maior do que em julho, quando ficou em 98 horas e 13 minutos.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social (alterado para 7,5% a partir de março de 2020, com a Reforma da Previdência), verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em agosto, na média, 48,85% do salário mínimo líquido para comprar os alimentos básicos para uma pessoa adulta. Em julho, o percentual foi de 48,26%.

Devido à pandemia do novo coronavírus, Departamento suspendeu, em 18 de março, a coleta presencial de preços da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.

Desde então, a entidade realiza uma tomada especial de preços à distância para verificar o custo da cesta básica em 16 das 17 capitais onde o levantamento é realizado. A pesquisa só tem sido feita presencialmente na cidade de São Paulo, com menor número de pesquisadores e em horários em que os estabelecimentos comerciais estão mais vazios.

 

Otavio Ventureli(da redação com diariodecuiaba)

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Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

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Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

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Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

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Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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