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5 hábitos para preservar o box do banheiro

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5 hábitos para preservar o box do banheiro
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5 hábitos para preservar o box do banheiro

Nada melhor do que entrar em um banheiro e ele estar limpinho e sem manchas, não é mesmo? Quem lava sempre esse ambiente sabe que a estrutura que mais dá trabalho e requer uma atenção especial é o box, que deve ser preservado corretamente para manter a qualidade e a durabilidade do item. Ele deve ser limpo de forma delicada e correta, até porque, ninguém merece ficar trocando essa peça por mau uso, não é mesmo?

Para ajudar na conservação do item, que tal 5 atitudes que devem ser evitadas no dia a dia, a fim de que o box de banho dure por mais tempo? Confira:

Pendurar as toalhas nas roldanas

Isso é uma prática bem comum, porém, não recomendada quando o assunto é conservar o box, pois a peça pode se deteriorar rapidamente devido ao mau uso. “Pendurar toalhas e tapetes em cima das ferragens da peça pode fazer com que eles enrosquem nas ferragens, principalmente se as roldanas forem aparentes, e o ato de puxá-los para desenroscar pode ir entortando as ferragens ou tirá-las do trilho”, explica Érico Miguel, técnico da Ideia Glass.

Para acabar com esse costume e trazer uma solução eficiente, opte por ganchos adesivos para pendurar esses itens.

Deixar de fazer manutenções periódicas

Para acompanhar o estado do seu box, é fundamental marcar manutenções periódicas. Érico explica no que é preciso prestar atenção nos detalhes e, caso seja necessário, chamar um profissional especializado para fazer reparos. “Verifique se o vidro possui algum trinco, se o produto está deslizando com facilidade na hora de abrir e fechar a porta, se as roldanas estão funcionando bem, caso note algo de estranho ou algum trincado”, explica. “Não hesite em chamar a manutenção, pensando na segurança de todos os moradores”, ainda complementa o técnico.

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Érico também ressalta que mesmo que o produto esteja funcionando normalmente, é recomendado agendar uma manutenção preventiva, pelo menos uma vez por ano.

Não limpar com frequência

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Segundo o técnico da Ideia Glass, manter uma limpeza adequada e periódica no banheiro é sempre fundamental para a saúde, mas o box não pode ficar de fora de jeito nenhum das faxinas. “Manter o box limpo é muito importante não só por questões higiênicas, mas também para a durabilidade do produto. Deixar o vidro sujo pode trazer problemas como manchas que se tornam difíceis de tirar, enferrujamento do kit e problemas com o trilho devido ao acúmulo de sujeira”, comenta.

Ele também chama atenção para a periodicidade das limpezas. “Aquela limpeza mais aprofundada deve ser feita uma vez por semana, englobando o vidro, kit e o espaço que fica nas frestas entre os trilhos inferiores”, clarifica.

Produtos incorretos para limpeza

Algumas dúvidas podem surgir na hora de colocar a limpeza em prática e a principal dela é sobre o uso dos produtos mais indicados para a tarefa. Érico comenta que mais importante do que pensar o que usar, é estar ciente do que não usar. “Alguns produtos devem ser evitados para que futuros problemas não ocorram, como é o caso dos abrasivos como lixas, buchas, palha de aço e água sanitária, pois podem danificar o vidro, as ferragens e roldanas”, exemplifica.

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De acordo com o profissional, a solução mais prática e econômica é o uso de água quente corrente com sabão neutro, e claro, um pano que não solte fiapos. “Essa é uma combinação que não tem erro, mas caso o box tenha manchas que já estão impregnadas, a limpeza deve ser feita à base de solvente ou uso de um pano úmido com detergente”, comenta.

Investir de peças de pouca qualidade

A qualidade do material do box e das ferragens é o primeiro passo quando o assunto é durabilidade da peça. Afinal, não adianta evitar todos os outros maus hábitos que prejudicam o acessório, quando o modelo da peça e espessura do vidro não são as ideais.

Segundo Érico, quando falamos de um box com qualidade completa, é considerado o vidro temperado, modelo de composição protetora e resistente, e de uma espessura de 8 milímetros para garantir segurança e funcionalidade. “Qualquer vidro com uma espessura inferior a essa pode causar graves acidentes. No caso das ferragens e roldanas, é importante checar se foram produzidas com metais nobres e se são resistentes”, finaliza.

Fonte: Érico Miguel, técnico da Ideia Glass.

Fonte: IG Mulher

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Além do amor: o coração dos pets também pode ter doenças

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Além do amor: o coração dos pets também pode ter doenças
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Além do amor: o coração dos pets também pode ter doenças

Como anda o coração do seu pet? Essa pergunta pode não fazer muito sentido até termos conhecimento dos dados sobre doenças cardiovasculares nos animais de estimação. Segundo um levantamento feito no Veterinary Manual, da farmacêutica MSD, cerca de 10% dos bichinhos que vão às consultas veterinárias regularmente possuem uma cardiopatia.

Tendo em vista esse número, o nono mês do ano é a data para uma campanha veterinária de conscientização aos tutores sobre os problemas cardíacos nos pets, o Setembro Vermelho . A intenção é que cada vez mais os “pais” levem seus animais para checkups preventivos, os quais são capazes de detectar precocemente uma série de doenças — incluindo as do coração — e, uma vez diagnosticada, poderá ser imediatamente tratada.

“De forma geral, cães de porte pequeno e médio são mais predispostos a desenvolverem doenças valvares crônicas adquiridas, enquanto os de porte grande e gatos são mais predispostos a desenvolverem doenças do miocárdio”, conta a veterinária Paula Andreucci. Ela destaca ainda que os menores poderão sofrer com as valvupatias, os maiores com cardiomiopatia dilatada e os felinos podem apresentar cardiomiopatia hipertrófica, que pode resultar em morte súbita.

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Quaisquer das doenças citadas acima, podem resultar em Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC), o estágio de descompensação do coração, de acordo com Paula. Outra patologia lembrada por ela é a dirofilariose: “ela acomete o sistema cardiovascular de animais de qualquer raça ou idade e é causada uma larva microscópica transmitida por mosquitos”, pondera.

O perigo do silêncio

A ausência de sintomas, infelizmente, não deve ser considerada um motivo de sossego para a saúde dos pets, dado que a maioria das doenças cardiovasculares são silenciosas. Por isso, a ida ao veterinário continua sendo primordial. “O médico fará a auscultação cardiorrespiratória e aferição da pressão arterial do paciente. Alguns outros exames podem ser solicitados como o ecocardiograma, raio x de tórax, eletrocardiograma e exames de sangue”, detalha a veterinária.

Além disso, a especialista lista alguns sinais que devem ser triados pelos tutores, como tosse, dificuldade de respirar, intolerância a exercícios, emagrecimento, desmaios, apatia e língua e mucosas arroxeadas, e lembra a importância de combater e prevenir a obesidade e o sedentarismo com controle de peso e atividades físicas adequadas.

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“Tanto para gatos, quanto para cães, é mais comum que as cardiopatias apareçam com o avanço da idade, a partir dos 5 ou 7 anos de idade, respectivamente. Porém, ainda que raro, existem doenças cardíacas congênitas que acometem animais jovens e costumam se manifestar desde cedo”, clarifica Paula.

Fonte: Paula Andreucci, médica veterinária formada pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM), atua na clínica SPet junto a Cobasi Tamboré.

Fonte: IG Mulher

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