MULHER

Lente de contato dental: conheça o procedimento feito pelo cantor Kevinho

Publicados

em


source

Alto Astral

undefined
Reprodução: Alto Astral

Lente de contato dental: conheça o procedimento feito pelo cantor Kevinho

O funkeiro Kevinho chamou atenção nas redes sociais esta semana ao compartilhar nos stories do Instagram um vídeo dos seus dentes desgastados sem a lente de contato dental . Ele contou que teve que retirar devido a outro procedimento: “Não vai ficar assim. Isso aqui é só um preparo porque eu já usava lente antes. Eu estava usando há mais de quatro anos”.

O cirurgião-dentista Adriano Rafael Oliveira Santos explica que esse é um dos métodos mais avançados da estética bucal . “Consiste na colocação de lâminas de porcelana extremamente finas na frente dos dentes. Por meio da técnica é possível clareá-los, diminuir a distância entre eles, corrigir a dentição torta e manchada, aumentar o tamanho, ajustar a curvatura, melhorar o formato e solucionar a aparência do esmalte do dente desgastado”, diz. Saiba mais!

Tudo sobre a colocação da lente de contato dental

Antes de colocar a lente de contato dental, deve ser feito um planejamento. De acordo com Adriano, primeiro é necessário conversar e fazer uma avaliação com o profissional que realizará o procedimento: “É a partir daí que ele vai executar as mudanças desejadas no sorriso, seja na coloração dos dentes ou no formato deles”.

Em seguida, o dentista fará as alterações que o paciente desejar e confeccionará os dentes de resina, para que ele já veja como o sorriso ficará. “Esse test drive serve, inclusive, para saber se o novo formato dos dentes está de acordo o que a pessoa imaginou. Se algo precisar ser modificado, as mudanças são feitas antes que a lente fique pronta”, ressalta.

Leia Também:  Casal com diferença de idade de 53 anos vende vídeos adultos na internet

O desgaste nos dentes é realmente necessário?

O desgaste nos dentes é indispensável para colocar a lente de contato dental, como destaca o profissional: “Diferente do que muitos dentistas dizem, há sim a necessidade de um desgaste mínimo dos dentes. Ele é realizado antes da colocação das lentes. Por mais que as lâminas sejam extremamente finas, se forem posicionadas sem esse desgaste, existe a possibilidade de parecer que os dentes estão para fora”.

Porém, segundo ele, houve um grande desgaste nos dentes do cantor . “Para cada paciente, existe uma abordagem. O objetivo não é causar desgaste acentuado. Se a dentição estiver muito torta, por exemplo, é necessário primeiramente utilizar aparelho ortodôntico. Nós não sabemos como era a arcada dentária dele antes da realização da primeira colocação de lentes de contato e o motivo pelo qual o dentista desgastou tanto os dentes”, explica.

Após a polêmica, Kevinho comentou no Instagram a diferença entre a lente de contato dental e a faceta: “Na verdade, acho que era faceta, por isso que desgastou. Hoje em dia, não é mais assim, você coloca e nem desgasta o dente direito”. Para Adriano, apesar de muita gente achar que as duas são a mesma coisa, a única coisa que muda é que a faceta é um pouco mais grossa do que a lente, que é feita de um laminado extrafino.

Leia Também:  Nap dress: conheça o vestido que viralizou nas redes sociais

Quanto tempo dura o procedimento?

O cirurgião-dentista conta que a remoção das lentes no passado era feita somente por brocas, o que doía e desgastava os dentes , além de prejudicá-los com relação à perda de tecido. Hoje em dia, a técnica é bem mais simples: “Existe um laser que remove essas lâminas sem desgaste adicional, sem dor e sem necessidade de anestesia. A fonte de luz com alta energia, ao entrar em contato com o dente que possui a lente de contato, faz com que o cimento seja degradado. Assim, a peça se descola em poucos minutos”.

O procedimento dura, em média, de 10 a 15 anos, dependendo da higiene bucal do paciente e da qualificação do profissional escolhido para realizá-lo. “O método em si é muito seguro e traz resultados fantásticos. Mas fica um alerta para que as pessoas que desejam colocar as lentes de contato pesquisem muito sobre esse mercado e técnica antes de fazer”, finaliza.

Consultoria: Adriano Rafael Oliveira Santos, cirurgião-dentista, de Belo Horizonte (MG) | Texto: Mariana Oliveira | Entrevista e edição: Renata Rocha

Fonte: IG Mulher

Propaganda

MULHER

Vaginismo: “Evito relacionamentos por medo de transar”

Publicados

em


source


vaginismo
Pexels

Mulheres relatam como é ter vaginismo


O vaginismo é uma das causas mais recorrentes das dificuldades na hora sexo . As mulheres afetadas por esta condição costumam ter  contrações involuntárias nos músculos do assoalho pélvico, dificultando ou impossibilitando a penetração. Estima-se que 5% da população feminina pode ser afetada com o problema.

Para compreender melhor o cotidiano de quem sofre com o vaginismo o iG Delas conversou com duas mulheres. Elas que contam como descobriram e convivem com o problema. Veja os depoimentos a seguir. 

“Evito relacionamentos por medo de transar”

Claudia descobriu que tinha vaginismo aos 21 anos. Depois de comentar as dores que sentia durante a relação com uma colega- que era afetada pelo mesmo problema – ela decidiu marcar uma consulta ginecológica, onde recebeu o diagnóstico. 

“Me senti frustrada, achei que eu tinha porque coloquei na minha cabeça que tinha e que das próximas iria só relaxar mas mesmo assim as dores continuaram. Eu achava que eu que tinha colocado esse medo na minha cabeça”, relata. 

Depois que descobriu que tinha vaginismo, Claudia se fechou completamente, não apenas para as relações sexuais, mas também para as afetivas, por medo de ser julgada. “Eu comecei a ter vergonha depois que tentei conversa com um amigo meu e ele achar que era IST. Aí eu fico pensando que vou assustar a pessoa se falar. Nem com psicólogo que passava eu conseguia comentar, elas achavam que era só relaxar”, acrescenta. 

Leia Também:  Nap dress: conheça o vestido que viralizou nas redes sociais

Cláudia só teve dois relacionamentos depois após o diagnóstico. Contudo, ela diz que continuou sentindo dores fortes durante a relação, a ponto de a chorar e ter que parar. “Das vezes que transei não fiz nada, tentei aguentar a dor pra ver se melhorava, até não aguentar mais e parar. Já terminei o namoro com alguém que amava pois tinha medo de transar, doer e acontecer algo como ele não entender”, desabafa.

O medo de transar era tanto, que Cláudua decidiu terminar o namoro, mesmo gostando do namorado, há três anos atrás. Depois disso, ela nunca mais se relacionou. “Eu terminei sem falar nada, só disse que não queria mais, tinha vergonha de contar. Eu tentei puxar assunto ano passado, mas travei na hora de explicar”, diz. 

vaginismo
Freepik / Reprodução

Claudia terminou um relacionamento por medo de contar para o parceiro sobre o vaginismo


Claudia diz que procurou tratamento psicológico, mas nada adiantava. Até que há  mais ou menos quatro semanas, ela encontrou uma ginecologista que entendia o problema e está tentando ajudá-la. “Passei numa ginecologista que me entendeu e me mandou procurar um psicólogo especialista em sexologia e me passou guia para fisioterapia pélvica, comecei a uma semana então ainda não sei dizer se ajuda, mas espero que sim”. 

Leia Também:  Tiago Leifert conta que chorou "mais alto que a voz do médico" no parto da filha

Sexo não é só penetração 

A advogada Ana Paula*, 25, passava pelos mesmos problemas que Claudia. Ela descobriu que tinha vaginismo aos 15 anos, quando teve a primeira relação sexual e sentiu muita dor na penetração. 

“Fui procurar na internet sobre e achei alguns artigos e me senti contemplada. Falei com a minha ginecologista e ela me encaminhou  a uma especialista, que me diagnosticou oficialmente. Me senti feliz por saber que não estava doida e tinha uma explicação lógica e física pras minhas dores”, diz. 

Ana Paula diz que começou a fazer tratamento com uma ginecologista especializada em fisioterapia pélvica, mas precisou parar por conta do custo, o que fez com que ela adaptasse sua vida sexual à essa condição. “Os momentos que consigo fazer penetração sem dor são raros. Sei que vai doer e evito”.

Entretanto, mesmo considerando ter vaginismo algo, mas por outro lado, a advogada considera que esta condição a ajudou a abrir outras possibilidades no sexo que a maioria das pessoas não explora. Ela se considera ainda muito sortuda que todos os parceiros sexuais entenderem o problema e por não ter tido experiências ruins.

“Por eu fazer sexo com penetração com pouca frequência, meu parceiro e eu tivemos que nos ‘aprimorar’ em outras áreas. Eu dou a dica de usar muito lubrificante, gozar pelo menos uma vez antes de partir pra penetração, muita calma e paciência sua e do seu parceiro”, recomenda. 

Fonte: IG Mulher

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA