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Confira quais são os signos que mais traem

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Alto Astral

Homem falando no celular e mulher desconfiada

Acredite se quiser, mas é possível descobrir alguns casos de traição através do zodíaco. Como a astrologia interfere na nossa personalidade, ela está influencia na forma como nos relacionamos. Saiba quais são os signos que mais traem e veja em que posição está o seu.

Ranking dos signos que mais traem

1º) Gêmeos

Como muda de opinião muito facilmente, esse signo pode acabar ficando com duas pessoas ao mesmo tempo. Além disso, ele pode enjoar de alguém rapidamente, por isso, ele está no topo da lista.

2º) Sagitário

O sagitariano adora uma aventura e novidades, por isso, há chance de se envolver com mais alguém enquanto ainda estiver em um relacionamento, cuidado!

3º) Escorpião

O escorpiano é muito ligado ao sexo e a vontade de curtir o seu desejo com outra pessoa pode ser difícil de segurar. Por isso, tome cuidado ao entrar em um relacionamento com alguém de escorpião.

4º) Leão

O leonino ama descobrir que alguém gosta dele e é quase certo que vai investir caso receba uma cantada, mesmo se ele estiver em um relacionamento com outra pessoa.

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5º) Áries

O ariano pode se cansar da rotina de casal rapidinho, pois ele está sempre em busca de novas experiências. Então cuidado, pois ele pode se entusiasmar por outra pessoa, mesmo estando num relacionamento sério.

6º) Libra

Se alguém bastante sedutor investir, vai ser difícil esse signo não cair na tentação de pular a cerca. Tome cuidados com librianos, pois apesar de serem apaixonados, também podem ser infiéis.

7º) Aquário

Quando é contrariado, o aquariano pode ficar todo rebelde e querer acabar o relacionamento com uma traição. Por isso, é importante ouvir as pessoas desse signo para evitar possíveis desentendimentos.

8º) Câncer

Cancerianos costumam ser totalmente apaixonados pelas pessoas com quem se relacionam, mas se surgir um grande sentimento por outro, as chances de se entregar são grandes.

9º) Peixes

Piscianos necessitam de atenção e carinho, e caso o parceiro não ofereça isso a eles, as chances de aceitar sair com alguém que dê isso a ele podem ser grandes.

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10º) Capricórnio

Por ser um signo de terra e muito persistente, o capricorniano só irá trair se o relacionamento já estiver num clima ruim ou quase no fim. O melhor a se fazer, nesses casos, é chamá-lo para ter uma conversa sincera.

11º) Touro

Os taurinos são muito românticos e valorizam a fidelidade mais que tudo em um relacionamento. Por isso, é quase impossível que eles traiam o parceiro, mas toda regra tem sua exceção.

12º) Virgem

Racionais demais, os virginianos nunca desperdiçam seu tempo ou tomam atitudes sem pensar nas consequências, por isso, é muito raro que eles traiam. Na maioria das vezes, eles serão fiéis.

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Fonte: IG Mulher

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‘Meu marido se transformou após frequentar grupo sobre masculinidade’

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A analista de processos em TI Érica Affarez e o programador Fábio Novaes, ambos de 36 anos, estão em um relacionamento há 15 anos. Se ela pensou que até esse momento já teria conhecido todos os lados da personalidade de seu marido , estava enganada. Segundo ela, nos últimos dois anos, ele passou a frequentar um grupo de conversas sobre masculinidade — e que o resultado não poderia ser melhor.


fabio novaes e érica affarez sorriem para a câmera
Acervo pessoal

Érica Affarez conta como Fábio Novaes, seu marido, entrou em um grupo sobre masculinidade


O grupo  Ressignificando Masculinidades foi fundado por um amigo do casal, que o convidou para um encontro em um domingo, em 2018. “Ele voltou da primeira vez super emocionado, vibrante”, conta Érica por telefone ao Delas.

Na época, os encontros aconteciam na casa de um dos membros, porém o que eram sete pessoas acabou se tornaram 40. Isso fez com que os encontros migrassem para o Centro Cultural São Paulo, na capital paulista.

Além dos encontros presenciais, a conversa evoluiu para um grupo de WhatsApp com mais de 200 homens em todo Brasil. Fábio acabou se tornando um dos organizadores.

Além de tratar sobre situações do cotidiano, esses homens se reúnem para conversar sobre suas existências e para trabalhar em suas desconstruções. Temas como masculinidade negra, uso de pornografia, paternidade e até mesmo  abuso sexual são abordados.

Segundo Érica, também existem ocasiões em que homens pediam ajuda porque estavam passando necessidades. Ela narra que em um dos encontros, um deles pediu ajuda para comprar um botijão de gás e para encontrar um emprego. “Eles [os participantes do grupo] se mobilizaram para instalar o botijão na casa dele. Depois de um tempo, ele voltou para falar que tinha conseguido se estabilizar e agradeceu”, lembra ela.

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Mais do que estar presente e poder falar, Érica viu que presenciar situações como essa e compartilhar esses relatos também fizeram a diferença. “Essas histórias também transformam o Fábio”, diz.

Como um grupo de masculinidade ajudou Fábio

Érica descreve o marido como uma pessoa tranquila e aberta. “Eu nunca tive problemas com abuso no relacionamento nem nada disso”, pontua. “Mas ele é homem. E tinham coisas moldadas nele que tinham detalhes machistas, é impossível passar ileso”, acrescenta.

Antes do grupo, ela percebia que uma das “coisas de homem” que ele mais fazia era guardar as coisas para si. “Às vezes a gente discutia no domingo e ele só falava para mim o que o deixou chateado na terça. Isso me irritava, porque eu já tinha dito tudo e já até tinha esquecido o motivo da briga”, conta.

Érica vê o processo de autoconhecimento e de desconstrução do machismo no parceiro com muito entusiasmo e apoio. “Hoje sinto que conseguimos resolver as coisas ali na hora, sem mágoas e sem guardar rancor”, diz.

Além das mudanças no relacionamento, a analista percebe que Fábio passou a ganhar mais confiança em si mesmo e passou a tomar mais atitudes para se autoconhecer. “Ele foi fazer coisas muito legais, tipo dar palestra em uma escola. Eu nunca na vida imaginei o Fábio fazendo isso. Ele também está fazendo terapia há um ano. Foi bem incrível”, relata.

Por que é preciso falar sobre masculinidade?

Érica e Fábio sorriem para a câmera
Acervo pessoal

“Ele foi fazer coisas muito legais, tipo dar palestra em uma escola”, diz Érica sobre Fábio

Uma pesquisa realizada com 40 mil pessoas pelo Instituto Papo de Homem, em 2019, traçou um perfil sobre a masculinidade no Brasil. Foi constatado que os homens são ensinados desde sempre a não falarem sobre suas emoções e sentimentos.

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Segundo o instituto, 7 em cada 10 homens responderam que durante a infância foram educados a não mostrar fragilidade. Como consequência, a pesquisa de aponta que quase 76% dos homens sofrem de algum distúrbio emocional atualmente.

Além disso, outros problemas como a dependência alcoólica e até mesmo o encurtamento de suas vidas podem ser decorrência deste silenciamento, uma das marcas do machismo enraizado.

A pesquisa “Precisamos falar com os homens?”, feita pelo Papo de Homem em parceria com a ONU Mulheres, em 2016, aponta ainda que 7 em cada 10 homens não conversam com seus amigos sobre sentimentos profundos.

“É difícil homem se encontrar com os amigos para sentar e falar de medos, dúvidas e problemas, como as mulheres fazem. Eles até falam de algo cotidiano ou de uma situação que viveu, mas nunca fala de problema”, observa Érica.

Por não serem ensinados a falar sobre seus sentimentos, a própria masculinidade é negligenciada, já que se espera que o comportamento seja um padrão para todos. O resultado aponta que apenas 1 em cada 10 homens falam com suas figuras paternas sobre o significado de ser um homem.

Érica afirma que foi só depois que o marido começou a participar do grupo que ela descobriu que homens também sofrem com pressão de estereótipos e inseguranças, por exemplo.

“A masculinidade é mesmo muito frágil, porque o homem não pode demonstrar nenhum tipo de sensibilidade. Apontam para alguém que gosta de ballet e música clássica, por exemplo, como se fosse gay, como se fosse menos homem”, explica.

Para ela, rodas de conversa sobre masculinidade deveriam ser mais disseminadas para que esse espaço de fala e escuta seja incentivado entre os homens. “É muito importante que existam. Os homens também precisam falar”.

Fonte: IG Mulher

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