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5 simpatias com mel para conquistar amor e dinheiro!

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5 simpatias com mel para conquistar amor e dinheiro!
Reprodução: Alto Astral

5 simpatias com mel para conquistar amor e dinheiro!

Quando o mel é bom a abelha sempre volta, não é mesmo? Além desse ingrediente ser super versátil na cozinha , ele é rico em minerais e melhora os níveis de colesterol . No entanto, poucos sabem, mas o mel também é um alimento poderosíssimo para fazer simpatias!

Para conquistar de vez a pessoa amada e aumentar suas chances de sucesso, apostar nas simpatias com mel é a decisão certa. Contudo, esses rituais também podem ser utilizados como ferramenta para atrair prosperidade ! Perfeito, não é?

Sendo assim, que tal adoçar um pouco mais sua vida apostando nessas simpatias com mel para conquistar amor e prosperidade? Confira:

Para arrasar na conquista

Comece escrevendo a lápis o nome da pessoa amada em um papel vermelho. Coloque o papel em um pires e despeje, em cima do nome, um pouco de mel e de canela, dizendo: “O poder do fogo tudo encanta e tudo transforma. Então, faça com que (nome da pessoa) se deixe encantar por mim. Com o doce do mel atraio (nome da pessoa) e com o calor da canela o seduzo. Que esta simpatia com mel me ajude a conquistar o amor de minha vida”. Acenda uma vela vermelha e coloque sobre tudo; observe sua chama durante dez minutos, enquanto visualiza mentalmente a pessoa que você quer conquistar.

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Para não perder ninguém

Coloque mel em um pires. Embaixo do pires, deixe uma folha de papel com o nome da pessoa que você não quer perder. Mantenha um copo de água ao lado do pires e não toque em nada dessa simpatia por três dias; não permita, também, que outras pessoas vejam. Ao final do terceiro dia, jogue a água do copo no pires e retire o mel.

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Amarrar seu par

Embrulhe uma foto 3×4 do seu amado em uma calcinha sua usada. Costure muito bem com uma linha vermelha e derrame sobre a peça uma colher (chá) de mel e pingue sete gotas do seu perfume preferido. Enterre o embrulho em um vaso de sua casa que tenha uma planta bem bonita e cuide muito bem dela. Caso a planta não vingue, refaça a simpatia até conseguir manter uma bem viçosa, jogando o vaso antigo (com tudo) no lixo.

Trazer de volta o amor

Estenda um pano em uma mesa e espalhe mel sobre esse pano. Adicione três sachês ou colheres de açúcar e misture para que o pano fique bem melado. Em seguida, recite a seguinte oração: “Meu amor de Deus, volte para meus braços, conheça meus braços, sou forte e quero ser sua (seu)!” Repita o processo durante quatro dias, contando o primeiro.

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Para chamar dinheiro na casa

Encha um vaso com água e misture uma colher (sopa) de noz-moscada e uma de mel. No mesmo vaso, coloque três ramos de rosas-amarelas e três ramos de girassóis. Então o deixe em algum lugar da casa ou do seu trabalho. Uma vez por semana, de preferência toda quinta-feira, troque os arranjos do vaso – ramos de flores, água, mel e noz-moscada – por novos.

Fonte: João Bidu

Fonte: IG Mulher

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Opinião: Obesidade não deveria ser considerada doença

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Thais Carla, Ellen Valias, Luana Carvalho, Jéssica Balbino, Juno Vecchi, Gabi Menezes, Malu Jimenez e Agnes Arruda: veja ativistas gordas para seguir abaixo
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Thais Carla, Ellen Valias, Luana Carvalho, Jéssica Balbino, Juno Vecchi, Gabi Menezes, Malu Jimenez e Agnes Arruda: veja ativistas gordas para seguir abaixo

Você sabia que a ideia de obesidade como doença foi construída a partir de um paradigma científico patriarcal e mercadológico? Esse mesmo estigma nos vendeu, há alguns anos, que pessoas LGBTQIA+ eram doentes. Hoje, os Estudos do Corpo Gordo defendem que nem todo corpo gordo pode ser considerado doente , por isso, rechaçam o uso da palavra obesidade para se referir à totalidade destes corpos. Pessoas gordas são apenas gordas. O marco da balança não é capaz de definir se a pessoa tem coração saudável, índices de glicose, etc.

Um estudo publicado esta semana pela revista científica Science MAG  dá conta que obesidade nem sempre significa problemas de saúde. “Há muitas pessoas classificadas como obesas e que não têm nenhum sinal de doença e vivem uma vida longa e saudável”, afirma à publicação o fisiologista Lindo Bacon, autor e defensor da positividade corporal e professor da Universidade da Califórnia. 

Bacon considera que o peso em si não é um fator determinante em doenças. Para o especialista, marcadores como condição social, discriminação e acesso a alimentos saudáveis são mais decisivos em relação à saúde das pessoas. Ele cita ainda estudos que atestam que pessoas gordas sem problemas metabólicos geralmente têm maior nível de escolaridade e têm melhores condições socioeconômicas do que as consideradas obesas com problemas de saúde.

Em março de 2020, um estudo publicado pela Nature Medicine  indica que a comunidade médica precisa urgentemente rever a ideia de patologização dos corpos gordos. O estudo demonstra como esse atendimento negligente, moralista e preconceituoso traz consequências graves para as pessoas gordas, como ansiedade, isolamento social, estresse, transtornos alimentares e suicídio, por exemplo. O estudo atesta que estas, sim, são doenças relacionadas diretamente à gordofobia, preconceito contra pessoas gordas.

Outro estudo é o “Obesidade em adultos: uma diretriz de prática clínica”, assinado por mais de 100 profissionais de saúde canadenses, publicado pela renomada Revista CMJA Open, que pede a revisão imediata do CID da obesidade e sugere sua exclusão . O documento propõe uma maneira mais humana para tratar os corpos gordos, considerando suas variações e necessidades, não o número de Índice de Massa Corporal (IMC) – formado por apenas duas variáveis: peso e altura. A medida é tão ultrapassada quanto a que, em tempos de eugenia, era usada para medir o crânio de pessoas negras e atestar violências contra estes corpos, acusando-os de serem menos saudáveis ou capazes.

Em 2013, a American Medical Association (AMA), decidiu classificar a obesidade como doença. Porém, antes da reunião, a associação pediu ao seu Comitê de Ciências e Saúde Pública para exemplificar a questão e o grupo trouxe um grande documento sugerindo que a obesidade não fosse oficialmente nomeada doença. No documento,  especialistas ressaltaram que não havia sintomas reais para que a questão fosse realmente considerada uma doença. Além disso, a medicalização da obesidade poderia ser danosa para as pessoas gordas, criando mais estigma e colocando-as em tratamentos desnecessários.

De acordo com o livro Nutrição Comportamental, os membros da AMA ignoraram as recomendações do comitê e argumentaram que o rótulo de doença traria mais benefícios do que danos. A questão econômica também falou alto, pois, caso o programa governamental de saúde americano reconhecesse a obesidade como doença, as pessoas passariam a ser elegíveis para tratamento e os médicos poderiam cobrar mais ao atendê-los.

Apesar de a obesidade ter sido considerada doença para que as pessoas recebessem tratamento adequado e para diminuir o estigma sobre os corpos gordos, o preconceito só piorou. Hoje, as pessoas gordas são ainda mais negligenciadas pelos profissionais da saúde .

A gordofobia médica é um problema vivenciado pela maior parte das pessoas gordas . Além da falta de aparelhos e objetos acessíveis, há muitos relatos de descaso dos próprios profissionais de saúde, sobretudo médicos, o que acaba gerando consequências graves na vida de uma pessoa gorda , inclusive um ciclo de não-cuidado.

O CID de doença (CID 10 E66) hoje nada mais é que uma ferramenta de poder da medicina para controlar, perseguir e invisibilizar os corpos gordos.

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Existe muita gente falando sobre isso. Confira abaixo oito perfis de ativistas para acompanhar.








O que é gordofobia? Entenda o que é esse preconceito e descubra as diversas indústrias que lucram com a insatisfação corporal ‑ sobretudo das mulheres ‑ e com os padrões de beleza.



Como combater a gordofobia? Empatia, conhecimento e despatologização do corpo gordo: saiba como lutar contra esse preconceito e contra esse estigma social que está institucionalizado na nossa sociedade. 


Todo gordo é doente ou come muito? A nutricionista Júlia Criscoullo responde essas perguntas de forma bem rápida e simples.


*A jornalista Naiana Ribeiro é ativista gorda e editora da PLUS, primeira revista para gordas do país

Fonte: IG Mulher

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