MULHER

Descubra de uma vez por todas como cuidar da sua coleção de sneakers

Publicados

em


source

Alto Astral

Descubra de uma vez por todas como cuidar da sua coleção de sneakers
Reprodução: Alto Astral

Descubra de uma vez por todas como cuidar da sua coleção de sneakers

Protegendo e enfeitando cada vez mais os nossos pés , os tênis são os melhores amigos de homens e mulheres quando o assunto é estilo e conforto . No entanto, os sneakers, modelos especiais e super estilosos, que ganharam popularidade nos anos 1980, com certeza, estão em outro patamar quando o assunto são os tênis. Com forte influência da cultura do hip hop e do basquete, esses modelos têm ainda uma verdadeira legião de fãs: os sneakerheads.

Atentos às tendências e novidades do mercado, esses apaixonados deixam as prateleiras totalmente abarrotadas com a quantidade de sapatos. Porém, muita gente ainda não sabe que, sim, é necessário tomar alguns cuidados extras com essas belezinhas no dia a dia, principalmente se você quer que elas durem um pouco mais.

Então, se você sonha em montar a sua coleção agora mesmo ou quer começar a cuidar corretamente dos seus queridinhos, que tal seguir algumas dicas para deixá-los intactos? Confira!

Use suportes internos

Essa é uma prática simples que pode evitar grandes danos ao formato dos seus pares de tênis. Sabe aqueles vincos ou amassados na parte de cima de seus calçados? Evite-os fazendo uso de inserções de espuma macia que podem ser acomodadas dentro da biqueira dos seus sneakers para mantê-los lisos e sem dobras. O item é discreto e muito indicado para calçados que possuem a parte dobrável em couro.

Leia Também:  Conheça Aída dos Santos, única brasileira nas Olimpíadas de Tóquio, de 1964

Higienize-os com produtos específicos

Só quem ama seus pisantes sabe o quanto eles merecem cuidados especiais. Por isso, ao invés de limpá-los com produtos comuns de limpeza, invista em opções específicas para este fim. Atualmente, existem diversos kits profissionais no mercado, feitos a partir de ingredientes naturais , que protegem das manchas e são super fáceis de usar.

Acabe com os mofos e a hidrólise

Você viu?

Quando a intenção é proteger seus valiosos calçados destes vilões, o negócio é investir em sachês de sílica gel . Isso porque ambos os problemas são causados pela ação da umidade nas mais diversas superfícies – como a dos tênis que ficam guardados sem o devido cuidado.

O mofo deriva dos fungos, destrói os tecidos e espumas dos calçados, e que pode atingir a pele dos pés, causando frieiras, ou as unhas, acarretando até mesmo micoses . Estes microorganismos geralmente se proliferam em temperaturas acima de 25ºC e umidade relativa do ar acima de 50%. E não se esqueça: eles preferem lugares escuros, ou seja, seus tênis são o lar perfeito para eles.

Já a hidrólise é o processo de destruição das macromoléculas de polímeros pela reação com água na forma líquida e gasosa. O polímero que mais sofre com esta ação são os poliuretanos, usados em entressolas, amortecedores e detalhes de praticamente todos os tênis. Resultado: o material se esfarela quando hidrolisado. Acima de 50% de umidade e 20ºC de temperatura, a hidrólise é acelerada. Ou seja, seus sneakers representam, mais uma vez, o ambiente ideal para esse tipo de acontecimento que pode ser bem aborrecedor.

Leia Também:  Dia do orgasmo: especialistas dão dicas para chegar ao clímax

Por isso, é necessário utilizar produtos que removem a umidade dos tênis . Dessa forma, ele volta ao seu estado original e está pronto para ser usado novamente. Parece até mágica, não é mesmo?

Aposte nas estantes, nos armários e nas caixas empilháveis

Quer armazenar a sua coleção de forma correta? Invista em estantes arejadas ou em um armário bem ventilado. A vantagem desse método é o fato de que, assim, seus pares ficam distantes da umidade, além de proporcionar uma facilidade maior para encontrar um item específico que você esteja procurando. Desvantagem? Seus tênis podem ficar expostos à luz e ao tempo. Porém, é sempre válido ponderar.

Se optar pelas caixas de sapato empilháveis, projetadas para este fim, leve em consideração alguns fatos: esses organizadores têm o acabamento em plástico transparente, facilitando uma visualização mais prática; a desvantagem é que eles não são esteticamente agradáveis. Neste caso, para proteger ainda mais os itens armazenados, vale colocar um sachê de sílica gel dentro de cada calçado.

Fonte: Bodout

Fonte: IG Mulher

Propaganda

MULHER

Opinião: Obesidade não deveria ser considerada doença

Publicados

em


source
Thais Carla, Ellen Valias, Luana Carvalho, Jéssica Balbino, Juno Vecchi, Gabi Menezes, Malu Jimenez e Agnes Arruda: veja ativistas gordas para seguir abaixo
Reprodução/Instagram

Thais Carla, Ellen Valias, Luana Carvalho, Jéssica Balbino, Juno Vecchi, Gabi Menezes, Malu Jimenez e Agnes Arruda: veja ativistas gordas para seguir abaixo

Você sabia que a ideia de obesidade como doença foi construída a partir de um paradigma científico patriarcal e mercadológico? Esse mesmo estigma nos vendeu, há alguns anos, que pessoas LGBTQIA+ eram doentes. Hoje, os Estudos do Corpo Gordo defendem que nem todo corpo gordo pode ser considerado doente , por isso, rechaçam o uso da palavra obesidade para se referir à totalidade destes corpos. Pessoas gordas são apenas gordas. O marco da balança não é capaz de definir se a pessoa tem coração saudável, índices de glicose, etc.

Um estudo publicado esta semana pela revista científica Science MAG  dá conta que obesidade nem sempre significa problemas de saúde. “Há muitas pessoas classificadas como obesas e que não têm nenhum sinal de doença e vivem uma vida longa e saudável”, afirma à publicação o fisiologista Lindo Bacon, autor e defensor da positividade corporal e professor da Universidade da Califórnia. 

Bacon considera que o peso em si não é um fator determinante em doenças. Para o especialista, marcadores como condição social, discriminação e acesso a alimentos saudáveis são mais decisivos em relação à saúde das pessoas. Ele cita ainda estudos que atestam que pessoas gordas sem problemas metabólicos geralmente têm maior nível de escolaridade e têm melhores condições socioeconômicas do que as consideradas obesas com problemas de saúde.

Em março de 2020, um estudo publicado pela Nature Medicine  indica que a comunidade médica precisa urgentemente rever a ideia de patologização dos corpos gordos. O estudo demonstra como esse atendimento negligente, moralista e preconceituoso traz consequências graves para as pessoas gordas, como ansiedade, isolamento social, estresse, transtornos alimentares e suicídio, por exemplo. O estudo atesta que estas, sim, são doenças relacionadas diretamente à gordofobia, preconceito contra pessoas gordas.

Outro estudo é o “Obesidade em adultos: uma diretriz de prática clínica”, assinado por mais de 100 profissionais de saúde canadenses, publicado pela renomada Revista CMJA Open, que pede a revisão imediata do CID da obesidade e sugere sua exclusão . O documento propõe uma maneira mais humana para tratar os corpos gordos, considerando suas variações e necessidades, não o número de Índice de Massa Corporal (IMC) – formado por apenas duas variáveis: peso e altura. A medida é tão ultrapassada quanto a que, em tempos de eugenia, era usada para medir o crânio de pessoas negras e atestar violências contra estes corpos, acusando-os de serem menos saudáveis ou capazes.

Em 2013, a American Medical Association (AMA), decidiu classificar a obesidade como doença. Porém, antes da reunião, a associação pediu ao seu Comitê de Ciências e Saúde Pública para exemplificar a questão e o grupo trouxe um grande documento sugerindo que a obesidade não fosse oficialmente nomeada doença. No documento,  especialistas ressaltaram que não havia sintomas reais para que a questão fosse realmente considerada uma doença. Além disso, a medicalização da obesidade poderia ser danosa para as pessoas gordas, criando mais estigma e colocando-as em tratamentos desnecessários.

De acordo com o livro Nutrição Comportamental, os membros da AMA ignoraram as recomendações do comitê e argumentaram que o rótulo de doença traria mais benefícios do que danos. A questão econômica também falou alto, pois, caso o programa governamental de saúde americano reconhecesse a obesidade como doença, as pessoas passariam a ser elegíveis para tratamento e os médicos poderiam cobrar mais ao atendê-los.

Apesar de a obesidade ter sido considerada doença para que as pessoas recebessem tratamento adequado e para diminuir o estigma sobre os corpos gordos, o preconceito só piorou. Hoje, as pessoas gordas são ainda mais negligenciadas pelos profissionais da saúde .

A gordofobia médica é um problema vivenciado pela maior parte das pessoas gordas . Além da falta de aparelhos e objetos acessíveis, há muitos relatos de descaso dos próprios profissionais de saúde, sobretudo médicos, o que acaba gerando consequências graves na vida de uma pessoa gorda , inclusive um ciclo de não-cuidado.

O CID de doença (CID 10 E66) hoje nada mais é que uma ferramenta de poder da medicina para controlar, perseguir e invisibilizar os corpos gordos.

Leia Também:  Nadia Comaneci parabeniza Rebeca Andrade por medalha nas: "Fez história"

Existe muita gente falando sobre isso. Confira abaixo oito perfis de ativistas para acompanhar.








O que é gordofobia? Entenda o que é esse preconceito e descubra as diversas indústrias que lucram com a insatisfação corporal ‑ sobretudo das mulheres ‑ e com os padrões de beleza.



Como combater a gordofobia? Empatia, conhecimento e despatologização do corpo gordo: saiba como lutar contra esse preconceito e contra esse estigma social que está institucionalizado na nossa sociedade. 


Todo gordo é doente ou come muito? A nutricionista Júlia Criscoullo responde essas perguntas de forma bem rápida e simples.


*A jornalista Naiana Ribeiro é ativista gorda e editora da PLUS, primeira revista para gordas do país

Fonte: IG Mulher

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA