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Lua das Fadas: Rituais para Lua Azul

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João Bidu

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Lu Fernandes

Lua das Fadas: Rituais para Lua Azul

Lua Azul é o nome que os astrônomos dão a uma situação curiosa: a ocorrência de duas luas cheias em um mesmo mês. Parece estranho, mas isso é possível porque o mês terrestre tem em média 30,5 dias, enquanto o tempo que nosso satélite leva para girar em torno do planeta é de 29,5 dias. Essa diferença, além de fazer com que as fases da Lua não caiam sempre no mesmo dia, origina a Lua Azul. 

Na Magia ela é a Lua das Fadas, onde todos os elementais neste dia mágico se reúnem em volta dos caldeirões das bruxas, brincando, festejando e realizando os mais profundos desejos. É um acontecimento mágico de muito poder, possuindo o triplo de poder do que uma Lua Cheia normal. E nesse ano de 2020, será ainda mais especial porque estará intensificada com a forças do Halloween, festival de Samhain onde se celebra o Ano Novo Celta.

Por isso é um dia de celebrar, um dia em que você deve usar roupas coloridas, espalhar ainda mais amor e alegria, se harmonizar com os seres invisíveis da natureza, direcionar seus objetivos e metas, para meditação e busca de autoconhecimento, bem como muito poderosa para a divinação e consultas de oráculos em geral. Faça lista dos seus desejos, encante poções, pós, elixires e talismãs.

Pra quem quer usar essa energia a seu favor, ensinarei um Ritual bem completo e algumas dicas bem legais para você aproveitar ao máximo essa energia! 

Ritual para a Lua Azul

Esse é um ritual para conectar-se com as energias da Lua das Fadas. Ele aumenta a intuição, a magia, direciona desejos, dá tranquilidade e alegria, mesmo nos momentos mais problemáticos da vida. Ele também trabalha a fartura e a prosperidade. Pode ser feito sozinho ou com amigos. Esse ritual, tem ar de celebração e deve ser muito leve e sincero. 

Você vai precisar:

Uma taça de vinho tinto

Um bolo feito na Lua Cheia

Flores ou rosas coloridas

Cristais

Vela branca

oleos essenciais de flores

Incenso

Pedras claras

Musica e alegria

No dia da Lua Azul, de noite, prepare um altar da forma que seu coração pedir colocando os alimentos, representação dos 4 elementos cm o vinho, faça um círculo com as pedras claras, caminhando no sentido horário, enquanto entoa um cântico para a Lua de sua preferência (se não conhecer nenhuma, busque no youtube que achará lindas canções).

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Dentro do círculo, saùde os 4 elementos, acendendo o incenso, posicione o vinho, enfeite com as flores coloridas e os cristais chamando a energia das fadas para que elas estejam presentes e escutem seus desejos. Por último, pingue uma gota de óleo essencial no dedo e unte a vela, deixando bem cheirosa e acenda dizendo:

“Que a deusa esteja presente em minha alma. Assim como esta chama se acende, que meu coração se acenda com tua presença. E que a alegria e força das fadas se façam presentes.”

Erga seus braços e contemple a Lua. Visualize a luz de prata derramando-se sobre você. Nesse momento se conecte com seus desejos entoando em voz alta e sentindo a energia já realizada e peça as fadas que abençoem seus desejos, se estiver em grupo, peça que todos se conectem com seus desejos. Ao terminar diga:

Eu agradeço, minha deusa e força das fadas nessa Lua Azul e peço que abençoe este alimento para que a magia, a fartura e o amor cresçam em minha vida.”

Erga o vinho e a bandeja de bolo à Lua. Veja a luz de prata cobrindo os alimentos. Recoloque os alimentos no altar e faça alguns minutos de meditação, pensando de novo nas coisas que você deseja atrair para sua vida. Então, coma o bolo e beba o vinho (ou o leite). Se houverem mais pessoas presentes, elas também devem ser servidas. Pode haver música e dança para celebrar a ligação com a Lua e com as fadas, elas costumam gostar de músicas celtas instrumentais. Se quiser queime seu desejos no caldeirão. 

No final agradeça as fadas, a Deusa, aos elementos por esse momento, se despeça e desmonte o círculo.

O bolo continuará encantado, podendo inclusive ser guardado e consumido depois com  vinho.

Em combinação com esse ritual, que pode ser feito como abertura, você pode realizar outras magias de acordo com seus desejos mais profundos. Tudo o que for encantado na Lua Azul terá muito mais poder! Aproveite para fazer pós mágicos, poções, água da Lua, elixires, encanar cristais e instrumentos. 

Também é um bom dia para iniciações!

Bolo da Lua Azul

  • 4 ovos
  • 2 copos de açúcar
  • 2 copos de farinha de trigo ½ copo de maisena 
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    1 copo de leite fervendo 1 colher (sopa) de fermento em pó

    Modo de fazer:

    Tome um banho de cristal ou rosa branca e coloque uma roupa branca ou azul. Acenda velas prateadas, azuis ou brancas durante o preparo. Coloque o leite que será usado perto das velas e faça suas orações e pedidos para as fadas. Coloque música de bom gosto. Bata bem as claras em neve, depois junte as gemas e o açúcar. Bata bem até levantar bolhas. Acrescente a farinha, a maisena e o fermento, e, por último, o copo de leite fervendo. Asse em forno quente.

    Dica para a Lua Azul:

    Para preparar este bolo para a Lua Azul, aproveite a energia dessa cor para atrair as fadas e as boas energias dessa noite. Misture no leite um pouco de anilina azul ou use num glacê, enfeitando com confetes prateados. As fadas são curiosas e não vão deixar de aparecer quando virem algo tão bonito e diferente!

    Elixir das Fadas

    Licor de morango das fadas

    • 600g de morangos frescos e bonitos
    • 200g de açúcar
    • 1 xícara (chá) de água
    • 1 xícara (chá) de aguardente

    Leve ao fogo o morango, o açúcar e a água até parecer um xarope. Coe e junte a aguardente, colocando um cristal dentro. Durante cinco dias, acenda uma vela arco-íris e um incenso perto da garrafa. Depois de cinco dias, coe novamente, retire a pedra e guarde numa garrafa bonita ou decorada. Esse elixir pode ser consagrado na Lua Azul com o poder das fadas, para as quais você deve pedir saúde, ou beleza, ou boa sorte, ou prosperidade. O seu pedido será encantado com desejo que você fizer!

    A çúcar das Fadas

    • 3 xícaras de açúcar branco e refinado
    • 1 colher de sopa de essência de baunilha
    • 1 / 8 colher de chá de coloração vermelha
    • 1 recipiente de vidro

    Coloque o açúcar em papel vegetal e polvilhe sobre ele a baunilha. Misture bem. Em seguida polvilhe o corante vermelho até transformar em “fadas-rosa”. Guardar em um recipiente de vidro, com um rótulo escrito “Açúcar das Fadas”. Você pode usar este açúcar especial em cookies de fadas, bolos e oferendas as Fadas.

    TEXTO:  Lu Fernandes | Terapeuta holística, aromaterapeuta, estudiosa do ocultismo e práticas espirituais, Sacerdotisa na Magia Natural e Guardiã nos Círculos de Mulheres.

    INSTAGRAM: @terapeutamagica

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    Fonte: IG Mulher

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    Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

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    Alto Astral

    Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro
    Reprodução: Alto Astral

    Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

    Ao contrário das grandes livrarias, que contêm acervos enormes sobre os mais variados temas e um contato impessoal com os clientes, pequenos empreendimentos de rua e online encontraram na segmentação uma chave para manterem-se firmes; além de atrairem um público mais fiel, aumentarem o diálogo com os leitores e, por consequência, as vendas! Tudo isso em meio à crise do mercado editorial – que já impôs o fechamento de dezenas de livrarias nos últimos anos.

    Esse é o caso da livraria especializada em humanidades, Mandarina, criada em 2019 pelas sócias Daniela Amendola e Roberta Paixão, que buscavam fugir do modelo das grandes livrarias, ou “shopping de livros”, como chamam. “Quando a gente resolveu montar a Livraria Mandarina, a gente foi estudar. E a gente viu que as livrarias segmentadas e pequenas são a tendência, são o que as pessoas estão buscando”, conta Paixão. Para as livreiras, a segmentação é uma forma de apresentar ao público obras de autores diversos, que não estampam as estantes das grandes livrarias, mas que merecem a atenção e o apreço dos leitores.

    Localizada em Pinheiros, São Paulo, a Livraria Mandarina conta com um acervo de mais de 6 mil títulos voltados à literatura clássica, ciências sociais, filosofia e poesia. Mas, não é a única a apostar na segmentação. Hoje, pelo Brasil, há inúmeras livrarias independentes focadas em temas como humanidades, literatura queer, literatura afro-brasileira, feminismo, entre outros. Essas livrarias preenchem um buraco deixado pelas gigantes do ramo ao investirem em acervos escolhidos a dedo, atendimento humanizado e na criação de espaços de troca, diálogo e reflexão ao resgatarem a importante figura do livreiro, antes apagado pelo formato e-commerce.

    Livraria Mandarina
    Daniela Amendola e Roberta Paixão na Livraria Mandarina / Foto: Reprodução Instagram (@livraria_mandarina).

    Esse contato direto e mais humano com os clientes foi o que motivou os sócios Eduardo Ribeiro, Fábio Brito e Ivan Costa a inaugurar, em outubro do ano passado, a livraria Casa da Árvore , na Pedra do Sal, centro do Rio de Janeiro, focada em literatura afro-brasileira e humanidades. “Uma das principais coisas que a livraria te dá é a dimensão do encontro, é ter uma dimensão do que é literatura, essa é uma coisa que só a livraria física te dá e é uma das principais motivações das livrarias de ruas ainda existirem”, diz Ribeiro.

    Segundo ele, o atrativo das livrarias é a sensação do imprevisível, de não saber o que te aguarda ao adentrar esses espaços. “Você pode encontrar o autor do livro que você gosta, pode rolar uma indicação de um livro que você não conhece pelo livreiro, que é um personagem muito importante”, observa o sócio.

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    O livreiro também defende que o acervo especializado e curado com carinho é o ponto chave da Casa da Árvore. “Para a gente sobreviver precisamos ter essa curadoria, sempre muito cuidadosa, né? Se a gente se descuidar da nossa curadoria, a gente perde o sentido de existência da livraria”, afirma Ribeiro.

    Ele ainda ressalta que as grandes livrarias não estão resistindo porque elas têm um custo muito alto e não focam em um nicho. “Elas atacam o público em geral, que é um público muito flutuante, um público que você não consegue ter muito a medida do que a pessoa quer”, aponta. Para Ribeiro, a competição é muito maior quando não há segmentação do empreendimento. “Aqui a gente tenta fazer com que a pessoa tenha uma livraria de estimação, pra sempre comprar com a gente”, complementa

    Segmentação como solução – para o livreiro e para o leitor

    Embora ainda não haja, oficialmente, estatísticas sobre o aumento das livrarias segmentadas, Bernardo Gurbanov, livreiro e presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), aponta que desde os anos 1980 o setor editorial já tinha consciência de que as “pequenas empresas altamente especializadas” sobreviveriam com mais facilidade às mudanças do mercado. Hoje, segundo ele, esse cenário já é visível.

    De acordo com Gurbanov, as livrarias segmentadas criam um canal de comunicação com os leitores que não contribui somente para a manutenção do negócio, “mas com o processo de compartilhar conhecimento e de criar uma comunidade em torno dessas temáticas”. Para ele, são essas comunidades cada vez mais interessadas em um acervo especializado e um atendimento personalizado, que tem ajudado a sustentar os empreendimentos.

    Quem concorda com Gurbanov é a bibliotecária Ketty Valêncio, dona da Livraria Africanidades , focada em literatura negra e feminista – que surgiu como e-commerce em 2013 e ganhou quatro paredes e um teto em 2017.

    Você viu?

    Valêncio conta que a Africanidades surgiu a partir de sua própria experiência de vida. “Eu via os espaços literários e eu não me via, essa questão da representatividade negra dentro da literatura, mesmo. E quando eu observava esse corpo negro dentro da literatura, era um papel onde eu não queria estar, era um papel totalmente estereotipado, marginalizado”, relata.

    Localizada na Vila Pita, periferia da zona norte de São Paulo, a Africanidades conta com um acervo de cerca de 200 obras de autores independentes dos mais diversos campos dos saberes, que apresentam uma visão de mundo descolonial e descentralizada.

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    Africanidades
    Em busca de representatividade negra na literatura, a bibliotecária Ketty Valêncio criou a Livraria Africanidades / Foto: Reprodução Facebook.

    Além das estantes e das páginas dos livros, a livraria busca a visibilidade e a valorização do protagonismo feminino, preto e periférico através de atividades culturais. Antes da pandemia, o espaço chegou a sediar eventos como rodas de conversas e leituras, saraus, lançamentos de livros e oficinas.

    Segundo Valêncio, o fato da Africanidades não ser apenas um ponto comercial, mas um polo cultural, “uma ação de transformação”, como ela diz, foi o que fidelizou o público e fez com que ele se mantivesse durante a pandemia de Covid-19.

    “Atualmente, acho que as livrarias pequenas estão resistindo mais no mercado editorial do que as livrarias grandes. É o resultado também das pessoas quererem se ver na literatura. Se eu fosse somente um empreendimento comercial, eu acho que eu já teria falido, mas como a livraria tem um aspecto muito precioso e valioso de cada narrativa que eu tenho aqui presente, eu acho que através disso eu consigo ter um público que me assiste, que gosta do meu trabalho e que replica as minhas ações”, afirma ela.

    Outra livraria que compartilha a mesma proposta é a Queer Livros , focada em obras, sobretudo acadêmicas, sobre gênero e sexualidade. Para o sócio-livreiro Gilmario Nogueira, atuar em um nicho como a Queer, é abrir um diálogo com as pessoas possibilitando uma discussão mais aprofundada.

    A livraria baiana conta com um acervo de mais de 100 títulos. Com obras que vão além dos best-sellers das grandes livrarias, a Queer proporciona a troca entre autores renomados e autores novos e independentes, de todos os cantos do Brasil e do mundo. Entre as obras mais vendidas estão: O cis no divã; Diversidade sexual, étnico-racial e de gênero; Saúde mental e racismo à brasileira e Dissidências de gênero e sexualidade, que dão o tom do que esperar da livraria.

    Queer Livros
    Queer Livros aposta em autores desconhecidos e discute gênero e sexualidade / Foto: Reprodução Facebook.

    Com o objetivo de desmistificar as questões sobre gênero e sexualidade , além de ampliar o conhecimento científico sobre um tema que move tabus na sociedade, a Queer já está no mercado há 3 anos e vem se mantendo firme. “[ A literatura queer] é importante pra gente conhecer uma série de sujeitos subalternizados que nós temos”, ressalta o livreiro.

    Nogueira também afirma que foi graças à segmentação que a pequena livraria online conseguiu se manter durante a pandemia. “Nós atuávamos muito em eventos acadêmicos, com a pandemia, não tiveram mais eventos. Então, no primeiro mês a gente não sabia o que ia acontecer. Só que aí a gente aumentou o número de clientes online. Então, ter nicho nos ajuda”, diz.

    Fonte: IG Mulher

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