O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou nesta sexta-feira (2) que o estado contará com cerca de R$ 300 milhões para o Hospital Central, mesmo diante da possibilidade de o governador Mauro Mendes (União Brasil) deixar o cargo antes do fim do mandato.
Em entrevista ao destacar o equilíbrio das finanças públicas e os investimentos previstos, Pivetta comentou a situação administrativa do Executivo estadual caso Mendes renuncie para disputar outro cargo nas eleições de 2026, movimento que, pela legislação eleitoral, é permitido até abril daquele ano.
De acordo com o vice-governador, os recursos deverão ser destinados à conclusão e manutenção das operações do Hospital Central, obra aguardada há décadas e que representa um marco para a saúde pública no estado. A unidade, que já recebeu investimentos significativos em infraestrutura e equipamentos, deve ampliar o atendimento de média e alta complexidade à população mato-grossense.
Pivetta reforçou que a continuidade das políticas de equilíbrio fiscal permitirá ao Governo do Estado não só honrar compromissos com a saúde, mas também manter o funcionamento de outras áreas essenciais, mesmo em um cenário político de transição.
A declaração acontece em meio a debates sobre a sucessão governamental em 2026, período em que a gestão estadual precisa conciliar ações administrativas com o calendário eleitoral. As perspectivas de financiamento para o Hospital Central e outros projetos estratégicos deverão ser observadas de perto pela população e pelos setores ligados à gestão pública.































