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Vereadora Michelly Alencar cobra reabertura do Restaurante Popular de Cuiabá

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A vereadora Michelly Alencar (DEM) voltou a cobrar nesta terça-feira (26.10) a reabertura do Restaurante Popular de Cuiabá. A unidade que oferece refeições a preço popular está fechada desde o ano passado. Para a parlamentar, não há justificativa para a Prefeitura manter o local fechado com a ampliação da vacinação da população cuiabana contra Covid-19 e funcionamento normal de todas outras atividades econômicas.
 

 

Com a pandemia, a prefeitura decidiu fechar as portas do Restaurante Popular, localizado na avenida Barão de Melgaço e que vende a refeição ao valor de R$3,50 para atender pessoas em vulnerabilidade e a população como um todo. A vereadora argumentou que o país vive uma crise econômica em razão da pandemia de Covid-19 e que muitas pessoas sem emprego não têm condições de se alimentar adequadamente.
 

 

“Todas as atividades da nossa cidade estão funcionando normalmente. Com os devidos protocolos, o Restaurante Popular tem que estar com as portas abertas pois atende as pessoas que mais precisam. É um descaso e falta de sensibilidade da Prefeitura o restaurante estar fechado ainda. Vivemos um momento de crise, muita gente passando fome e esse restaurante fechado”, disse a vereadora.
 

 

Na época do fechamento a Prefeitura informou que iria entregar marmitas em alguns pontos da cidade para atender moradores de rua. Michelly Alencar informou que está solicitando mais uma vez, via requerimento, informações à Prefeitura de Cuiabá sobre o número de refeições fornecidas durante o período fechado e qual o valor empenhado e pago pela Prefeitura à empresa terceirizada responsável pelo funcionamento da unidade.

 

A parlamentar reclamou da falta de informações por parte da Prefeitura, já que desde janeiro ela requisitou esclarecimentos sobre o restaurante popular e pediu que o prefeito em exercício José Roberto Stopa tenha uma atitude diferente do prefeito afastado pela Justiça.

Ana Rosa Fagundes/Gabinete Vereadora Michelly Alencar

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Oitenta famílias de Poconé ainda aguardam a entrega das casas do residencial Guatós II

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Foto: ROBSON FRAGA / ASSESSORIA DE GABINETE

Cerca de 80 famílias de Poconé (100 km de Cuiabá) ainda aguardam a entrega das casas do residencial Guatós II. Os imóveis fazem parte de um conjunto de 200 habitações populares que começaram a ser construídas em 2012, com recursos (R$ 13 milhões) do programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal, em parceria com o Estado e a Prefeitura.
As primeiras 120 unidades, no Guatós I, foram entregues em janeiro de 2017, cinco anos após a assinatura do contrato, por intervenção do atual deputado estadual Wilson Santos (PSDB); na época, secretário de Estado de Cidades. De lá pra cá, as obras emperraram e as casas do Guatós II foram invadidas e depredadas. Agora, estão vazias aguardando apenas acabamento. Redes de água e energia já estão prontas.
Semana passada, durante as comemorações do aniversário de Poconé (21.01), Wilson Santos esteve no local. O deputado conversou com populares e autoridades e apurou que para concluir as obras são necessários R$ 500 mil.
“Quando cheguei à Secid as obras estavam paradas. Fui à Poconé e fiz o compromisso de entregar 120 imóveis até janeiro de 2017. O compromisso foi cumprido, mas com o fim do Governo da época as obras pararam. Estou retomando esta luta para que as últimas casas sejam entregues ainda este ano”, disse o parlamentar.
“Fiz indicação ao governador e já entrei em contato com a empreiteira e com a Caixa para tratar do financiamento. As 80 famílias já foram selecionadas pela prefeitura. Se não houver orçamento do governo para concluir o projeto ainda em 2022, ou impedimentos por ser um ano eleitoral, vou destinar os R$ 500 mil que faltam através de emenda parlamentar. Estas famílias não ficarão sem suas casas”, garantiu Wilson Santos.
Financiamento – Os 200 imóveis dos residenciais Guatós I e II fazem parte do Programa Minha Casa, Minha Vida que contemplou, em 2017, 120 famílias com renda de até R$ 1.800 por mês. O valor médio das prestações é de R$ 80 mensais, mas variam de R$ 25 a R$ 120 de acordo com a renda familiar. O prazo total do financiamento é de 10 anos.

Fonte: ALMT
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