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Cuidados com as plantas no calor: 7 dicas simples para o verão

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Reprodução: Alto Astral

Cuidados com as plantas no calor: 7 dicas simples para o verão

Também faz parte do imenso grupo de pessoas que resolveu comprar mais plantinhas nesta quarentena? Talvez você ainda não tenha passado por todas as épocas do ano com elas e não saiba que necessitam de alguns cuidados especiais no verão. Algumas espécies podem ficar desidratadas ou abafadas na estação que está chegando, além de mais suscetíveis às pragas. Para evitar que isso aconteça, mantendo-as saudáveis em todos os momentos, separamos algumas dicas básicas para preservar as plantas no calor desde já. Confira!

Truques para manter as plantas bonitas no calor

Cuidados com as plantas no calor: 7 dicas simples para o verão
Foto: Shutterstock

Horário certo para regar

Você sabia que existe uma hora correta para regar as plantas no calor ? Isso porque, se você deixar para realizar a tarefa quando o sol estiver muito forte, elas acabarão “cozinhando” nesse momento. O ideal é reservar os períodos da manhã ou final da tarde, evitando problemas.

Outra dica fundamental é fazer isso aos poucos, afinal, você não quer que a planta absorva toda a água de uma vez e fique com a terra seca mais tarde, certo? A sugestão é molhar a plantinha devagar ou até mesmo investir em um borrifador.

De olho (ou dedo) na hidratação

A moda de cultivar plantas dentro de casa é recente, mas o truque do “dedômetro” já existe há tempos. A técnica nada mais é do que, literalmente, colocar os dedos na terra para identificar as necessidades dela naquele momento. Via de regra, se estiver seca, significa que a planta já tomou toda a água e está precisando de uma nova rega. Caso contrário, você deve repetir o teste nos próximos dias.

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Aposte nesse truque antigo até conhecer o intervalo ideal entre as regas de cada planta no calor. Estar atenta aos sinais emitidos por suas plantinhas, assim como a mudança de cor ou aparência, é fundamental para mantê-las vivas e saudáveis no verão .

Não esqueça as folhas

Nem só a terra precisa de atenção especial durante os dias mais quentes, não é mesmo? A dica é não se esquecer das folhas na hora da hidratação. Para garantir que elas recebam toda a água que necessitam, você também pode borrifar direto na superfície. Faz toda a diferença!

Momento de adubar

O verão é considerado a melhor época do ano para adubar as plantas, pois é nessa estação em que os nutrientes do solo são metabolizado e absorvidos rapidamente. Portanto, aproveite os dias quentes para renovar o adubo e remover a terra seca dos vasinhos ou do jardim.

Cuidado com as pragas

As práticas para evitar fungos e bactérias devem ser redobradas durante os dias quentes, já que as pragas aproveitam o calor e a umidade para se instalarem nas plantas . Para espantá-las, priorize os métodos naturais, que são menos agressivos à saúde das plantas e ao ambiente; como a aplicação de canela em pó na terra, por exemplo.

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Mova a planta de lugar

Cada planta precisa receber uma determinada quantidade de luz solar por dia. Acontece que, com a mudança de estação, a posição do sol também se altera, afetando a iluminação das plantinhas. Sendo assim, para que elas não fiquem muito tempo no escuro ou embaixo do sol forte, a dica é movê-las para outro canto da casa, se possível, sempre seguindo as recomendações de cuidados para cada espécie.

Plantas mais recomendadas

Ninguém vai renovar todo o estoque de plantas da casa ou cultivar um novo jardim só por conta da mudança de estação, né? Ainda assim, se você estiver pensando em adquirir vasos novos neste momento e quer saber quais são aquelas que adoram um calorzinho, para não precisar se preocupar, existem algumas espécies mais indicadas… Suculenta, bromélia, zamia, cacto, avelós, norantea, orquídea borboleta, entre outras. Aproveite!

Você conhecia algum desses cuidados com as %img-replaced%plantas no %img-replaced%calor ? Já pode começar a colocá-los em prática hoje mesmo, vendo suas plantinhas lindas e saudáveis em qualquer estação!

Texto: Milena Garcia | Edição: Renata Rocha

Fonte: IG Mulher

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Hiperidrose: quando o excesso de suor pode ser uma condição médica

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Hiperidrose
Reprodução/Pixabay

A hiperidrose nos pés e mãos é a mais comum

Quem lida com o suor em excesso passa por diversas situações constrangedoras no convívio social e profissional. Jéssica Apolinário, de 23 anos e estudante, tem hiperidrose plantar e palmar (mãos e pés) e sabe bem como são esses momentos. Ela conta que um dos maiores medos era de que as pessoas percebessem que ela estava suando. 

“Apresentar trabalho na faculdade pra mim era uma coisa horrível, diversas vezes eu desisti de apresentar e perdi nota porque eu simplesmente surtava quando chegava a hora. Já tive que pedir outras provas para a professora porque eu tinha suado a minha prova inteira e ficava borrada. Minhas mãos pingavam”, conta.

Em práticas de exercício, climas muito quentes e alguns momentos de nervosismo, o suor é normal e essencial para manter a temperatura ideal do corpo. Mas quando a sudorese é excessiva, aparecendo também no frio ou sem nenhum esforço corporal, pode ser hiperidrose .

Franciele Ferreira, 26 anos é especialista em Atendimento e Negócios tem hiperidrose crânio-facial e conta um pouco do dia-a-dia com a condição. “A vida de quem tem hiperidrose é um verdadeiro dilema, é difícil e triste! Meu suor começa do couro cabeludo e vai descendo para costas, pescoço e rosto”

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Além do constrangimento do suor em público, a hiperidrose também atrapalha muito a vida profissional. Patrícia Almeida, 31 anos, micro-empresária sofre com a hiperidrose no tórax e conta que os primeiros problemas vieram por demissões de empregos.

“Não havia condições de atender pessoas estando completamente molhada e pingando, no ar condicionado e no inverno. Foi aí que procurei ajuda, porém nenhum profissional sabia a respeito e nem me deu direção. Fiquei anos assim, constrangimentos em primeiros encontros, entrevistas de emprego, reuniões de família. Ir na padaria já era uma suadeira, me desanimei, entrei em depressão, não queria mais sair porque aí as pessoas não me viam suar.”

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Como tratar a hiperidrose

Os tratamentos para a condição variam de aplicações de toxina botulínica à cirurgia. “Nos casos de hiperidrose primária focal podemos utilizar desodorantes antitranspirantes à base de sais de alumínio para os casos mais leves”, diz a dermatologista Fabiana Seidl.

A médica explica que os tratamentos com toxina botulínica (botox) são indicados para casos de hiperidrose focal moderada, podendo ser utilizada nas mãos, pés, axilas e couro cabeludo com ótimos resultados. O efeito, contudo, é temporário. Por isso as aplicações precisam ser realizadas novamente em intervalos de 6 a 9 meses.

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Existe ainda a possibilidade de tratar a hiperidrose com cirurgia. “As formas de tratamento clínico apresentam a grande vantagem de não serem invasivas, não necessitarem de internação hospitalar e, portanto, mais seguras. Sua desvantagem é que são temporárias. Por outro lado, a cirurgia é um método invasivo, mas que é definitivo”, diz o cirurgião Carlos Augusto Almeida Araújo.

Segundo o médico, o índice de satisfação dos pacientes com a cirurgia para tratar a hiperidrose é de 90%. Ele explica que um fator decisivo na satisfação do paciente é a transpiração reflexa ou compensatória após a operação. É o efeito colateral que aumenta o suor em outras áreas, como as costas, barriga e pernas. 

Por mais que a condição afete todos os sexos igualmente, os médicos explicam que as mulheres procuram mais a assistência médica e o tratamento.

“Com a  menopausa observa-se os clássicos e tão inconvenientes fogachos, que são ondas de calor que as mulheres nesta faixa etária apresentam e frequentemente estão associadas à sudorese excessiva no tronco e cabeça. Então, muitas vezes, as mulheres procuram assistência médica nessa fase”, diz Araújo. 

Fonte: IG Mulher

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