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Flavia Pavanelli faz tour pelo closet com uma parede só para bolsas e sapatos

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Deixando muita gente com inveja, Flavia Pavanelli abriu as portas de seu quarto e fez um tour pelo closet. Em um vídeo para o IGTV, a atriz e influenciadora mostrou o cômodo que é recheado com roupas e acessórios de marcas famosas. A primeira parte do ambiente é uma penteadeira, com uma parede inteira cheia de sapatos e bolsas nas prateleiras. 

Flavia Pavanelli
Reprodução/Instagram

Flavia Pavanelli mostra detalhes do coset

Pavanelli contou que mantém os calçados organizados por cor e modelo. Ela segue a mesma lógica com as bolsas e entre os modelos é possível ver Balenciaga e uma Birkin da Hermés, uma das bolsas mais exclusivas do mundo, que um modelo usado pode custar mais de R$ 30 mil.

Na penteadeira, ela tem uma gaveta somente para óculos de sol e outra destinada apenas a acessórios dourados. Embaixo do móvel ficam três gaveteiros de acrílico com rodinhas, que servem para a influenciadora guardar todas as maquiagens dela.

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No closet também há um corredor onde ficam todas as roupas. Elas também estão todas divididas e organizadas atrás de portas transparentes. “Tem gente que até brinca e fala: ‘Nossa, parece vitrine de loja’. Foi realmente o que eu quis, para que eu pudesse ver tudo, para que ficasse prático”, ela contou. “Eu trabalho com isso e ter essa praticidade no dia a dia, ter tudo à vista, é maravilhoso”, disse ainda Pavanelli.


Fonte: IG Mulher

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Magazine Luiza é acusado de ‘racismo reverso’, mas ‘racismo reverso’ não existe

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Desde sábado (19), a hashtag #MagazineLuizaRacista aparece nos assuntos mais comentados no Twitter. O motivo: a empresa anunciou um programa de trainee exclusivo para pessoas negras , mas há quem enxergue a ação da varejista de “racismo reverso”.



a lu, avatar da magazine luiza, mostra um celular
Divulgação

A hashtag #MagazineLuizaRacista foi levantada por internautas brancos, que afirmam que trainees para pessoas negras é ato de racismo reverso


Quem aderiu à campanha contra o Magazine Luiza nas redes sociais afirma que criar um programa para pessoas negras seria fechar a porta para as brancas. Essa seletividade, para estes internautas, é vista como racista, pois passaria a ideia de segregação de oportunidades para pessoas negras.



Mas hashtag também está sendo usada por tuiteiros que afirmam que a acusação não faz sentido, pois “racismo reverso” não existe. Para argumentar, foram utilizados dados que apontam para o baixo número de pessoas negras em cargos de liderança em comparação com pessoas brancas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 68,6% dos cargos gerenciais era ocupado por pessoas brancas e 29,9% por pessoas negras em 2018.

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“O Magazine Luiza acredita que uma empresa diversa é uma empresa melhor e mais competitiva. Queremos desenvolver talentos negros, atuar contra o racismo estrutural e ajudar a combater a desigualdade brasileira”, afirmou diz Patrícia Pugas, diretora executiva de Gestão de Pessoas, ao site Money Times.

Segundo o advogado e filósofo Silvio Almeida, em seu livro “Racismo Estrutural”, o racismo vai além das ações pessoais de alguém, como insultos de uma pessoa branca a uma pessoa negra. De acordo com ele, o racismo é a maneira como instituições funcionam propositalmente para tornar oportunidades mais difíceis para negros e, assim, um grupo de pessoas consegue se privilegiar em detrimento de outras. O autor explica que, desta maneira, pessoas brancas conseguem se privilegiar de espaços em que pessoas negras têm desvantagens, como os cargos de liderança, por exemplo.

Racismo reverso é mito ou verdade?

Entende-se como “racismo reverso” que pessoas brancas sofreriam da mesma maneira o preconceito que sentem pessoas negras e não-brancas. No entanto, dentro dessa estrutura explicada por Almeida, pessoas brancas seguem ocupando a maior parte dos espaços de poder e têm posições sociais e econômicas mais favorecidas do que pessoas negras.

No livro “Pequeno Manual Antirracista”, a filósofa  Djamila Ribeiro explica que pessoas brancas sofrem violências diferentes das que sofrem pessoas negras. Quando se trata do argumento de que pessoas brancas também podem não ter condições de entrar nesses espaços, Djamila explica que, mesmo assim, uma pessoa branca e de classe baixa ainda terá o privilégio de raça.

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“Ainda que uma pessoa branca tenha atributos morais positivos […], ela não só se beneficia da estrutura racista como muitas vezes, mesmo sem perceber, compactua com a violência racial”, diz a filósofa no livro.


“Se uma empresa está focada em quem cursou universidade de elite ou tem inglês fluente, isso pode significar que apenas pessoas privilegiadas poderão enviar seus currículos”, explica Ribeiro em trecho do livro. “Pois sabemos que, no Brasil, estudar outro idioma ou fazer um intercâmbio não é acessível para todo mundo”, acrescenta.

“Atualmente, temos em nosso quadro de funcionários 53% de pretos e pardos. E apenas 16% deles ocupam cargos de liderança. Precisamos mudar esse cenário”, afirmou a conta do Magazine Luiza em seu perfil no Twitter sobre o programa de trainee para pessoas negras. “Queremos desenvolver talentos negros como nossas futuras lideranças e ajudar a ampliar a voz da negritude no processo de digitalização no Brasil”, explicou o grupo.

Em janeiro de 2020, A Justícia Federal de Goiás absolveu um jovem oacusado de “racismo reverso”  e, na ocasião, o juiz afirmou: “Não existe racismo reverso, dentre outras razões, pelo fato de que nunca houve escravidão reversa, nem imposição de valores culturais e religiosos dos povos africanos e indígenas ao homem branco, tampouco o genocídio da população branca, como ocorre até hoje o genocídio do jovem negro brasileiro.”

Fonte: IG Mulher

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