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Alerta tendência: as meia-calças coloridas estão chegando com tudo nesse inverno

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Alerta tendência: as meia-calças coloridas estão chegando com tudo nesse inverno
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Alerta tendência: as meia-calças coloridas estão chegando com tudo nesse inverno

Apesar de ser mais associado às cores frias e sóbrias, o inverno é um ótimo momento para apostar em tons mais divertidos e quentes. Assim, indo na contramão de coleções anteriores, as propostas de outono-inverno estão cada vez mais coloridas, provando que é possível fazer combinações além da tradicional paleta composta por variações de preto e cinza, que é normalmente adotada nos meses mais frios.

Casacos, bolsas e sapatos costumam ser a peça mais comum quando falamos sobre o ponto alto do inverno, mas um item em especial tem conquistado espaço no guarda-roupa das fashionistas: as meia-calças coloridas. E podemos dizer que elas chegaram para ficar! Febre nos anos 1980, a peça se modernizou e ganhou uma pegada mais jovem ao ser confeccionada em tonalidades mais fortes como amarelo, rosa, roxo, vermelho e laranja. Jailma Pacheco, influenciadora e especialista em moda, aponta que apesar de causarem medo na hora de usar, o segredo é considerar a individualidade da peça ao compor um look, especialmente para manter uma linha coerente de disposição dos itens. “Sem dúvida, a maneira mais segura e elegante de se montar uma proposta com meia-calça colorida é apostar na estética monocromática. A paleta de cores única confere o alongamento da silhueta”, aponta.

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Jailma Pacheco mostra algumas opções de looks com meia-calças coloridas./ Divulgação

Outra dica é utilizar o círculo cromático para aumentar as possibilidades de combinação. Para quem não sabe, o círculo cromático é um círculo formado por doze cores, sendo três primárias (vermelho, amarelo e azul), três secundárias (roxo, verde e laranja) e seis terciárias (todas as cores provenientes da mistura entre cores primárias e secundárias) – e a parte boa é que ele não serve só para os looks, ele também pode ser levado em conta na hora de decorar a casa , por exemplo.

Jailma explica que “por meio dessa ferramenta é possível visualizar de maneira lúdica, o contraste e a possibilidade de união entre as cores. Combinações tríades, que usam três cores opostas formando um triângulo, são as mais ousadas e transparecem criatividade. Nesse caso, opte por uma cor na meia-calça, outra em uma peça única, como um vestido e por fim uma no casaco”. Para aquelas que desejam usar a meia-calça colorida e ainda assim manter uma estética mais discreta, a especialista aponta que as combinações análogas, que usam cores próximas, são as mais recomendadas. “Como o contraste entre as cores é pequeno, o visual fica alegre sem necessariamente ser muito chamativo. Na hora de escolher as cores, as pessoas podem considerar as que melhor contrastam com o tom de pele e cabelo”, ensina.

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Fonte: IG Mulher

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FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães

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FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães
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FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães

Sabe quando seu cachorro sai correndo pela casa como um foguete? Esses momentos de agitação têm um nome: Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias, ou, na sigla em inglês, FRAPs ( Frenetic Random Activity Periods ). Esses períodos nada mais são do que um acúmulo extremo de energia que ocorre nos cães, podendo ser comparados às descargas de adrenalina nos seres humanos.

Mas fique tranquilo. Segundo Frederico Fontanelli Vaz, docente e coordenador do curso de medicina veterinária da Faculdade Anhanguera ABC, o comportamento é totalmente normal. “É um comportamento natural dos animais”, ele ressalta. Além disso, essa descarga de energia não dura mais do que alguns minutos – em cães de grande porte, pode se prolongar por mais tempo do que em raças pequenas.

Vaz esclarece que o comportamento costuma ocorrer após episódios que desencadeiam algum tipo de estímulo no animal. O médico usa como exemplo o banho, uma refeição ou cochilo e até mesmo a volta de seu tutor ao lar depois de um intervalo longo de tempo. “Isso acontece porque são momentos em que eles estão prontos para gastar a energia reposta”, complementa o veterinário.

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E para quem está se perguntando: sim, os bichanos também podem apresentar tal comportamento. Mas, de acordo com o médico veterinário, há algumas diferenças. Ele explica que os gatos são caçadores por natureza. “Por isso, instantes antes do animal apresentar um FRAPs, os tutores podem perceber que ele está em estado de alerta, parecendo que viu ou ouviu algo ameaçador ou curioso”. Mas, assim como nos cães, também é possível que o gato apresente o comportamento após as refeições ou após horas de sono.

Todavia, Vaz pontua que, apesar de natural, essa descarga de energia só é um bom sinal quando esporádica e diz que, se os períodos forem muito repetitivos, é preciso ficar atento. O profissional recomenda procurar por um médico veterinário “a qualquer sinal diferente do comportamento natural”.

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No caso dos cães, ele ainda comenta que os Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias podem ser confundidos com o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). “Neste caso, os cães podem perseguir a cauda, seguir sua própria sombra ou ‘morder o ar’, como se estivessem tentados a pegar um inseto”, ele pontua.

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O médico veterinário também faz questão de lembrar um ponto importante: os tutores devem evitar correr atrás do animal. Isso porque a ação pode levar o pet a pensar que está sendo perseguido, fazendo-o correr ainda mais. “Imagine se isso ocorrer em um local aberto, é perigoso”, ele comenta. Portanto, na rua, para evitar acidentes, controle sempre seu cão e mantenha-o na guia ou coleira. “Em casa, o tutor deve evitar deixar objetos pelo chão para que o cão ou gato não se machuque”, finaliza Vaz.

Consultoria: Prof. Frederico Fontanelli Vaz, graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Lavras (2011) e doutor em Ciências pelo programa de Patologia Experimental e Comparada na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – USP. Atualmente, atua como docente e coordenador do curso de medicina veterinária na Faculdade Anhanguera ABC.

Fonte: IG Mulher

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