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5 perguntas e respostas sobre pompoarismo

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O pompoarismo é uma técnica milenar que  promete deixar o sexo mais prazeroso por meio do fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico. Apesar de muito conhecida, a prática ainda traz muitas dúvidas, tanto para homens quanto para mulheres.

Para desmistificar e esclarecer alguns mitos e verdades sobre o pompoarismo, conversamos com a Isabella Moura, fisioterapeuta pélvica especializada em neopompoarismo e colaboradora da plataforma Sexo sem Dúvida.

pompoarismo
Unsplash/Dainis Graveris

Entenda a técnica que promete fortalecer os músculos da vaginal e melhorar sua saúde



1- Quem pode praticar?

Todas as pessoas com vagina (mulheres cis* e homens trans) podem praticar, desde que não tenham nenhuma disfunção no assoalho pélvico. “Isso quer dizer que quem tem incontinência urinária, se solta pum sem querer, se sente algum tipo de dor nas relações, se sente que os órgãos da região pélvica estão descendo — os prolapsos — precisa tratar isso primeiro e depois ir para o pompoarismo”, conta Isabella.

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*Mulheres cis são aquelas que nasceram com vagina, diferente das mulheres trans.

2- Pompoarismo ajuda a atingir o orgasmo?

Ajuda e muito. Porém, se a pessoa nunca tiver alcançado o orgasmo, o ideal também é tratar essa disfunção antes de ir para a técnica. “O pompoarismo não é tratamento, é um método que potencializa o desempenho sexual feminino, mas se a mulher tem essa dificuldade ela deve primeiramente tratá-la com um terapeuta sexual”, explica a especialista.

3 – O método também aumenta o prazer de quem penetra?

Isabella afirma que sim, sem sombra de dúvidas. A mulher que pratica o pompoarismo passa a ter mais controle sobre os músculos da vagina, portanto a vagina passa a ter a capacidade de massagear o pênis durante a relação e até ter o controle se o pênis vai conseguir ou não entrar na vagina, possibilidade dinâmicas que costumam dar mais prazer à pessoa que penetra.

4 – O pompoarismo tem benefícios além dos sexuais?

O pompoarismo pode beneficiar a  saúde da mulher em diversos aspectos. “Podemos citar corrimento, infecção urinária, infecções uterinas, candídiase. O motivo principal é porque melhoramos o aporte sanguíneo local. Além de prevenir todos os distúrbios que são comuns em mulheres, especialmente as que já engravidaram, como os diversos tipos de incontinência urinária”.

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5- Existe pompoarismo para homens?

Só para os homens trans. Para os homens cisgêneros (aqueles que nasceram com pênis), não, já que o pompoarismo é a técnica para trabalhar a musculatura vaginal. “Porém, podemos trabalhar e reabilitar os músculos do assoalho pélvico masculino para que o homem possa ter maior controle da ejaculação, para ter uma ereção mais rígida e até mexer o pênis, o que é muito prazeroso para as mulheres”, diz Isabella.

Fonte: IG Mulher

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5 motivos para ouvir Praia dos Ossos, o podcast mais comentado de 2020

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Na antevéspera do ano novo de 1976, a socialite mineira Ângela Diniz foi morta com 4 tiros, aos 32 anos. Seu assassino confesso foi namorado, Doca Street, pertencente à elite paulistana. Quase 45 anos depois, a Rádio Novelo recupera a história do caso em  Praia dos Ossos.  A série de oito episódios foi lançada em 12 de setembro. Seu episódio final irá ao ar sábado, 31 de outubro.

podcast
Reprodução/Rádio Novelo

O podcast Praia dos Ossos analisa o assassinato de Ângela Diniz por Doca Street

Mas antes de mais nada, não confunda Ângela com Leila Diniz, atriz que morreu em um acidente de avião na Índia, aos 27 anos. Se não lembra do crime ou nunca ouviu falar, vale a pena escutar o podcast narrado pela repórter Branca Vianna. O nome do podcast, Praia dos Ossos é o mesmo do local onde Ângela foi assassinada por Doca Street.

O documentário tem sido bastante elogiado nas redes sociais, por abordar temas relativos à violência contra a mulher, como violência doméstica e feminicídio e pela alta qualidade técnica da série. O Delas reuniu 5 motivos para você ouvir o podcast mais comentado de 2020.


1- Você é transportado para o caso

O som das ondas quebrando na costa da Praia dos Ossos, a leitura dos jornais da época e a ambientação dos dois julgamentos de Doca Street te transportam para todas as situações do caso e do podcast. A rádio conseguiu captar toda a sensação da época e as reviravoltas do caso. Você não consegue se distair e ouve com atenção todos os episódios.

2 – Trata-se de um caso emblemático para falar de feminicídio no país

Os personagens do caso eram figuras que faziam parte da alta sociedade de São Paulo e Minas Gerais e que frequentavam a sociedade carioca em uma época glamourosa, por isso teve muita cobertura da mídia e ajudou a popularizar a discussão sobre violência contra mulher no país.

Por meio da história do assassinato de Ângela Diniz, Praia dos Ossos ajuda a entender a como violência contra a mulher era tolerada pelo sistema judiciário e pelas classes abastadas e também como as coisas começaram a mudar.

3- A reconstituição de época é impecável

Você é transportados para o glamour da década de 1970 por meio da leitura de jornais, entrevista com pessoas que conviveram de perto com Ângela e Doca como casal ou que os conheceram separadamente. Há também trechos de arquivos de áudio e um rico acervo de fotos. O site da Rádio Novelo reúne documentos, fotos e até recortes de jornais da época.

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4- Olhar para o passado com os olhos de hoje

Outro mérito do programa é de olhar para o passado com os olhos de hoje e lembrar que a violência contra a mulher no país ainda é algo longe de ser superado. Em 2020, os feminicídios aumentaram em 7,1% segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Em nenhum momento o tom é otimista, mas dá pra ver o quanto foi possível avançar nas últimas décadas. 

5- O podcast mostra o machismo em relação à vítima

Ângela Diniz era considerada a pantera de Minas. Em alguns episódios, Praia dos Ossos analisa e conta um pouco sobre ser uma mulher perigosa, sedutora e carismática em um Brasil machista e conservador. Antes de Doca, o podcast conta que Ângela já sofria com o machismo e com ciúmes de outros companheiros e inclusive da alta sociedade. Tudo isso ajuda a entender como a sociedade pode julgar mais a vítima que o assassino.

Fonte: IG Mulher

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