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Polícia Civil inicia investigações para localizar autores de uma chacina ocorrida nesta quarta(07) com a execução de 4 homens a tiros

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A Polícia Civil começou a investigar nesta quinta-feira(08), uma chacina registrada na noite desta quarta-feira(07), no municipio de Pedra Preta, em Mato Grosso.

Na ocasião, quatro homens, com idades entre 21 e 25 anos, morreram com tiros na cabeça  em uma praça do bairro Residencial Albertina, naquela cidade. Não havia, até as primeiras horas desta quinta-feira (8), informações sobre os autores da chacina.

De acordo com as informações, Polícia Militar foi acionada por volta das 23h30, quando testemunhas relataram que 4 pessoas foram baleadas na praça. Quando chegaram, já encontraram duas das vítimas mortas, elas foram identificadas como Alex de Souza Santos, 21, e Igor Santos Pereira, 22.

Os outros dois jovens, identificados como Jeovane Mendonça de Santana Nunes, 24, e Adriel Silveira de Souza, 25, foram socorridos por populares e encaminhados para unidades de saúde em Rondonópolis, mas não resistiram e acabaram morrendo já nesta quinta. Todas as vítimas foram atingidas por tiros na cabeça.

No local do crime, que foi isolado para os trabalhos da Perícia Oficial e da Polícia Civil, testemunhas informaram que presenciaram algumas motos no local, mas não souberam informar, de fato, como foi à dinâmica do crime. Familiares das vítimas também não tinham clareza de como as mortes ocorreram.

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Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal de Rondonópolis. Em diligenciais, policiais não conseguiram identificar os autores do crime. A motivação ainda é desconhecida. Polícia informou que algumas das vítimas tinham passagens criminais.

 

 

Otavio Ventureli(da redação com assessoria)

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Disputa eleitoral acirram os ânimos na Aprosoja e Galvan suspende reunião do Conselho Fiscal impedindo acesso aos balancetes 2020

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Em meio a disputas internas na Aprosoja que deve escolher nova diretoria em 9 de novembro, o presidente da APROSOJA,  Antônio Galvan(foto),  teria suspendido a reunião ordinária do Conselho Fiscal marcada para esta sexta (23) e os membros teriam sido surpreendidos ao serem impedidos de ter acesso aos balancetes de 2020.

Ele alega que estaria agindo para manter a segurança das informações, acusa membros do Conselho de vazarem documentos para prejudicar a imagem da gestão e diz que já procurou a Justiça sobre o caso.

“Queremos evitar uma situação de insegurança, já vazaram documentos, fazem acusações infundadas e vão ser responsabilizados judicialmente. Eles mesmos já aprovaram as contas de 2018 e 2019, qual o motivo de ir à rua e falar isso? Enquanto não se retratarem vai continuar a suspensão”, disse Galvan.

Mas os componentes do Conselho, que residem no interior, afirmam que só teriam sido informados do cancelamento após chegarem à capital e alegam que foram impedidos de ter acesso aos documentos com os balancetes da auditoria aos quais cabem a eles fiscalizar.

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A decisão teria partido da diretoria, formada por 14 membros, e assinada por Galvan. Segundo o coordenador do Conselho Fiscal José Guarino, de Sapezal, estiveram na sede da Aprosoja, ele, Naildo Lopes, de Nova Mutum e Jesus Cassol, de Campo Novo do Parecis.

O atual presidente acredita que as suspeitas em torno da gestão sejam motivadas pela disputa eleitoral. “Legalmente não tem nada de ilícito, eles dizem que tem coisa errada e queremos que comprove”.

 Mas Guarino nega a motivação e garante que o intuito era cumprir com a agenda programada. “Só viemos ver as contas e era convocação ordinária, nada fora do que estava previsto”, disse ao .

Explica que a reunião era para avaliar o plano de ação e o balancete do primeiro e segundo trimestres, sob a responsabilidade Galvan. “Nossa atribuição é fiscalizar. Foi um ato arbitrário, ilegal e ditatorial do presidente e sua diretoria, que além de nos impedir de realizar nossas atribuições, determinou que a auditoria independente não nos entregasse documentos para análise, impedindo qualquer verificação de possíveis irregularidades”.

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Segundo Guarino, os conselheiros fiscais da Aprosoja são eleitos pelos associados por voto direto em assembleia, e têm a atribuição estatutária de analisar as contas da associação, conforme o artigo 35 do Estatuto da entidade.

Eleição

Galvan vive um momento delicado à frente da Aprosoja e chegou a ter condenações judiciais pelo plantio de soja fora do calendário permitido. O assunto vem sendo apontado por adversário que disputam a sucessão na diretoria.

Disputam a nova diretoria no triênio 2021-2023 duas chapas encabeçadas: na oposição está Marcos da Rosa, presidente, e Ricardo Arioli, vice, (Aprosoja para Todos) e Fernando Cadore, presidente, e Lucas Costa Beber, vice, (Aprosoja Decidida Produtor Mais Forte).

 

 

Otavio Ventureli(da redação com rdnews)

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