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Sepultado em Barra do Garças MT corpo do Empresário de comunicação João Bosco de Aquino Araújo que faleceu nesta terça(04) no MedBarra

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Sepultado nesta quarta(05) em Barra do Garças MT, o corpo do Empresário e um dos pioneiros da radiodifusão no municipio, João Bosco de Aquino Araújo(foto), o Bosquinho, como era conhecido, aos 74 anos.

A primeira Emissora de rádio de Barra do Garças MT, Rádio Aruanã, foi fundada no final da década de 1 970, pelo empresário de Dracena-SP, Àlvaro Pedro.

Bosquinho,  estava internado desde sábado(1º) no Hospital MedBarra, em Barra do Garças. A causa da morte não divulgada, mas ele enfrentava problemas de saúde.

Prefeito Roberto Farias lamentou a morte de Bosquinho, que também era assessor parlamentar do senador Wellington Fagundes.

Bosquinho era filho do saudoso pioneiro e deputado estadual Heronides Araújo, autor do projeto de lei que emancipou a cidade de Barra do Garças.

Sonoplasta e radialista, com passagem pela Rádio A Voz do Oeste de Cuiabá, Bosquinho como era carinhosamente chamado, trouxe consigo essa paixão pela comunicação, e se tornou um dos  pioneiros  na radiodifusão em Barra do Garças, quando em 22 de janeiro de 1986 assumiu a Direção  da Rádio Difusora AM, segundo veículo de comunicação do município, hoje convertida para Rádio Jovem Pan FM, tempos depois, coordenou e dirigiu a TV Cidade, afiliada à Rede Record e a Rede TV de Barra do Garças.

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Pai de cinco filhos, João Bosco sempre se preocupou em contribuir para o crescimento da cidade que amava, acompanhando de perto o processo político do município, chegando a ocupar o cargo de secretário de Planejamento e posteriormente Finanças de Barra do Garças, na gestão do ex prefeito Paulo César Raye de Aguiar.

 

Otavio Ventureli(com GD)

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Baixaria continua: Advogado Cleverson Contó divulga audio no qual uma mulher acusadora de agressão desmente que tenha sido agredida pelo profissional

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O advogado Cleverson Contó(foto) divulgou, nesta sexta-feira (18), áudios em que a Influencer Digital Mariana Vidotto supostamente nega ter sofrido as agressões das quais o acusa.

Nos áudios, que teriam sido trocados entre Mariana e o advogado, os dois também conversam sobre vídeos íntimos do casal que Contó teria se recusado a gravar.

Em um dos áudios, a Influencer Digital supostamente chega a dizer que muitas pessoas tem a procurado para esclarecer se Contó teria ou não cometido agressões físicas contra ela.

“É óbvio que as pessoas estão me perguntando “ele te bateu?”, “ele fez alguma coisa?”, “ele já te deu um soco?”, não. Você não fez isso comigo”, diz trecho do arquivo.

Em outro momento, Mariana e Cleverson conversam sobre vídeos íntimos que a blogueira teria pedido para o advogado gravar. Contó relembra que, mesmo sob insistência da ex-namorada, ele teria se recusado a fazer as gravações.

Mariana argumenta que teria ficado sabendo de vídeos íntimos entre Cleverson e Laryssa Morais, médica que também acusa o advogado de violência doméstica. O advogado, no entanto, rebate.

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Mariana, esquece isso. Depois que aconteceu todos os rolos, todos os vídeos que eu tinha, eu apaguei. Da última vez que a gente ficou, eu fiz questão de apagar assim que terminamos. Antes de tomar banho, eu apaguei os vídeos”, afirma.

Em seguida, a blogueira supostamente confirma que Cleverson teria apagado as imagens.

O caso

As agressões que teriam sido praticadas por Cleverson Contó ganharam as manchetes após Mariana Vidotto e um grupo de mulheres virem a público narrar a violência sofrida durante os relacionamentos que mantiveram com o advogado.

Em sua conta no Instagram, Mariana contou que chegou a perder cerca de nove quilos durante o relacionamento e que, no início do ano, Cleverson entrou com um processo contra ela com uma multa de R$ 20 mil caso ela dissesse algo sobre ele.

Outra vítima que ganhou destaque no caso foi a médica Laryssa Moraes que chegou a relatar, também no Instagram, que as agressões ela teria sofrido foram tão brutais que resultaram em um nariz quebrado e em retinas deslocadas. Cleverson também teria tentado estuprá-la com um pen-drive.

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Já a defesa do advogado Cleverson Campos Contó, representada por Eduardo Mahon, alega que Cleverson estaria sendo alvo de extorsão por parte das vítimas.

Mahon argumentou que não existem exames ou prontuários médicos apontando as agressões que foram relatadas pela médica Laryssa Moraes e a influencer digital Mariana Vidotto. Segundo a defesa, Mariana teria exigido R$ 500 mil para retirar as acusações contra Contó.

 

Otavio Ventureli(da redação)

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