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Criança de apenas 4 anos revela que viu pai matar sua mãe em consultório

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Shirley foi assassinada por Rafael
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Shirley foi assassinada por Rafael


Rafael Rodrigues Manoel, de 35 anos, matou sua ex-esposa, Shirley Rúbia Gertrudes de 39, dentro de um hospital particular em Ceilândia, no Distrito Federal, nesta segunda-feira (14).  O crime aconteceu durante uma consulta médica da filha do casal, de apenas 4 anos. Mas um detalhe revelado pela irmã da vítima torna a história ainda mais triste e chocante.

Ao G1, a manicure Girlene Cristina afirmou que a filha do casal presenciou o crime e contou aos parentes o que ocorreu dentro do consultório médico. “Ela viu tudo. Ele fazendo, ele correndo. Ela fala: ‘Meu pai matou minha mãe'”, disse.

De acordo com a família de Shirley, Rafael não se conformava com a separação e cometeu suicídio logo após o crime. A relação dos dois, que durou seis anos ainda segundo informações de parentes, era muito conturbada. “Ele ameaçava. Ela sempre me falava por telefone. Dizia que qualquer coisa que acontecesse, tinha sido ele”, afirmou Girlene.

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Segundo informações do G1, filha do casal foi atendida pelo departamento psicológico da unidade de saúde. A delegada da Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (Deam II), Adriana Romana, afirma ainda que, mesmo com os relatos sobre o relacionamento do casal, não foi encontrada ocorrência ou medida protetiva envolvendo Shirley Rúbia Gertrudes. A investigadora afirma que o caso é tratado como feminicídio.

Fonte: IG Mulher

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Após ser contra aborto em criança, Damares diz ser chamada de estupradora

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Damares critica aborto de menina de 10 anos%3A 'Poderia ter feito cesárea'
IG – Último Segundo

Damares critica aborto de menina de 10 anos: ‘Poderia ter feito cesárea’


Nesta terça-feira (22), a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que vem sendo chamada de “estupradora” e de “pedófila” desde que se posicionou  contra o aborto legal da menina de dez anos estuprada pelo tio no Espírito Santo. Há ainda a suspeita de que a ministra tenha tentado interferir no caso para que o procedimento não fosse realizado.

“Sempre que puder salvar as duas vidas, nós vamos lutar para salvar as duas vidas. É a minha posição. Vamos ler o que está por trás de tudo isso, vamos esperar os resultados das investigações. Vamos esperar. Inclusive eu estou sendo acusada de estupradora, de pedófila, que eu defendo pedófilo”, disse Damares em entrevista dada à rádio Gaúcha após reportagem da Folha de S. Paulo, que a acusa de  coordenar operação para impedir o aborto.

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Segundo a reportagem, a ministra coordenou uma operação para transferir a garota de dez anos de São Mateus, no Espírito Santo, para um hospital em Jacareí, em São Paulo, onde a gestação seguiria até o parto, apesar do risco.

Na entrevista para a rádio, Damares voltou a negar as acusações da reportagem.  Sobre o vazamento do nome da criança, Damares minimizou a culpa de Sara Giromini: “Sara Winter [Giromini] trabalhou três meses aqui no Ministério e saiu em outubro de 2019. Pelo que Sara Winter falou, em sua defesa, o nome dessa menina estava rolando em diversos grupos — e ela tem como provar que recebeu o nome dessa menina muito cedo. Sara Winter gravou um vídeo, mas não foi Sara Winter que vazou. Esse nome já estava durante a semana vazado e é isso que eu quero descobrir. Sara Winter não podia ter gravado o vídeo dizendo o nome da menina, mas quem vazou esse nome? Eu quero saber quem vazou esse nome”.

Fonte: IG Mulher

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