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Termina neste sábado(31) o prazo para proprietários de veículos com placas finais 4 e 5 efetuarem o pagamento do licenciamento

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Termina neste sábado(31) o prazo para os proprietários de veículos com placas final 4 e 5 efetuarem o pagamento do Licenciamento Anual.

Para licenciar o veículo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) exige o pagamento de todos os débitos como IPVA, Seguro DPVAT, a própria taxa de Licenciamento, além de possíveis multas. Após os pagamentos, o proprietário do veículo deve acessar o site do Detran-MT (www.detran.mt.gov.br) para ter acesso a nova versão do licenciamento.

No campo “Consulte Seu Veículo”, deve digitar os dados do veículo como a placa e o Renavam. Em seguida, vai abrir uma página contendo todas as informações do veículo e a opção “Clique Aqui para Imprimir o CRLV Digital”.

Ao clicar, o modelo para impressão A4 irá aparecer na tela para impressão. O procedimento pode ser feito em qualquer lugar em que o cidadão tiver acesso à internet e impressora.

Segunda via

Com o documento impresso em papel A4 não será mais necessário pedir a segunda via do Licenciamento. Caso o proprietário do veículo tenha sofrido extravio, furto ou roubo do documento, basta imprimir a segunda via em qualquer lugar em que tenha acesso à internet e impressora, sem custos adicionais.

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A impressão do novo modelo do documento é de caráter definitivo, não sendo mais emitido o documento em papel moeda.

O diretor de Veículos do Detran-MT, Augusto Cordeiro, explica que os proprietários de veículos podem ficar tranquilos quanto a nova versão do licenciamento. “Ele possui o mesmo valor jurídico do antigo documento impresso em papel moeda, com autenticidade e segurança garantidos por meio de QR Code, que está ligado à base nacional de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran)”, falou.

Além da versão impressa, para maior comodidade e praticidade, os proprietários de veículos que já estão licenciados também podem obter a versão eletrônica do documento pelo celular.

 

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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Justiça de Mato Grosso determina a exumação do corpo do avô paterno de menina de 11 anos morta por envenenamento pela própria madrasta

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A Justiça de Mato Grosso  determinou a exumação do corpo de Edson Emanoel, avô paterno de Mirella Poliana Chuê de Oliveira(a esquerda na foto), que foi morta por envenenamento pela madrasta, Jaíra Gonçalves de Arruda,  de 42 anos.

Na terça-feira(24), divulgaram que foi levantada a suspeita de que a morte do avô, também, possa ter sido provocada por Jaíra.

De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, a data para a realização da exumação ainda deve ser definida pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP). O Instituto Médico Legal (IML) também prepara os trâmites.

Contudo, a decisão foi assinada no dia 16 de outubro e até agora o procedimento não foi marcado. O processo corre sob segredo de justiça.

O pedido de exumação ocorre após a informação de que Mirella vivia com o avô, antes da madrasta e do pai. Ele morreu no dia 4 de março de 2018, após ter um mal súbito. Por mais que tenha passado por um procedimento de urgência, ele morreu em seguida.

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Contudo, antes de falecer, Edson reclamava sobre sucos que Jaíra lhe dava, que ele passava mal logo após. Inclusive, suas últimas palavras foram sobre isso. Com a morte da neta por envenenamento, a polícia levantou a suspeita de que o mesmo possa ter ocorrido com o avô.

Segundo o delegado Olímpio da Cunha Fernandes Júnior, a partir da autorização judicial a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) aguarda agendamento da Perícia Oficial para realização da exumação do corpo.

Fora o avô e a neta, Jaíra também é investigada por outro homicídio. Em 23 de setembro de 2013, em Alto Taquari MT. O comerciante Marcos Cesar de Carvalho, 41, o Paulo Verdurão foi assassinado com um tiro no tórax, após uma suposta briga no trânsito. O autor seria um homem que fazia serviços de pintura na casa dele.

Jaíra, que era casada na época com o pai de Mirela, foi morar em Alto Taquari, com o propósito de cuidar da irmã que enfrentava um câncer, doença que a matou. Depois da morte dela, ela se envolveu com o cunhado, que tinha um mercado na região. Pouco tempo depois ele foi assassinado e Jaíra assumiu os negócios, vendeu o comércio e trouxe as 3 sobrinhas para Cuiabá.

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Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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