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9 coisas que uma dominatrix gostaria que você soubesse

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Juli Yume tem 41 anos, é hipnóloga, terapeuta holística e empreendedora. Além disso, é praticante de BDSM há mais de vinte anos e também atende pelo nome de Madame duBa, uma dominadora impiedosa com diversos submissos e escravos. 

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Instagram/@madameduba2

Madame duBa é dominadora tanto de homens quanto de mulheres


O Delas conversou com a Madame duBa para tirar algumas dúvidas sobre esse assunto cheio de preconceitos e tabus que é o BDSM e separamos nove itens para aqueles que querem conhecer mais sobre esse universo.

1- Os praticantes de BDSM são muito acolhedores

Juli conta que o que a atraiu para esse universo foi a moda: as roupas de látex, couro, as botas de salto muito alto. Aos 18 anos ela decidiu ir a um encontro de praticantes e descobriu que a prática ia muito além das roupas estilosas. Acabou fazendo muitos amigos e nunca mais largou o osso.

2- O empoderamento das dominatrix não vêm da dominação em si e sim de descobrir o que realmente gosta

“É muito difícil as pessoas falarem sobre sexo, especialmente mulheres. Então quando você consegue se entender nesse sentido e impor isso é um grande passo”, comenta Juli.

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3- Dommes podem ter relacionamentos com “baunilhas”

Praticantes de BDSM se referem a pessoas não adeptas ao mundo dos fetiches como “baunilhas”. Muitos acham que esse tipo de relacionamento não é possível, mas Juli atualmente está em um relacionamento com um baunilha e garante que com combinados e conversas, isso se torna viável, como qualquer outro relacionamento.

4- Nem sempre uma sessão de BDSM tem cunho sexual

A relação entre submissos e dominadores nem sempre envolve sexo. “Tem gente que tem relacionamentos com dinâmicas de dominação, chamados de 24/7, onde 24h por dia, 7 dias por semana os envolvidos vivem práticas fetichistas, mas nada é obrigatório ou imposto”, explica madame duBa. 

5- Filmes como 365 DNI e 50 Tons de Cinza distorcem as práticas BDSM

“É legal que eles tragam o assunto para a mesa, mas eles distorcem. O 365 DNI começa com um sequestro, ou seja, não é consensual”, diz Juli. “Mas fez com que mulheres que não se sentiam confortáveis em consumir e expressar sua sexualidade mudassem isso, então eu também gosto de ver o copo meio cheio”.

6 – Submissos e escravos sexuais não são a mesma coisa

“Submissos são submissos em momentos específicos. Por exemplo, você pode ir jantar com um submisso mas ali ele vai ser apenas seu amigo. Já o escravo decide uma vez que vai ser seu escravo e se torna seu escravo em todos os momentos”, explica. 

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7- As dinâmicas e as regras são sempre conversadas e podem mudar

As dinâmicas de fetiche BDSM, sendo sexuais ou não, são sempre acordadas entre os participantes. Como por exemplo o uso de safe words — códigos de segurança — que são usados quando um dos participantes não está se sentindo confortável e quer interromper a prática.

8 – Algumas dominadoras podem “dar” seus escravos de presente para as amigas

Já pensou receber de presente um homem disposto a realizar todas as suas vontades? Pelo jeito, se você se tornar amiga de Juli, isso pode acontecer. “Eu combino com algumas escravos que posso mandá-los de presente. Quando eu decido fazer isso, eles não podem negar. Dou o nome, o endereço e o que ele deve fazer. Geralmente é fazer uma massagem e um oral e depois ir embora, eles não podem trocar contatos com a pessoa”, fala duBa.

9- As dommes também cuidam dos submissos

Acima de tudo, é importante que todos estejam cientes que os participantes dessa dinâmica são humanos. Portanto, em dias que os submissos não estão bem, eles têm espaço para conversar com suas dominadoras. “É um relacionamento, você tem que zelar pela saúde mental e física da outra pessoa”, diz Juli.

Fonte: IG Mulher

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Conto da Baba Yaga: a bruxa mais famosa do leste europeu

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João Bidu

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Ana Melo

Conto da Baba Yaga: a bruxa mais famosa do leste europeu

A famosa bruxa já apareceu em diferentes filmes, porém, muito pouco se sabe sobre essa figura tão marcante do folclore eslavo. Há diversas versões de quem é Baba Yaga e o que ela fazia, e ela vai muito além de uma história de terror para assustar criancinhas. 

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A história dessa velha senhora tem várias versões, inclusive, ela tem vários nomes e pouco se sabe sobre o real significado e origem de cada um deles. Típico de histórias que sobreviveram anos e anos a partir da linguagem oral, passando-se de geração em geração, é bem difícil mapear e rastrear sua origem e como foi desenvolvida. Acredita-se que a história era contada para assustar as crianças e afastá-las do perigo das florestas.

A história mais contada é a versão russa, na qual, Baba Yaga é uma senhora com aparência pouco agradável que vive em uma pequena casa com um ou dois pés de galinha que possibilita que a casa se movimente pela floresta. Além disso, algumas lendas falam de sua decoração peculiar com ossos humanos e crânios de olhos brilhantes, já que a velhinha era conhecida por canibalismo também. A senhora tinha um espírito viajante e voava dentro de um caldeirão, com auxílio de um pilão como remo, enquanto varria o caminho com uma vassoura com cabelos humanos para apagar seus rastros.

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Hoje, também chamada de Ведьма (ou ved’ma), Baba Yaga é vista como a bruxa má e feia, feroz que devora pessoas, mas, saiba que existem muitas outras versões que mostram um lado bem diferente disso. A figura desse mulher mística era conhecida também como vidente, por ser alguém bastante sábia e bastante associada com a arte da adivinhação, além disso, muitos contos mostram-na como um mulher antiga que guardava séculos de conhecimento. Podia até não ser tão simpática, mas era gentil e ajudava quem precisava de sua ajuda.

Alguns historiadores acreditam a Baba Yaga teve sua origem em contos pagãos, como uma divindade, e foi demonizada com o tempo a partir do momento que o cristianismo se espalhou pela Europa. Pouco ainda se sabe dessa anciã, contudo, é evidente que as diversas versões de seus contos só mostram a importância dessa figura para a cultura local dos países do leste europeu. 

A ambiguidade das histórias representa uma mulher impetuosa, porém maternal. Baba Yaga, como figura ancestral, simboliza a morte, luz e nuvem, também conhecida por Deusa da Terra. Apesar disso, apenas os contos negativos dessa anciã são de conhecimento das pessoas, representando sempre uma vilã com aparência horripilante que devora pessoas.

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Mesmo depois de muitas gerações contando histórias sobre ela, Baba Yaga é enigmática e muito do que se sabe sobre ela, ainda é muito pouco. Sem dúvidas, uma figura marcante que jamais deverá ser perdida no esquecimento.

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Fonte: IG Mulher

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