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Marcas Indígenas criam peças de roupas exclusivas

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Gustavo Paixão

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A National Geographic iniciou em 2020 a campanha “O Que Você Faz Importa”, uma iniciativa regional e multiplataforma que convida o público a adotar novos hábitos baseados em cinco pilares: reduzir o consumo de energia; evitar o uso de plásticos descartáveis; repensar o consumo; adotar meios de transporte sustentáveis; e inspirar os outros, gerando consciência e participação.

Agora, em 2021, a campanha entra numa nova fase de comunicação com a missão de promover a conscientização sobre as Mudanças Climáticas, além de continuar inspirando a prática de hábitos mais sustentáveis, através de ações e ativações que acontecerão durante o mês de setembro – iniciando no Dia da Amazônia (05 de setembro) – e outubro, culminando no Dia Mundial Contra as Mudanças Climáticas (24 de outubro). 


Entre as iniciativas para gerar consciência e ação diante dessa problemática, a National Geographic convidou os estilistas Dayana Molina e Sioduhi, do Coletivo Indígenas Moda BR, para produzir uma coleção conceitual através das suas marcas NALIMO e SIODUHI STUDIO.

Juntos, os estilistas convidados expressaram suas manifestações para retratar as mudanças climáticas na Amazônia e alertar sobre a situação de desmatamento através da Coleção Weá Terra Fértil, composta por peças slow Fashion, 100% produzidas por profissionais indígenas e com materiais sustentáveis, ressaltando a importância do consumo consciente para o nosso planeta. Como parte dessa conscientização, as peças não estarão à venda.

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A Coleção Weá Terra Fértil é apresentada no site oficial da National Geographic Brasil, em uma página dedicada à Amazônia, na qual o público também encontrará uma gama de informações sobre a região, além de contar com matérias especiais assinadas pelos exploradores Nat Geo, que atuam na linha de frente de projetos de pesquisa e exploração, ajudando a expandir o conhecimento do público e gerando soluções para um futuro mais sustentável.

Fundada há 5 anos pela estilista indígena Dayana Molina, a marca NALIMO é feita 100% por mulheres em todas as etapas de produção, priorizando diversidades e potencializando a igualdade social, e nasceu com o propósito de ser ambientalmente responsável e comprometida com as causas indígenas. Suas peças permeiam o estilo minimalista, confortável e consciente.

“Nos looks criados para a National Geographic, utilizei os tecidos como linhos, algodões e malhas com tecnologia orgânica e certificados pela Focus. Além disso, todo resíduo gerado no processo de produção foi utilizado de forma responsável como, por exemplo, criando os acessórios”, explica Dayana Molina.

“Entretanto, a sustentabilidade vai muito além dos tecidos ecológicos, ela está também correlacionada com o comprometimento do designer. Se ele é consciente, a moda pode ser regenerativa. E eu faço o melhor que posso para cooperar com um planeta saudável e um movimento que inspire mudanças genuínas”, complementa a estilista. “Na NALIMO a regra é criar com responsabilidade. Nenhuma roupa deveria ser mais importante que as pessoas e a natureza”, finaliza.

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Já a SIODUHI STUDIO é uma marca projetada pelo estilista indígena Sioduhi – do povo Waíkahana (Piratapuya), do Território Indígena do Alto Rio Negro, Amazonas – que desenha peças agêneros com estilo utilitário, esportivo e contemporâneo, traduzindo e transmitindo o futurismo indígena.

A marca deseja alcançar todos indígenas e não indígenas que abraçam a causa originária, e tem como filosofia principal o respeito à dignidade e a vida de toda pessoa, humana e não humana.

“Nas peças da SIODUHI STUDIO, utilizamos algodão emborrachado (fio magnuslat) desenvolvida pela DaTribu, que há 5 anos trabalha com fios e tecidos de algodão emborrachados de látex, agregando novos valores e tecnologia ao conhecimento ancestral das comunidades ribeirinhas na Amazônia”, explica Sioduhi.  

O estilista conta também que foi um desafio criar os looks para a National Geographic, mas ao mesmo tempo essencial, pois trabalhar com material têxtil inovador requer novas técnicas de execução.

“Além disso, representar a Amazônia por meio das criações é sinônimo de lembrar que dentro dela existem pessoas que estão diariamente lutando para mantê-la protegida, e elas precisam ser potencializadas de forma justa para que este ciclo de cuidado e zelo não tenha fim”, finaliza. 

Fonte: IG Mulher

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Caso Gabby Petito: FBI diz que briga em restaurante é pista “muito importante”

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Influenciadora Gabby Petito
Reprodução/Instagram

Influenciadora Gabby Petito


O caso da morte da influenciadora Gabby Petito, de 22 anos, segue um mistério. A polícia analisa e seguem pistas para solucionar o crime que abalou os Estados Unidos. Gabby foi morta por estrangulamento .

Uma dessas pistas, considerada por uma especialista em comportamento do FBI como sendo das “mais importantes”, é a de uma briga que Gabby e o namorado, Brian Laundrie, de 23 anos, tiveram em um restaurante dias antes da jovem desaparecer, em 26 de agosto.

De acordo com uma testemunha chamada Nina Celie Angelo, o casal havia discutido calorosamente no restaurante Merry Piglet em Jackson, Wyoming. Em entrevista à ABC News, Nina afirma que Laundrie foi “agressivo” com os funcionários do restaurante, enquanto Gabby pedia desculpas a eles pelo comportamento do namorado.


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“Parecia que eles estavam quase sendo expulsos”, disse Angelo, que estava sentada na mesa ao lado do casal na ocasião. “Não foi necessariamente entre eles, foi mais Gabby saindo abruptamente do restaurante chorando, e Brian estava evidentemente muito chateado, puto, eu diria. Poderia dizer que Gabby estava chateada, com raiva, e ele estava apenas sendo muito temperamental com os funcionários do restaurante”.

A Dra. Ann Wolbert Burgess, pioneira na Unidade de Ciência Comportamental do FBI, disse à Fox News que o suposto pedido de desculpas pelo comportamento do namorado no restaurante feito por Gabby pode ser um indicativo do trágico destino que a esperava.

Relembre o caso

Gabby Petito desapareceu enquanto fazia uma viagem com o noivo, Brian Laundrie, principal suspeito do crime. Até o momento ele está desaparecido. Acredita-se que ela foi morta entre 3 e 4 semanas antes do corpo ser encontrado.

O médico legista responsável pelo caso, Brent Blue, não divulgou informações detalhadas sobre o caso, como se Gabby Petito foi morta no local onde o corpo foi encontrado ou se foi estrangulada manualmente ou com algum objeto. Ele disse que tratam-se de informações confidenciais.

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O corpo de Gabby Petito foi encontrado no Parque Nacional Grand Teton, Wyoming, em 19 de setembro. A blogueira deixou de fazer contato com a família desde o fim de agosto. Ela estava viajando pelos Estados Unidos de van, na companhia do noivo, Brian Laundrie, que voltou pra casa sozinho, desaparecendo em seguida. Ele é considerado foragido. 

O funeral de Gabby ocorreu no dia 26 de setembro, mas sem os restos mortais, que ainda não foram liberados pelo FBI .

Fonte: IG Mulher

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