Momento +

Série B: Na Arena do Índio Condá em Chapecó Chape x Vitória empatam em 1 x 1 neste sábado e pouco avançaram em busca dos seus objetivos

Publicados

em

Chapecoense e Vitória empataram em 1 a 1 na tarde deste sábado(17), na Arena Condá, e pouco avançaram na busca por seus objetivos na Série B do Campeonato Brasileiro.

A Chape foi mais eficiente no primeiro tempo, quando abriu o placar com Paulinho Moccelin, e o Rubro-Negro cresceu na etapa final ao empatar o jogo com Thiago Carleto.

Os visitantes ainda chegaram perto de virar o confronto, mas esbarraram na falta de pontaria e em João Ricardo.

O Vitória teve mais posse de bola, finalizou mais, mas não conseguiu marcar o gol. Já a Chape, embora com menos tempo de bola, foi certeira na grande chance que teve. Aos 23 minutos, o Verdão do Oeste aproveitou saída de bola errada de Guilherme Rend e, no contra-ataque, Paulinho Moccelin abriu o placar.

Na sequência, ainda teve nova oportunidade de ampliar em outro erro de passe do Rubro-Negro. Atrás no marcador, o Vitória se lançou ainda mais à frente, teve grande oportunidade com Ewandro e Alissson Farias, mas saiu zerado para o intervalo.

Leia Também:  Alarmante: Dados divulgados pela SESP MT apontam que 70 mulheres foram assassinadas de janeiro a setembro no Estado

A etapa final teve um Vitória mais criativo e perigoso. A Chape começou assustando, quando quase ampliou o placar com Paulinho Moccelin aos oito minutos, mas foi o Rubro-Negro que marcou. Aos 16 minutos, Juninho Quixadá sofreu pênalti de Felipe Garcia, e Thiago Carleto balançou as redes.

A partir daí o jogo ficou mais animado, e o Vitória teve grande oportunidade de virar quando Carleto deixou Léo Ceará na cara do gol e o atacante perdeu. Os visitantes seguiram pressionando pelo segundo gol, só que esbarraram em João Ricardo. Do outro lado, Lucas Tocantins arriscou de fora da área e quase marcou.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com G1)

Momento +

ex-Presidente da Aprosoja classifica de “uma arbitrariedade tremenda” decisão da atual Presidência de impedir reunião

Publicados

em

“Uma arbitrariedade tremenda”. Assim classificou Rui Prado,  sobre a decisão do atual mandatário da Aprosoja,  Antonio Galvan, em impedir a reunião do Conselho Fiscal.

Prado é ex-presidente da entidade, ex-presidente da Famato e faz parte do Conselho Consultivo.

“O presidente de uma associação que veda o trabalho fiscal de fazer seu trabalho é de uma arbitrariedade tremenda. O Conselho é o órgão que além de fazer a fiscalização da parte econômica, também faz orientações a respeito desse assunto”, explicou.

Na última sexta (3), os conselheiros Jose Guarino Fernandes, Naildo da Silva Lopes e Jesur José Cassol foram notificados e proibidos de ter acesso aos documentos contábeis da Aprosoja. Eles estiveram em Cuiabá na data prevista, mas não puderam exercer suas funções.

Na ocasião, não houve qualquer justificativa de Galvan. Por meio de uma nota à imprensa, ele informou que agiu para manter a segurança da entidade e acusou os membros do Conselho de vazar informações para prejudicar a sua imagem. Ainda afirmou que irá levar a questão à Justiça.

Leia Também:  Pressionando o Náutico no decorrer da etapa final o Cruzeiro consegue o empate aos 40 minutos do segundo tempo pela Série B neste domingo

 Me parece que pode ter problemas de ordem financeira dentro da cooperativa e o presidente não quer que vejam isso”, afirmou Prado.

“Então, à medida que o Conselho Fiscal, eleito independente da diretoria é proibido de fazer seu trabalho, tem alguma coisa errada. Me parece que pode ter problemas de ordem financeira dentro da cooperativa e o presidente não quer que vejam isso”, explicou Rui Prado.

Em sua opinião, se existe qualquer problema com relação ao vazamento de dados, isto deveria ter sido resolvido de forma interna, sem que houvesse o cancelamento da análise das contas. Para ele, inclusive, a associação será prejudicada com a decisão do presidente.

“Não vejo autoridade do presidente para cancelar este trabalho. Não sou advogado, mas não vejo legalidade nisso. Espero que haja uma convocação dos associados em Assembleia Geral para resolver questões desta natureza”, disse.

“A associação movimenta dinheiro e para a movimentação de dinheiro precisa ter honestidade, transparência e integridade. Os recursos que estão dentro da associação são dos associados e os associados votaram para ter esse tipo de reunião”, complementou.

Leia Também:  Alarmante: Dados divulgados pela SESP MT apontam que 70 mulheres foram assassinadas de janeiro a setembro no Estado

A reunião do Conselho Fiscal deve acontecer de maneira ordinária a cada trimestre e tem como intuito a análise das contas da associação. Os conselheiros fazem este trabalho de forma voluntária e encontros são agendados conforme disponibilidade em suas produções.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com rdnews.)

 

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA