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Sindicato dos Servidores do Judiciário do DF cobra na Justiça indenização de Paulo Guedes por afirmar que servidores públicos são “parasitas”

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O Sindicato dos Servidores do Judiciário do DF cobra na Justiça uma indenização do ministro da Economia, Paulo Guedes(foto), por danos morais coletivos.

O valor de R$ 20 mil seria uma compensação pelas ofensas por declarações do ministro contra servidores públicos. A ação tramita na 14ª Vara Cível da Justiça Federal.

O sindicato, que representa 12 mil servidores, enviou também uma representação contra o ministro para a Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Mas, nesse caso, a denúncia não andou.

Outra ação está saindo do forno com pedido de reparação. “Pedimos uma indenização baixa (R$20 mil). O que queremos, na verdade, é que a Justiça considere ofensivas às declarações do ministro”, afirma o presidente do sindicato, Fernando Freitas.

Entre as ofensas apontadas, estão a comparação com parasita, cujo hospedeiro seria o Estado brasileiro. “O servidor público é essencial para o correto funcionamento da nação e seu árduo trabalho não pode ser desmerecido da forma como vem ocorrendo”, aponta a ação.

 

Otavio Ventureli(de Brasilia)

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Após um primeiro tempo morno e sem gols com emoção e gols no fim, Cruzeiro vence na estreia e diminui prejuízo na Série B

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O Cruzeiro fez seu dever de casa na primeira rodada da Série  B., neste sábado(08).

Jogando em casa, no Mineirão, o time de Enderson Moreira teve dificuldades no primeiro tempo, mas foi melhor na etapa final, abriu o placar com Cacá e sofreu um susto aos 40 minutos, quando Wellington Tanque empatou o jogo para o Botafogo-SP.

Ainda deu tempo para Jean, aos 42, recolocar a Raposa na frente e garantir a primeira vitória do time celeste na competição.

Foi uma primeira etapa pouco emocionante. Os dois times tiveram dificuldades para furar a defesa adversária, tanto que as melhores chances foram de fora da área (Naldo exigiu boa defesa de Fábio, e Marcelo Moreno exigiu boa intervenção de Darley). O Cruzeiro teve mais posse de bola, mas não conseguiu converter a estatística em chances claras. O placar parcial de 0 a 0 ficou justo pelo que foi o primeiro tempo.

No segundo tempo,  Cruzeiro voltou melhor, ocupando o campo de ataque e dominando as ações. Após um escanteio marcado pela arbitragem (o replay, depois, mostrou que o correto seria a marcação do tiro de meta), Cáceres aproveitou a sobra, cruzou na área, e Cacá abriu o placar, aos 17 minutos.

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O 1 a 0 parecia ser o placar definitivo, mas ainda tinha muito jogo. Aos 40, Wellington Tanque empatou para o Botafogo-SP, mas o Cruzeiro ainda teve tempo de reagir, com Jean, aos 42, dando números finais ao jogo: 2 a 1.

 

Otavio Ventureli(da redação)

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