Momento +

Em defesa das famílias indígenas de Mato Grosso Deputado estadual Silvio Fávero atua em parceria com a Funai no Estado

Publicados

em

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Parceiro de primeira hora do presidente da Funai, Fávero enaltece principais ações de Marcelo Xavier à frente do órgão federal.

Em defesa das famílias indígenas de Mato Grosso, o deputado estadual Silvio Fávero foi autor de indicações direcionadas ao Governo de Mato Grosso, contempladas, nesta semana, numa parceria firmada com a Fundação Nacional do Índio (Funai). A principal delas voltada à segurança alimentar indígena, viabilizada esta semana com a doação de 20 mil cestas de alimentos doadas pelo governo estadual.

As entregas serão feitas pelas unidades descentralizadas da Funai no estado, beneficiando todas as aldeias de Mato Grosso. A nova doação se soma às ações já realizadas pela Funai para o enfrentamento da covid-19. A fundação já entregou mais de 31,2 mil cestas de alimentos a famílias indígenas do estado, conforme o presidente da Funai Marcelo Xavier, recentemente homenageado pelo deputado Silvio Fávero pelos feitos à frente da Fundação.

“Atuo em defesa do desenvolvimento sustentável nas terras indígenas e, desde o início da pandemia, tenho me preocupado ainda mais com a saúde e segurança alimentar em todas as comunidades. Por meio de indicações e articulação direta com a Funai, tenho buscado resguardar os direitos dos indígenas e o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso”, argumentou Fávero.

Leia Também:  Polícia Civil prende na madrugada desta quinta(19) "monstro" acusado de agredir, torturar, tentar matar e mutilar órgão sexual da companheira

Parceiro de primeira hora do presidente da Funai, Silvio Fávero enaltece as principais ações de Marcelo Xavier à frente do órgão federal, dentre elas a parceria com organismos internacionais durante o primeiro ano de gestão para a proteção e gestão ambiental sustentável em Terras Indígenas na Amazônia.

Fávero também destaca que recentemente em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Fundação Nacional do Índio (Funai), destinou tábuas, vigas e caibros de madeira a diversas aldeias do estado. Os itens já estão utilizados para diversos fins, entre eles, a construção e reforma de casas residenciais.

“As novas moradias trazem dignidade às comunidades e contribuem para a proteção e segurança das famílias indígenas em situação de vulnerabilidade social durante a pandemia de covid-19”, destacou o paramentar.

 Na última visita ao estado de Mato Grosso, Marcelo Xavier, também visitou a sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Sistema Famato), com o objetivo de discutir parcerias futuras para fortalecer a geração de renda nas aldeias por meio do etnodesenvolvimento.

Leia Também:  Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

“Sou grato pela parceria e pelas homenagens já prestadas pelo deputado Silvio Fávero, parceiro do governo federal nas ações a favor de Mato Grosso”, manifestou Xavier.

POVOADO EM MT

No Brasil existem mais de 240 povos indígenas remanescentes, de acordo com o Censo IBGE 2010. Desses, 43 povos estão no Estado de Mato Grosso, mais de 42 mil índios distribuídos nas Terras Indígenas.

Momento +

Tão comuns nos tempos atuais comentários de ódio postados em redes sociais afetam psicologicamente as pessoas afirmam espacialistas

Publicados

em

Viver conectado é quase uma necessidade nos dias atuais. Quase não há mais separação do mundo virtual para o real. Estamos conectados 24 horas por dia.

A internet tornou-se uma ferramenta essencial para a maior parte da população. É um espaço democrático, onde podemos expressar opiniões.

Mas, também se tornou um local de ataques e disseminação de ódio. Quem faz comentários maldosos na internet são chamados de ‘haters’.

O ‘hate’ é um termo em inglês que na linguagem tecnológica significa “pessoa que posta mensagem de ódio na internet”. Podendo ser para uma pessoa específica ou um grupo.

O ódio sempre foi um sentimento existente. Porém, ele foi potencializado com a chegada e popularização da internet, principalmente, no Brasil.

Os ataques virtuais têm se tornado cada vez mais frequentes. Qualquer pessoa está passiva a esse tipo de ato. Entre os principais alvos dos haters, estão às pessoas públicas.

A Dra. Crhisttiane. psicóloga explicou o por que às pessoas estão com um comportamento cada vez mais agressivo na internet.

Leia Também:  Investigador da Polícia Civil MT que atirou e matou um homem que tentava fugir de Delegacia em Cuiabá tem prisão preventiva revogada

Para a especialista Christiane Bianchi, a conduta “pode ser pelo fato delas se sentirem impotente e com uma necessidade de se imporem sobre as outras pessoas”.

Conforme a psicóloga, as pessoas entendem que devemos ter um bom comportamento apenas no offline, ou seja, fora da internet, na vida real.

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento deve obedecer às regras sociais no presencial. Mas, ainda tem muitas pessoas que não perceberam que as regras também valem para as redes sociais”, afirmou a psicóloga.

Para Cristiane Bianchi, as redes sociais acabam encorajando as pessoas em posições extremas, a se sentirem mais confiantes para expressarem o que pensam, o que pode afetar gravemente o psicológico para quem é dirigido os comentários de ódio.

“Quando o indivíduo tem interação com o cyberbullying, os danos à saúde mental são muito graves”.

Há leis que punem o Cyberbullying no Brasil. Termo que define a prática do bullying nas redes sociais. O artigo 147-A da Lei 14,132 de 2021  diz que “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade” é crime de assédio on-line, com pena de reclusão de seis (06)  meses a dois (02) anos.

Leia Também:  Acidentes de trânsito em vários municipios de MT mataram ao menos 12 pessoas no fim de semana segundo dados da Segurança Pública

Todos nós podemos ser um hater. Discordar de uma publicação ou comentário com outro comentário maldoso é estar disseminando ódio na internet.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA