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Adolescente sofre queimaduras no rosto após shampoo para piolhos pegar fogo

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Ao sair do colégio interno para passar as festas de fim de ano em casa, Aleema Ali descobriu que estava com piolho e começou a usar um shampoo médico para combater o problema.


antes e depois
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Aleema tinha 12 anos quando queimou 55% do seu corpo


Mas enquanto ela esperava os cinco minutos recomendados para o produto fazer efeito, ela foi para a cozinha. Sua mãe estava cozinhando e nenhuma das duas percebeu que o shampoo de Aleema era extremamente inflamável. 

Quando a menina passou perto do fogão, a sua cabeça rapidamente começou a pegar fogo.

Rapidamente a menina foi levada para o hospital e teve que ficar em coma por dois meses. Atualmente, quatro anos depois do acidente, Aleema está voltando a reconstruir sua vida em Bradford, no norte da Inglaterra, onde mora.

A jovem sofreu queimaduras por 55% do seu corpo incluindo seu rosto, cabeça, braços, peito, coxas, costas e mãos. Ela perdeu sete dedos e só é capaz de movimentar dois dos que restaram

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Ela passou por várias cirurgias de reconstrução com enxerto de pele e até hoje faz tratamento com medicamentos e produtos tópicos para lidar com as queimaduras.

Ela disse: “De certa forma, eu sou grata por isso ter acontecido. Me transformou em uma pessoa melhor. Meu amor próprio e minha confiança aumentaram rapidamente. Sou muito mais forte, corajosa e confiante do que antes”. 

Fonte: IG Mulher

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Em 2 meses, movimento Me Too Brasil recebe mais de 70 denúncias

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mulher de cabeça baixa
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Movimento Me Too Brasil conta com parceria do Projeto Justiceiras


No mês de setembro deste ano, o movimento Me Too , que ganhou visibilidade nos Estados Unidos, chegou ao Brasil. Dois meses depois da estreia da plataforma Me Too Brasil , os canais virtuais já somam cerca de 70 pedidos de ajuda, sendo que a maioria era queixa de  estupro de vulnerável contra crianças de 9 a 10 anos.


O Me Too foi originalmente criado pela ativista Tarana J. Burke em 2006, mas ficou conhecido em 2017 depois que atrizes hollywoodianas passaram a usar a frase nas redes sociais para denunciar abuso sexual .

No Brasil, as denúncias chegam por canais como WhatsApp, Instagram, Twitter e pelo próprio website do movimento. O Projeto Justiceiras também se envolve com o movimento por sua experiência de atendimento às vítimas em todo Brasil. São mais de 4 mil voluntárias para fazer o encaminhamento para serviços jurídicos, socioassistenciais, ajuda psicológica, rede médica, rede de apoio e de acolhimento.

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O Me Too Brasil foi fundado pela advogada Mariana Ganzarolli e trabalha em parceria com a Promotora de Justiça Gabriela Manssur. Ganzarolli afirma que os serviços de recebimento de queixas deve abranger o máximo de pessoas. “Trabalhamos para que todas as pessoas, inclusive homens, independente da razão do abuso, busquem os canais de denúncias que disponibilizamos. Somente com informação podemos ajudar a diminuir o número de casos. Muitas vezes, um abusador é, na verdade, um predador, ou seja, não pratica esse tipo de crime apenas uma vez, faz uma série de vítimas”, afirma.

A maior parte das denúncias recebidas eram de estupro  de vulnerável contra meninas entre 9 e 10 anos de idade, que foram violentadas por pessoas próximas ou da família. A maior parte deles eram padrasto, primo ou tio da vítima. “Infelizmente, a realidade do abuso sexual no Brasil, em sua maioria, ainda é a da pedofilia. Grande parte das denúncias que recebemos trazem esse retrato, onde o agressor está dentro de casa”, explica Ganzarolli.

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Você precisa de ajuda?

Você pode pedir ajuda pelas redes sociais do Me Too Brasil , pelo website do projeto ( metoobrasil.org.br ), pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp (11) 99639-1212. Você não está sozinha!

Fonte: IG Mulher

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