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Como a Astrologia pode ajudar no desenvolvimento de equipes no trabalho

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João Bidu

Utilize a Astrologia a seu favor para desenvolver sua equipe de trabalho - Crédito: fauxels/Pexels

O desenvolvimento de equipes produtivas e engajadas é um desafio constante para as lideranças, tanto nas grandes empresas quanto para os pequenos empreendedores.

São diversos os fatores fundamentais a ser considerados na construção dessa tarefa, como a personalidade de cada integrante da equipe, as distintas habilidades, as diferentes gerações, entre outras questões que tornam grande a complexidade para definir uma única solução ou estratégia. Por isso, independentemente das ferramentas e estratégias adotadas, o trabalho precisa ser constante.

Hoje já existe uma energia de  autoconhecimento  para desenvolver equipes, além de diversas ferramentas disponíveis para a análise do perfil de líderes e liderados.

Mas, as contribuições que a Astrologia pode oferecer nesses casos ainda é pouco difundida e são os benefícios dessa ferramenta milenar que eu quero compartilhar com vocês hoje.

Analisando o mapa astral de cada um dos integrantes de uma equipe, é possível checar:

As habilidades e competências individuais

  • Estágio atual de desenvolvimento ou maturidade dessas habilidades;
  • Facilidade ou dificuldade para estreitar parcerias e a forma como são estabelecidas;
  • Perfil comportamental no ambiente de trabalho;
  • Estilo de rotina mais adequada ao perfil da pessoa – propenso a viagens, deslocamentos, local fixo, home office entre outros;
  • Necessidades individuais de forma geral como reconhecimento, envolvimento em atividades intelectuais ou de contato social, que quando atendidas ampliam a satisfação e o engajamento do indivíduo.
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Além das avaliações individuais, a Astrologia possibilita uma análise da dinâmica desse grupo alinhado às expectativas que se tem para a equipe em questão. Alguns exemplos:

  • Avaliar estrategicamente a adequação do perfil individual as diversas atividades da equipe;
  • Contribuir para o reconhecimento da contribuição que cada um na equipe com suas habilidades e gerar uma valorização das diferenças; • Intermediar situações especificas de conflito analisando a causa raiz através da técnica de sinastria;
  • Gerar uma visão consolidada das competências e habilidades centrais dessa equipe através da “soma dos mapas”, o que chamamos de assinatura astrológica. Por exemplo, para uma equipe que trabalhe com inovação ter uma assinatura astrológica aquariana pode trazer ideias e contribuições disruptivas. Já se a assinatura for virgem, a dinâmica do grupo, mesmo que tenha pessoas inovadoras, pode estar sempre mais focada nos processos e métodos do que em romper com a burocracia.

Esses são alguns dos exemplos do que a ferramenta astrológica pode contribuir para o desenvolvimento de equipes no mundo dos negócios. Estamos em um período em que os desafios são muitos e cada dia mais complexos em que às vezes, como disse Albert Einstein, precisamos buscar soluções diferentes para que possamos ter diferentes resultados.

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Texto: Vanessa da Rocha – Astróloga pessoal e empresarial

Instagram: @vanessadarocha.astrologia | @astrologiaparanegocios

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Fonte: IG Mulher

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“Não posso ser reduzida a ‘uma sapatão'”, diz Bruna Linzmeyer

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Bruna Linzmeyer não tem tabus quando o assunto é sexualidade. A atriz, que namora a DJ Marta Supernova , fala sem problemas que é uma mulher que se relaciona com outras mulheres. Recentemente, ela também refletiu sobre a importância da representatividade de pessoas LGBTQ+ para o público. 

Bruna Linzmeyer
Reprodução/Instagram

Bruna Linzmeyer fala sobre representatividade e identificação com a sigla LGBTQ+

“Eu sou uma das referências para essas pessoas que me seguem, acompanham, não sou única, nunca serei. Somos muitas. Eu me identifico como sapatão, mas não é a única coisa que eu sou. É também. Não existe só um jeito de ser sapatão, de amar mulheres. Não podemos universalizar esse termo, esse jeito de ser”, Bruna disse em entrevista à revista Glamour. 

A global também falou que se interessa muito pelo sinal de + na sigla. “É tudo o que vai além, o que ainda pode ser. É sobre todas as possibilidades, e essas caixinhas que às vezes as letras reproduzem não podem nos reduzir a mais caixinhas. Não posso ser reduzida a ‘uma sapatão’. Isso não é tudo o que sou. Minha caixinha tem furos, pertenço a outras coisas”, ela continuou. 

Bruna também ressaltou a importância de falar sobre a comunidade LGBTQ+ de maneiras que não tratem apenas de violência e sofrimento. A atriz argumenta que é necessário mostrar notícias boas e personalidades que estão crescendo e conquistando frutos de seus trabalhos, para que as pessoas “sejam capazes de recusar essas dores e terem autonomia para dar a volta nelas, seguindo a vida”.

“Ainda tem muita gente morrendo, física e simbolicamente. É muito grave e sofrível. Eu já morri simbolicamente pelo o que eu sou, e isso dói muito. Falar desses assuntos, trocar é para que menos pessoas sejam assassinadas emocionalmente, intelectualmente, fisicamente. Tem muita dor atravessando nossos corpos, e considerando a interseccionalidade, essas dores são diferentes para casa pessoa”, ela falou. 

Sobre ser representatividade, Bruna contou que um caso que viveu antes do isolamento social. Ela lembrou de quando estava no cinema e foi abordada por um casal de meninas jovens. “Vieram me agradecer porque elas conseguiram falar para os pais, que estavam ali com elas. Me contaram a história delas e pediram uma foto. Eu só disse: ‘Agora quem também quer a foto sou eu!’. Óbvio que eu sei que tem muitas pedras no caminho, retaliações, mas saber que a minha postura faz sentido para alguém, me dá carinho no meu íntimo. Se faz sentido para alguém, faz sentido para mim também”, reflete. 

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Fonte: IG Mulher

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