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Mau hálito de máscara? Saiba como evitar e combater o problema

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Reprodução: Alto Astral

Mau hálito de máscara? Saiba como evitar e combater o problema

O uso de máscara se tornou indispensável no contexto da pandemia, sendo uma das principais medidas de proteção contra o coronavírus. Mas será que ela é capaz de provocar mau hálito ? De acordo com estudos da Faculdade de Odontologia Universidade de São Paulo (FOUSP), a resposta é não! Entretanto, seu uso prolongado pode tornar os odores mais intensos e perceptíveis – já que o ar que respiramos fica majoritariamente contido dentro do acessório.

A halitose é um problema muito comum, que pode ter diversas causas, sejam bucais, respiratórias ou digestivas. Sendo assim, o primeiro passo contra o “bafo” é procurar um dentista para resolver a questão. Mas também existem algumas dicas do dia a dia para evitar que isso aconteça, especialmente usando máscara. Confira!

10 dicas para evitar o mau hálito com o uso de máscara

1. Ingira líquidos ao longo do dia, com frequência, para manter a boca úmida e afastar o mau hálito. Muito além de prevenir a halitose, manter-se hidratada é ainda mais importante para uma saúde fortalecida em tempos de Covid-19.

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2. Mastigue bem os alimentos .

3. Evite jejuns prolongados.

4. Reduza o consumo de alimentos gordurosos, condimentados ou muito salgados. Antes de colocar a máscara, alho e cebola também devem ser evitados.

5. Não se esqueça de escovar os dentes após as refeições principais. A recomendação contra o mau hálito é utilizar o fio dental diariamente e higienizar a língua com limpadores específicos.

6. Dê preferência para o uso de enxaguantes bucais sem álcool ou conforme a orientação do seu dentista.

7. Visite o dentista periodicamente, não apenas quando estiver com dores ou mau hálito.

8. Não fume .

9. Procure respirar pelo nariz.

10. Use medicamentos apenas sob orientação médica ou do cirurgião-dentista.

É importante destacar que a halitose pode ser apenas um indício de algum problema de saúde mais sério, como de estômago, por exemplo. Se o mau hálito persistir , procure um médico!

Consultoria: Maria Cecília Azevedo de Aguiar, odontologista e membro do conselho da Associação Brasileira de Halitose – ABHA; Daiane Lima de Oliveira Rocha, odontologista e membro do conselho da Associação Brasileira de Halitose – ABHA | Edição: Milena Garcia e Renata Rocha

Fonte: IG Mulher

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Em 2 meses, movimento Me Too Brasil recebe mais de 70 denúncias

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Movimento Me Too Brasil conta com parceria do Projeto Justiceiras


No mês de setembro deste ano, o movimento Me Too , que ganhou visibilidade nos Estados Unidos, chegou ao Brasil. Dois meses depois da estreia da plataforma Me Too Brasil , os canais virtuais já somam cerca de 70 pedidos de ajuda, sendo que a maioria era queixa de  estupro de vulnerável contra crianças de 9 a 10 anos.


O Me Too foi originalmente criado pela ativista Tarana J. Burke em 2006, mas ficou conhecido em 2017 depois que atrizes hollywoodianas passaram a usar a frase nas redes sociais para denunciar abuso sexual .

No Brasil, as denúncias chegam por canais como WhatsApp, Instagram, Twitter e pelo próprio website do movimento. O Projeto Justiceiras também se envolve com o movimento por sua experiência de atendimento às vítimas em todo Brasil. São mais de 4 mil voluntárias para fazer o encaminhamento para serviços jurídicos, socioassistenciais, ajuda psicológica, rede médica, rede de apoio e de acolhimento.

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O Me Too Brasil foi fundado pela advogada Mariana Ganzarolli e trabalha em parceria com a Promotora de Justiça Gabriela Manssur. Ganzarolli afirma que os serviços de recebimento de queixas deve abranger o máximo de pessoas. “Trabalhamos para que todas as pessoas, inclusive homens, independente da razão do abuso, busquem os canais de denúncias que disponibilizamos. Somente com informação podemos ajudar a diminuir o número de casos. Muitas vezes, um abusador é, na verdade, um predador, ou seja, não pratica esse tipo de crime apenas uma vez, faz uma série de vítimas”, afirma.

A maior parte das denúncias recebidas eram de estupro  de vulnerável contra meninas entre 9 e 10 anos de idade, que foram violentadas por pessoas próximas ou da família. A maior parte deles eram padrasto, primo ou tio da vítima. “Infelizmente, a realidade do abuso sexual no Brasil, em sua maioria, ainda é a da pedofilia. Grande parte das denúncias que recebemos trazem esse retrato, onde o agressor está dentro de casa”, explica Ganzarolli.

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Você precisa de ajuda?

Você pode pedir ajuda pelas redes sociais do Me Too Brasil , pelo website do projeto ( metoobrasil.org.br ), pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp (11) 99639-1212. Você não está sozinha!

Fonte: IG Mulher

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