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5 mulheres contam como o orgasmo as fez chorar — e não foi de tristeza

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Reações diferentes a orgasmo

O orgasmo é o ápice do prazer.  Gera uma descarga de energia que pode causar várias sensações no corpo, como tremeliques, cansaço extremo, adormecimento demembros… Mas nem só dessas reações se vive a mulher! Em alguns casos, perder a voz, morder, chorar e rir também podem fazer parte da lista de sensações que vem à tona na hora de “chegar lá”.

Mas por que isso acontece? A psicóloga clínica Sheila Giannini conta que depende muito de como a pessoa estava antes e durante a relação sexual. “Sabemos que, ao ter um orgasmo, há uma liberação hormonal muito intensa e isso acaba gerando distintas reações. O riso ea euforia são exemplos de uma carga significativa de endorfina, e a forma de liberar isso que o indivíduo encontrou foi esta. Aão atitudes muito individuais” explica. 

Conversamos com algumas mulheres que nos contaram qual foi a reação mais “esquisita” que tiveram na hora H. Alerta spoiler: as lágrimas dominaram as nossas entrevistadas!

Eu chorei. E ri

“Durante o sexo uma vez pensei ‘não quero perder esse parceiro’, e, aí, por um momento, eu fiquei com medo do mundo e comecei a chorar, porque ele é tão bom para mim que pensei em como a vida é frágil e como é fácil perder alguém que amamos. Ele ficou assustado com o meu choro e eu ri.” Nataly, 21 anos, estudante. 

Chorindo 

“Uma crise de riso incontrolável. Foi uma situação pra lá de constrangedora, até porque nunca tinha acontecido antes. Depois de tudo, demos risada, mas, no momento, foi bem estranho e totalmente involuntário.” Ana*, 23 anos, desempregada.

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Chorei e não foi pouco

“Eu estava transando depois de ter fumado maconha. Os sentidos estavam mais aguçados, não sei o que rolou de diferente, mas a intensidade do orgasmo foi 10 vezes maior do que o normal e eu simplesmente comecei a chorar. Chorei por uns cinco minutos até conseguir me acalmar e voltar ao normal.” Juliana*, 24 anos, estudante. 

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Lágrimas e tremilique

“Quando estava no ápice de atingir o orgasmo, meus olhos começaram a lacrimejar. Quando eu atingi, tive uma crise de choro, lembro de sentir minhas pernas tremerem e o músculo da panturrilha contrair. Meu parceiro assustou, achando que havia me machucado de alguma forma, ao mesmo tempo em que eu chorava, eu dava risada da situação como todo. Às vezes ainda hoje, quando estou para atingir o orgasmo, meus olhos lacrimejam. Situações inusitadas.” Débora, estudante, 23 anos

Já chorou na montanha russa? Então…

“Já chorei duas vezes, ambas com sexo oral. Durante o orgasmo, eu tremia e chorava. Fiquei sem entender nada, mas era como uma descarga muito forte de adrenalina, tipo andar de montanha russa, sabe?” Letícia, estudante, 23 anos.

Fonte: IG Mulher

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Moda acessível: “Pessoas com deficiência também são potenciais consumidores”

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Tênis novo da Nike é adaptável para pessoas com deficiência
Divulgação/ Reprodução

Tênis novo da Nike é adaptável para pessoas com deficiência



A ativista PcD e produtora de conteúdo Ana Clara Moniz, de 21 anos, que possui atrofia muscular espinhal, encontrou um tênis que servisse em seu pé pela primeira vez quando uma famosa de calçados lhe enviou um calçado sob medida que abre na parte superior.

“Um simples detalhezinho que foi ele abrir todo já ajudou para que eu conseguisse calçar. São pequenas conquistas, mas que fazem todo o sentido”, explica a jovem.   




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Tênis da Nike adaptável para pessoas com deficiência
Divulgação

Tênis da Nike adaptável para pessoas com deficiência


Agora uma grande marca aparentemente decidiu investir na produção de calçados para pessoas que compartilham dessas limitações. Este mês a Nike lançou a linha de tênis a Nike Go FlyEase, rápida, fácil de calçar e adaptável para pessoas com mobilidade reduzida.

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Sem necessidade de amarrar o cadarço, o tênis abraça o pé com apenas um toque. O modelo que deve ser comercializado a R$650, está disponível inicialmente para membros selecionados e tem previsão para a venda no fim de 2021. 

“É muito importante para nossa independência. Não tenho muita força no meu corpo, tenho dificuldade em levantar os braços e isso dificulta em vestir uma roupa sozinha. É incrível ver marcas se preocupando com nossas necessidades individuais, não sendo algo só de marketing. Nós, pessoas com deficiência, também somos potenciais consumidores”, diz. 

Assim como os sapatos, a jovem tem dificuldade em encontrar roupas. Ela conta que utiliza uma planilha com suas medidas e busca nos sites de roupas para encontrar a vestimenta que mais se encaixa com seus números. Entretanto, levar na costureira para ajustar é  inevitável. “Nunca gostei de comprar roupa, sempre foi algo muito estressante”, diz.

Ana Clara Moniz, ativista e produtora de conteúdo
Reprodução / Instagram @_anaclarabm

Ana Clara Moniz, ativista e produtora de conteúdo


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 45 milhões de brasileiros que têm algum tipo de deficiência física. Para Ana, é necessário que as marcas comecem a pensar nesse público, que planejem as coleções junto às pessoas com deficiência e que elas também participem das propagandas. 

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“As pessoas com deficiência também têm o direito de estarem dentro da moda. Tem muita gente que quer se vestir bem e ficar dentro das tendências. Muitas vezes as marcas inclusivas e as lojas grandes que fazem uma coleção inclusiva vendem apenas um padrão de roupa, tudo preto. Cada um com seu próprio estilo. A gente precisa parar de ver as pessoas com deficiências apenas pela deficiência”, diz.

Ana propõe que as roupas não sejam divididas para pessoas com deficiência e sem. Para ela, as roupas devem ser adaptadas para servir a diversos corpos. “Como existem muitas roupas adaptadas para pessoas sem deficiência, como roupas que apertam, que tenham ajustes, existem coisas que podem fazer com que as pessoas com deficiência possam usar também. Sem que pessoas sem deficiência deixem de usar, a gente pode usar as mesmas roupas, pode ser acessível para todo mundo”. 

Fonte: IG Mulher

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