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Secretaria de Estado de Saúde recebe doação de 15 mil litros de álcool 70% da indústria

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) recebeu a doação de 15 mil litros de álcool 70% do segmento industrial de Mato Grosso, por meio do movimento Unidos pela Vacina. O produto doado será destinado a 93 municípios do estado, mais especificamente às unidades de vacinação contra a Covid-19.

O material foi produzido e doado por usinas regionais de etanol, sob a articulação do Sindicato das Indústrias de Bioenergia (Sindalcool-MT) e da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), apoiadora do movimento.

O secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, participou da solenidade de entrega da doação, realizada na manhã desta sexta-feira (24.09), na sede do Senai Cuiabá.

“Não posso deixar de lembrar das dificuldades pelas quais passamos no início desta pandemia. Ficamos sem produtos básicos, como as máscaras descartáveis, que sumiram do mercado. Foi quando a Fiemt prontamente nos ajudou, produzindo cinco milhões de máscaras e um milhão de capotes (jalecos). E na falta de oxigênio, a Energisa entrou em cena e fez doações fundamentais para que vidas fossem salvas. Essas iniciativas abraçaram Mato Grosso no combate ao coronavírus”, disse o gestor.

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O álcool doado foi fabricado pelas usinas Barralcool, Uisa, Inpasa, Brenco, Novo Milênio, Cooprodia, Libra, Usimat e FS Bioenergia. “A indústria mato-grossense faz questão de ser presente. Todos os setores têm se empenhado para colaborar com as medidas de saúde, de inclusão e de geração de oportunidades que farão com que a pandemia seja vencida e a economia, fortalecida”, pontuou o presidente da Fiemt, Gustavo de Oliveira.

“É muito gratificante saber que as necessidades dos municípios mato-grossenses estão sendo supridas e que a vacinação segue avançando em todas as regiões. Importante é vacina no braço”, acrescentou Riberto Barbanera, presidente da Energisa-MT e coordenador do Unidos pela Vacina.

O álcool será disponibilizado em garrafas pet cedidas pela Solar Coca-Cola e Ambev e identificadas com rótulos doados pela Ligraf. O envase do produto foi feito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

“Este produto nunca foi tão necessário como atualmente – e ele continuará sendo amplamente utilizado. Nós estamos muito felizes em poder contribuir com o conjunto de ações que significam, de fato, saúde e vida”, declarou Silvio Rangel, presidente do Sindalcool.

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A SES distribuirá o álcool aos municípios conforme a exata quantidade solicitada ao Unidos pela Vacina.

Unidos pela Vacina

O movimento Unidos pela Vacina tem apoiado, por meio de doações, a aceleração da imunização contra a Covid-19 no país. As ações têm se concentrado em auxiliar em toda a cadeia produtiva da vacinação por meio da aquisição de agulhas, seringas, transporte, armazenamento e locais de vacinação, itens essenciais para o avanço da vacinação. Saiba mais em www.unidospelavacina.org.br.

*Com assessoria Unidos pela Vacina.

Fonte: GOV MT

 

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Com livros reciclados, recuperandos de São Félix do Araguaia confeccionam artesanato como forma de ressocialização

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Da riqueza dos livros ao trabalho de reciclagem, para se tornar artesanato e enfim, ser instrumento de ressocialização. Assim, a Cadeia Pública de São Félix do Araguaia (1.150 km da Capital) tem feito valer a Lei de Execução Penal, que entre outras coisas, assegura a reinserção do recuperando por meio do trabalho.

Por meio da doação de livros didáticos e revistas, os recuperandos da unidade dedicam parte de seus dias à produção de artesanatos com estes materiais recicláveis, que vão desde cestas decorativas, bolsas e até mesmo fruteiras.

O projeto “Mãos que Criam” foi uma ideia da assistente do Sistema Penitenciário, Noemi Fernandes de Oliveira, servidora pública há 11 anos. Com o olhar atento à saúde dos presos, Noemi percebeu que muitos faziam o uso de medicamentos controlados. Como forma de diminuir a ociosidade e trabalhar a ressocialização, ela deu o pontapé para o projeto, que abrange 90% dos recuperandos da unidade. E percebeu a diferença na saúde dos internos.

Estes reeducandos são selecionados e, posteriormente, cadastrados como artesãos na unidade prisional. A partir daí, os produtos por eles confeccionados são catalogados e etiquetados. Parte do recurso arrecadado com a venda dos produtos – 60% – é repassado à família do recuperando ou a uma conta bancária do próprio preso. E o restante – 40 % – retorna ao Conselho da Comunidade da comarca de São Félix do Araguaia, para reposição de material (matéria prima) e para custear as despesas com a logística.

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“Este projeto visa proporcionar ao apenado capacitação para aprimoramento e ampliação de suas habilidades adquiridas na relação de convivência com outros reclusos, em específico no aprendizado do trabalho artesanal feito em papel (reciclagem de livros e revistas) e crochê (linhas e barbantes)”, explicou Noemi.

O diretor da Cadeia Pública, Jackson de Souza, destacou que o projeto é uma importante ferramenta de ressocialização da unidade e isso se deve também às parcerias firmadas.

“Para nós, este projeto veio contribuir de forma significativa, pois hoje um dos grandes desafios do Sistema Penitenciário é trabalhar a ressocialização e o retorno do privado de liberdade à convivência em sociedade. E é graças a parceiros como o Conselho da Comunidade e a prefeita Janailza, que se sensibilizaram e se tornaram parceiros do projeto”, disse o diretor.

Exposição

Foi por meio da parceria com a Prefeitura de São Félix do Araguaia, que os recuperandos puderam expor seus produtos durante a inauguração da Praça da Bíblia, ocorrida no último dia 19 de novembro.

Na ocasião, a prefeita Janailza Taveira fez questão de prestigiar o espaço disponibilizado à exposição dos produtos confeccionados pelos recuperandos.

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Lei de Execução Penal

A Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984) ressalta que o trabalho nas prisões tem como finalidade alcançar a reinserção do condenado, levando-se em conta a habilitação, a condição pessoal e as necessidades futuras do preso, bem como as oportunidades oferecidas pelo mercado.

Ainda de acordo com a LEP, a cada três dias de trabalho, o preso diminui pode diminuir um dia de sua pena. Além disso, a lei prevê ainda a remição por estudo e por leitura.

Fonte: GOV MT

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