MULHER

Jovem relata ter sido estuprada em encontro marcado por app com uma mulher

Publicados

em


source

Uma estudante de Santos, litoral de São Paulo, relata ter sido estuprada em um encontro marcado por um aplicativo de relacionamentos. Segundo o G1, a jovem estava conversando com uma mulher há uma semana e as duas teriam combinado de se encontrar no apartamento da suspeita. Por mensagem, a vítima revelou que era a primeira vez que ela estava saindo com alguém que não conhecia pessoalmente.

Jovem relata ter sofrido estupro em encontro marcado por aplicativo
Pexels

Jovem relata ter sofrido estupro em encontro marcado por aplicativo

Antes do encontro, a jovem diz que questionou algumas vezes se elas estariam sozinhas na casa. “Não tem ninguém, por isso eu tô aqui. O apartamento é de temporada. Como estava sozinha, vim pra cá. Vou te mandar o endereço”, a suspeita teria respondido em uma ocasião. 

No dia marcado, a estudante relata que se encontrou com a mulher com quem estava conversando e elas ingeriram bebida alcoólica. Após um tempo, a dona do apartamento teria dito que o namorado dela estava no quarto e adorava ver mulheres fazendo sexo. A jovem conta que se recusou, mas o homem saiu do quarto e a agarrou pela nuca, para forçá-la a beijar a outra mulher. A vítima conta ainda que o homem e a mulher arrancaram a roupa dela. O suspeito ainda teria mordido diversas partes do corpo dela e cometido o estupro.

Leia Também:  Romana Novais rebate críticas a nome da filha : "Qual problema ter nome de pet?"

 Denúncia

O advogado da vítima, Adriano Neves Lopes, registrou o boletim de ocorrência e entregou prints das mensagens como prova e também as roupas íntimas de sua cliente. “Ela fala que, possivelmente, a blusa e o sutiã têm o sêmen dele e podem provar que houve o crime”, disse em entrevista ao G1. “Ela tem marcas de mordidas nos seios, na região das coxas, na região lombar. A mão dela está inchada, o que configura lesão de defesa”, ele continuou. 

De acordo com a versão da jovem, a violência só parou quando ela recebeu uma ligação no celular. Era a mãe dela avisando que estava na rua para buscá-la. Após a vítima deixar o apartamento, a suspeita teria entrado em contato mais uma vez para saber se a estudante havia contado o que havia acontecido. 

Leia Também:  Noivo descobre traição antes do casamento e se vinga saindo com as madrinhas

A jovem relatou a violência pela qual teria passado para um amigo, que por sua vez contou os fatos a um parente da vítima. Então a estudante foi levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa de Santos, onde foi medicada. Segundo o advogado, ela está tomando um coquetel para prevenir doenças sexualmente transmissíveis, tomou uma pílula do dia seguinte e está fazendo acompanhamento psicológico, porque apresenta sinais de estresse pós-traumático. A investigação segue em sigilo.

Fonte: IG Mulher

Propaganda

MULHER

Mulheres indígenas criticam a fala de Bolsonaro na ONU sobre queimadas

Publicados

em


source

O presidente Jair Bolsonaro participou da 75ª edição Assembleia Geral da ONU na manhã desta terça-feira (22). Entre os pontos abordados no discurso,  ele comentou as queimadas no Pantal e na Amazônia e disse que elas são causadas pelos povos indígenas. 

sonia guajajara e bolsonaro
Reprodução/Instagram/TV Brasil

Mulheres indígenas criticam a fala de Bolsonaro na ONU

“Nossa floresta é úmida e não permite a propagação de fogo no seu interior. Os incêndios ocorrem onde o caboclo e o índio queimam seus roçados em busca de sobrevivência, em áreas já desmatadas”, disse o presidente. 

Essa fala causou revolta entre as lideranças das comunidades tradicionais e mulheres indígenas se criticaram o posicionamento de Bolsonaro. Chirley Pankará, militante e codeputada estadual em São Paulo pela Bancada Ativista (Psol),  chamou Bolsonaro de mentiroso no Twitter e escreveu: “Somo nós os responsáveis por apagar o fogo causado por seus aliados, grileiros fazendeiros, assassinos da natureza. Não toleraremos calunias e incitação de ódio!”. 

Leia Também:  Alexandra Gurgel posta conteúdo sobre "direito de ser feia" e sofre hate na web

Já Sonia Guajajara, que foi candidata a vice-presidente em 2018 , disse que o presidente mentiu mais uma vez e que os responsáveis pelas queimadas se sentem mais empoderados a desmatar por causa dessas falas. A ativista Watatakalu Yawalapiti questionou os eleitores de Bolsonaro ao questionar: “Será que os eleitores dele não tem vergonha de ter colocado um mentiroso desse no poder? Não sei de quem que fiquei com mais pena, se foi dos que colocaram ele no poder ou de quem estava lá ouvindo as mentiras”.

A deputada federal Joenia Wapichana (Rede Sustentabilidade) também se pronunciou sobre a fala na ONU. “É vergonhosa e leviana a atitude do presidente Bolsonaro na ONU, ao jogar a culpa pelos incêndios ambientais aos povos indígenas, originários desse país. Isso prova o despreparo, a incompetência e irresponsabilidade em administrar o Brasil. O incêndio no Pantanal, somado ao aumento do desmatamento na Amazônia, é o resultado do desmonte das políticas de proteção ao meio ambiente adotado por esse desgoverno”, ela escreveu no Twitter.

Leia Também:  Sheron Menezzes abre o jogo sobre aborto sofrido em 2016





Fonte: IG Mulher

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA