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TRE MT nega recursos do MPE e de coligação que pediam que fosse restabelecida cassação de Prefeita mas mantem a multa de R$ 60 mil

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Tribunal Superior Eleitoral negou, por maioria, recursos do Ministério Público Eleitoral e da coligação “Mudança Com Segurança” que pediam que fosse restabelecida a cassação do mandato da prefeita Lucimar Sacre de Campos (DEM) e do vice-prefeito de Várzea Grande José Aderson Hazama.

O caso era de gastos excessivos com publicidade em 2016, ano eleitoral. Foi mantida multa de R$ 60 mil.

Lucimar era acusada de conduta vedada em razão dos gastos da prefeitura com publicidade institucional. No primeiro semestre de 2016, foram gastos 560% a mais com propaganda em relação à média dos três anos anteriores. No total, somente no primeiro semestre daquele ano foram gastos R$ 1,2 milhão em publicidade frente à média de R$ 206 mil dos anos anteriores.

O julgamento no TSE teve início em junho.. O relator, ministro Edson Fachin, votou  por negar recursos de Lucimar e Hazama, mantendo a multa aplicada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), e acatou apelações do Ministério Público Eleitoral e da coligação “Mudança Com Segurança” para cassar os mandatos da prefeita e do vice.

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A defesa de Lucimar argumentou que ela assumiu o cargo em maio de 2015, depois da cassação do ex-prefeito Wallace Guimarães. A gestão do ex-MDB e atual PV teria feito gastos ínfimos com publicidade e, por isso, os valores não poderiam ser comparados aos gastos do mandato tampão de Lucimar.

O Ministro Alexandre de Moraes abriu a divergência para manter a decisão do TRE-MT, que havia aplicado multa e negado a cassação, que chegou a ser dada em 1ª instância. Moraes foi acompanhado pelos ministros Tarcísio Vieira, Sérgio Banhos, Og Fernandes, Luis Felipe Salomão e pelo presidente do TSE, Luis Roberto Barroso.

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Assaltante que levou malotes de dinheiro da Caixa do Boa Esperança em Cuiabá é morto a tiros na Bolívia

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A Polícia da cidade de San Matías, na Bolívia, investiga e tenta localizar criminosos que mataram  o  cuiabano Vinicius Bernardinelli Dacache, de 36 anos, assassinado com 11 tiros  na última quarta-feira (12).

Em 2006, ele foi condenado a 16 anos e oito meses de prisão por envolvimento em um roubo na agência da Caixa Econômica Federal ocorrido no dia 4 de junho do ano anterior.

Na ocasião, foram roubados R$ 195 mil de malotes que chegavam à agência, localizada no bairro Boa Esperança.

Vinicius também já havia sido preso por roubo em Tangará da Serra MT.

De acordo com informações de sites locais da Bolívia, Vinicius atuava no ramo de tratores e máquinas e três dos tiros foram na cabeça dele.

Consta ainda que ele não estava com o celular ou as chaves de um carro que estava próximo ao corpo dele.

Os familiares do foragido da Justiça foram até San Matias e realizaram o translado do corpo dele para Cuiabá.

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O sepultamento dele aconteceu na manhã desta sexta-feira (12). Ainda conforme informações locais, não foram identificados os responsáveis pela morte de Vinicius.

 

Otavio Ventureli(da redação com hiper)

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