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Giovanna Lancellotti sofreu assédio aos 14 anos: “Começou a se masturbar”

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A atriz Giovanna Lancellotti passou por um trauma quando tinha 14 anos dentro de um ônibus. A caminho de Rio Preto, no Interior de São Paulo, ela foi vítima de assédio sexual e relembrou a situação durante uma live no Instagram da Vogue Brasil.

Giovanna Lancellotti
Reprodução/Instagram

Giovanna Lancellotti


“Estava em um ônibus a caminho de Ribeirão Preto (SP), onde mora meu pai, quando um cara sentou ao meu lado e começou a se masturbar”, disse  Giovanna Lancellotti. “Fiquei muito nervosa e liguei para minha mãe disfarçadamente. Ela me disse para olhar e ter certeza do que o homem estava fazendo. Eu confirmei. Aí, ela me mandou sentar no banco de trás”, acrescentou. 

Ao mudar de lugar no ônibus, a atriz passou por outra situação desagradável. “O outro passageiro que estava no banco de trás me viu chorando e perguntou o que aconteceu. Quando contei, ele respondeu: ‘Calma, é porque você é nova. Quando for mais velha vai gostar de ver essas coisas”, relembrou.

Mesmo assustada, a atrista conseguiu falar o que estava acontecendo para uma mulher e, assim, conseguiu ajuda. “Ela contou para o motorista e ele expulsou o homem do ônibus.”

Desde que viveu essa situação de assédio, Giovanna Lancellotti decidiu que não ia se calar. “Aqui no interior, onde estou passando a quarentena, dei uma bronca em um homem. Eu estava caminhando na rua e fui assediada por um homem que estava no carro. Quando o semáforo parou, fui até o veículo e disse: ‘Você acha isso bonito? Gostaria que o mesmo acontecesse com você?’ Ele ficou tão sem graça”, contou.

Fonte: IG Mulher

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Após ser contra aborto em criança, Damares diz ser chamada de estupradora

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Damares critica aborto de menina de 10 anos%3A 'Poderia ter feito cesárea'
IG – Último Segundo

Damares critica aborto de menina de 10 anos: ‘Poderia ter feito cesárea’


Nesta terça-feira (22), a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que vem sendo chamada de “estupradora” e de “pedófila” desde que se posicionou  contra o aborto legal da menina de dez anos estuprada pelo tio no Espírito Santo. Há ainda a suspeita de que a ministra tenha tentado interferir no caso para que o procedimento não fosse realizado.

“Sempre que puder salvar as duas vidas, nós vamos lutar para salvar as duas vidas. É a minha posição. Vamos ler o que está por trás de tudo isso, vamos esperar os resultados das investigações. Vamos esperar. Inclusive eu estou sendo acusada de estupradora, de pedófila, que eu defendo pedófilo”, disse Damares em entrevista dada à rádio Gaúcha após reportagem da Folha de S. Paulo, que a acusa de  coordenar operação para impedir o aborto.

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Segundo a reportagem, a ministra coordenou uma operação para transferir a garota de dez anos de São Mateus, no Espírito Santo, para um hospital em Jacareí, em São Paulo, onde a gestação seguiria até o parto, apesar do risco.

Na entrevista para a rádio, Damares voltou a negar as acusações da reportagem.  Sobre o vazamento do nome da criança, Damares minimizou a culpa de Sara Giromini: “Sara Winter [Giromini] trabalhou três meses aqui no Ministério e saiu em outubro de 2019. Pelo que Sara Winter falou, em sua defesa, o nome dessa menina estava rolando em diversos grupos — e ela tem como provar que recebeu o nome dessa menina muito cedo. Sara Winter gravou um vídeo, mas não foi Sara Winter que vazou. Esse nome já estava durante a semana vazado e é isso que eu quero descobrir. Sara Winter não podia ter gravado o vídeo dizendo o nome da menina, mas quem vazou esse nome? Eu quero saber quem vazou esse nome”.

Fonte: IG Mulher

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