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Janis Joplin tem bibliografia  lançada no cinquentenário da morte da cantora

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Biografia com 432 páginas de Janis Joplin chega ao Brasil no ano em que se completa 50 anos de sua morte.

Escrita por Holly George-Warren, jornalista e uma das mais respeitadas cronistas da história da música norte-americana, “Janis Joplin: Sua Vida, Sua Música”, lançamento da Editora Seoman, rememora a trajetória, no momento em que se marca o cinquentenário de sua morte.

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Janis Joplin
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Biografia: Janis Joplin: Sua Vida, Sua Música




O peso na letra unida à rouquidão e a emoção na voz de Janis Joplin dão o tom da carreira da maior e mais influente cantora de rock da história. Mas, por trás da figura mítica da artista, há uma vida carregada de transgressões, quebras de paradigmas, frustrações amorosas e dissabores familiares.

Para relatar a vida da cantora, a autora, que também é especialista em biografias de rock, recorreu a familiares da cantora, amigos, colegas de banda, pesquisou arquivos, diários, cartas e entrevistas há muito perdidas. Ela faz, sobretudo, um perfil minucioso detalhando os passos de Janis até a overdose acidental de heroína, que lhe ceifou a vida em 4 de outubro de 1970.

Por meio de um estilo radiante e intimista, esta biografia consolida Janis como vanguardista musical. Uma mulher rebelde, dona de grande astúcia e personalidade complexa, que rompeu regras e desafiou todas as convenções de gênero em sua época, abrindo caminho para as mulheres poderem extravasar suas dores e revolta no cenário artístico sem serem tão oprimidas pelo universo machista existente no meio musical. Este livro também foi celebrado pela grande mídia nos estados Unidos – The New York Times e The Washington Post, entre outros – como a biografia que revela, de forma definitiva, a “verdadeira Janis Joplin”, além de ser elogiado no site oficial da cantora (janisjoplin.com).

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Janis se notabilizou com o rock, mas transitava com facilidade por outros ritmos, como blues, o soul e o folk-rock. Sua carreira solo teve poucos anos de existência, mas foi capaz de notabilizar canções como “Mercedes Benz”, “Get It While You Can” e “Me and Bobby McGee”. Entretanto, sua erudição, empenho e talento combinados não transformaram a cantora no símbolo que representa. “Por sua influência e por seu próprio trabalho perene, Janis Joplin permanece no coração de nossa música e de nossa cultura”, afirma a autora.

“Uma descrição magnífica e muito interessante de Janis. Holly George-Warren tem um estilo de escrita atraente e cativante, e fiquei impressionada com a profundidade de suas novas entrevistas e informações. ” – Laura Joplin, irmã de Janis Joplin

Responsável por dar fim à tônica de opressão e machismo que pairavam no mundo àquela época, Janis Joplin expunha sem medo suas convicções sobre temas como sexualidade e a psicodelia. Por essa vertente também tem entre suas fãs, a compositora e ativista Rosanne Cash e outras emblemáticas cantoras como Brandi Carlile, Margo Price e Courtney Marie Andrews. Além disso, diversas artistas vivenciaram a luta de Janis contra o sexismo do mundo do rock, entre elas, Patti Smith, Debbie Harry (Blondie), Cyndi Lauper, Chrissie Hynde (The Pretenders), Kate Pierson (B-52’s) e Ann e Nancy Wilson (Heart), que foram diretamente influenciadas por sua música, atitude e coragem.

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“Antes da passagem um tanto breve de Janis Joplin pelo sucesso, teria sido difícil para essas artistas encontrarem um modelo feminino comparável à beatnik de Port Arthur, Texas. A mistura de musicalidade confiante, sexualidade impetuosa e exuberância natural, que produziu a primeira mulher estrela do rock dos Estados Unidos, mudou tudo”, conta a autora Holly George-Warren na introdução da obra.

“Magistralmente bem pesquisada, esta biografia revela definitivamente a verdadeira Janis Joplin. ” – The New York Times

A forma como Janis transmitia emoção, em um canto que ia da melancolia à rebeldia, era e sempre será único.  Sua voz rouca, que todos conhecem, revela uma alma que sofria e buscava refúgio na heroína. Outro fator que marcou sua vida, também retratado no livro, foi a busca incessante pelo amor. Ela que nunca foi capaz de ter um relacionamento sólido e duradouro, e dessa forma buscou uma maneira de aliar a sua carreira com o sonho de constituir uma família, levando-a ao seu triste fim: sua morte precoce, aos 27 anos, por overdose acidental de heroína.

Fonte: IG Mulher

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Jessika Alves fala sobre a realidade por trás das fotos do feed do Instagram

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Jessika Alves faz uma live com o iG nesta segunda-feira
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Jessika Alves faz uma live com o iG nesta segunda-feira


Jessika Alves começou na carreira na temporada de “Malhação” de 2009. Atualmente, ela está na Record TV, onde já atuou em “Os Dez Mandamentos”, fará parte do elenco de “Gênesis” e está no ar como Maria de Betânia na reprise de “Jesus”. Além de atriz, ela tem usado suas redes sociais para produzir conteúdos sobre autoaceitação.

Recentemente, Jessika fez um vídeo para mostrar como a pressão estética afeta, principalmente, as mulheres. “Depois de algumas fotos de biquíni e muitos comentários sobre perfeição, achei que seria bom colocar esse vídeo onde apareço como sou, sem edição, pose, melhor ângulo, etc…”, escreveu a atriz na legenda, com o intuito de empoderar suas seguidoras e seguidores.


Em live para o iG, ela, que é adepta da boa alimentação e exercícios físicos, disse que se empenhou em seguir treinando dentro de casa na pandemia, mas que entendeu o seu limite. “Teve períodos que disse: ‘não tô conseguindo, não tô a fim de malhar'”, admite. 

“Eu sempre abordei um pouco isso. Eu vendo um padrão estético e trabalho com a minha imagem. Mas, ao mesmo tempo, sei o quanto isso faz mal para outras pessoas e o quanto isso faz mal para mim mesma”, conta. Jessika ainda revela que já sofreu com dietas malucas porque a pressão estética tinha um peso muito grande para ela.

Ela conta que assim que começou a sua carreira, aos 18 anos, não tinha tantos cuidados com o corpo. Na rotina agitada de gravação para “Malhação”, ela acabou engordando um pouco e um comentário de que ela estaria “bochechuda” a afetou profundamente. Por isso, a atriz acabou desenvolvendo bulimia e ficou muito magra. “Eu só recebia elogios, mas por dentro estava acabada”, admite.

“Deixei de ter esse disturbio, mas tive carbofobia”, conta ela, que desenvolveu uma espécie de fobia de alimentos que pudessem a engordar. Jessika conta que sua relação com a comida tem ficado melhor mais recentemente, mas tudo faz parte de um processo. “Só entendi isso quando parei de buscar essa perfeição. Não preciso do corpo perfeito, preciso de um corpo com o qual eu me sinta bem”, conta, explicando que esse é um exercício diário que leva para a vida.


Fonte: IG Mulher

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