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Crianças devem entrar em grupos de WhatsApp?

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Criança no celular
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Criança no celular

Durante o último ano,  adultos e crianças passaram a se comunicar muito mais através de redes sociais com o objetivo de evitar aglomerações. Sendo assim, trabalhamos, estudamos e nos relacionamos através de aplicativos.

Mas a partir de que idade as crianças podem entrar em aplicativos de comunicação como o WhatsApp?

Segundo o próprio aplicativo, no Brasil a idade é de 13 anos, ou seja, na hora de efetuar o cadastro é necessário informar a data de nascimento. Se o seu filho tem menos de 13 anos e ja está participando dessa rede social, ele teve que mentir a data de nascimento, cometendo assim falsidade ideológica.

Mas, não é disso que trataremos aqui, e sim com qual idade a criança pode participar de redes sociais como essa, de maneira que não seja prejudicial a ela mesma.

Cada vez mais cedo as crianças estão ganhando celulares com funções de smartphone, geralmente por causa da tranquilidade dos pais. Desta maneira, eles podem manter contato com os filhos a qualquer momento, mas quando você dá um aparelho celular para o seu filho, você abre para ele uma porta parao mundo. Então, certifique-se que seu filho esta preparado para isso.

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Os perigos que envolvem as crianças no WhatsApp são inúmeros, como falta de privacidade que esse aplicativo dá a quem o utiliza – as mensagens são criptografadas, mas os dados de utilização são colhidos pelo aplicativo – nesse caso desde pequenas as crianças ja começam a ser monitoradas pelas redes sociais.

Outros perigos podem ser nominados:

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– A criança pode estar falando com uma pessoa que não é aquela que ela está pensando que é. Aceitar pessoas desconhecidas em um grupo pode trazer para dentro todo tipo de pessoa e não somente crianças com os mesmos interesses que seu filho.

– Sofrer golpes financeiros: grande parte de golpes financeiros virtuais ocorrem através do WhatsApp. Uma criança não tem discernimento para saber que tipo de informação pode ou não fornecer.

– Bullying: o aplicativo é muito utilizado para fazer e receber bullying. A criança deve estar ciente que jamais pode postar algo sobre alguém que ela não possa falar pessoalmente.

– Fotos, vídeos e dados pessoais postados ficam para sempre.

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Tudo citado acima também são riscos para adultos, mas eles estão mais preparados e têm mais maturidade para entender os riscos envolvidos.

Mesmo se seu filho que utiliza essa rede social tenha sorte de não cair em golpes, o WhatsApp ainda pode ser terrivelmente prejudicial a ele. Basta uma imagem de algo que ele não compreende, um vídeo impróprio, um áudio invasivo que isso pode ficar gravado em seu inconsciente sem que ele sequer perceba, e retornar de formas inesperadas, como medos, fobias, distúrbios e vários outros.

Avise a criança sobre os perigos, utilize aplicativos de controle parental, verifique o que seu filho está fazendo na internet, tenha a senha do celular dele e converse sobre o que o mundo virtual realmente representa.

Procure estabelecer com seu filho uma relação de diálogo e confiança ainda pequeno. Essas relações são difíceis de constituir na adolescência, época em que as crianças começam a tentar entender quem elas são e não querem interferência dos pais para isso.

Existem motivos para que a censura do WhatsApp seja de 13 anos, como existem motivos para censura de músicas, filmes e programas na TV e no cinema. Procure respeitar esses limites, isso fará bem ao seu filho.

Fonte: IG Mulher

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Moda acessível: “Pessoas com deficiência também são potenciais consumidores”

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Tênis novo da Nike é adaptável para pessoas com deficiência
Divulgação/ Reprodução

Tênis novo da Nike é adaptável para pessoas com deficiência



A ativista PcD e produtora de conteúdo Ana Clara Moniz, de 21 anos, que possui atrofia muscular espinhal, encontrou um tênis que servisse em seu pé pela primeira vez quando uma famosa de calçados lhe enviou um calçado sob medida que abre na parte superior.

“Um simples detalhezinho que foi ele abrir todo já ajudou para que eu conseguisse calçar. São pequenas conquistas, mas que fazem todo o sentido”, explica a jovem.   




Você viu?

Tênis da Nike adaptável para pessoas com deficiência
Divulgação

Tênis da Nike adaptável para pessoas com deficiência


Agora uma grande marca aparentemente decidiu investir na produção de calçados para pessoas que compartilham dessas limitações. Este mês a Nike lançou a linha de tênis a Nike Go FlyEase, rápida, fácil de calçar e adaptável para pessoas com mobilidade reduzida.

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Sem necessidade de amarrar o cadarço, o tênis abraça o pé com apenas um toque. O modelo que deve ser comercializado a R$650, está disponível inicialmente para membros selecionados e tem previsão para a venda no fim de 2021. 

“É muito importante para nossa independência. Não tenho muita força no meu corpo, tenho dificuldade em levantar os braços e isso dificulta em vestir uma roupa sozinha. É incrível ver marcas se preocupando com nossas necessidades individuais, não sendo algo só de marketing. Nós, pessoas com deficiência, também somos potenciais consumidores”, diz. 

Assim como os sapatos, a jovem tem dificuldade em encontrar roupas. Ela conta que utiliza uma planilha com suas medidas e busca nos sites de roupas para encontrar a vestimenta que mais se encaixa com seus números. Entretanto, levar na costureira para ajustar é  inevitável. “Nunca gostei de comprar roupa, sempre foi algo muito estressante”, diz.

Ana Clara Moniz, ativista e produtora de conteúdo
Reprodução / Instagram @_anaclarabm

Ana Clara Moniz, ativista e produtora de conteúdo


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 45 milhões de brasileiros que têm algum tipo de deficiência física. Para Ana, é necessário que as marcas comecem a pensar nesse público, que planejem as coleções junto às pessoas com deficiência e que elas também participem das propagandas. 

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“As pessoas com deficiência também têm o direito de estarem dentro da moda. Tem muita gente que quer se vestir bem e ficar dentro das tendências. Muitas vezes as marcas inclusivas e as lojas grandes que fazem uma coleção inclusiva vendem apenas um padrão de roupa, tudo preto. Cada um com seu próprio estilo. A gente precisa parar de ver as pessoas com deficiências apenas pela deficiência”, diz.

Ana propõe que as roupas não sejam divididas para pessoas com deficiência e sem. Para ela, as roupas devem ser adaptadas para servir a diversos corpos. “Como existem muitas roupas adaptadas para pessoas sem deficiência, como roupas que apertam, que tenham ajustes, existem coisas que podem fazer com que as pessoas com deficiência possam usar também. Sem que pessoas sem deficiência deixem de usar, a gente pode usar as mesmas roupas, pode ser acessível para todo mundo”. 

Fonte: IG Mulher

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