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Papa Francisco: 7 vezes em que o religioso desafiou o conservadorismo

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Reprodução: Alto Astral

Papa Francisco: 7 vezes em que o religioso desafiou o conservadorismo

Nesta quarta-feira (21), entrou em cartaz na Itália um documentário em que o Papa Francisco defende a união civil entre pessoas do mesmo gênero. Apesar de ser conhecido por pensamentos progressistas desde o início de seu papado, essa foi a forma mais clara que ele já se posicionou em prol dos direitos da comunidade LGBTQIA+ até hoje.

Em um trecho do filme, Francisco afirma: “As pessoas homossexuais têm direito de estar em uma família. Elas são filhas de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deverá ser descartado ou ser infeliz por isso”. O comentário gerou grande repercussão e comemorações entre os defensores da causa.

Entre outros assuntos, o documentário “Francesco” aborda questões relacionadas à pandemia , meio ambiente, pobreza, racismo, abuso sexual e guerras. A previsão é de que a obra seja exibida nos Estados Unidos, no domingo (25), durante o Savannah Film Festival .

Para marcar essa revolução histórica que vem ocorrendo na Igreja Católica com a liderança do Papa Francisco, listamos seus principais posicionamentos sobre os direitos humanos e temas polêmicos. Confira!

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Relembre outros 6 posicionamentos progressistas do papa

Abuso sexual

Uma das polêmicas comentadas pelo Papa Francisco foi em relação aos abusos sexuais cometidos contra menores de idade, especialmente dentro da Igreja Católica. O pontífice afirma sentir profunda vergonha dos religiosos responsáveis por esses crimes, que considera um “pecado horrível”. Em seu papado, o argentino instaurou tolerância zero aos padres culpados e cúmplices.

Feminismo

“Onde as mulheres são marginalizadas, é um mundo estéril, porque as mulheres não só dão a vida, mas nos transmitem a capacidade de olhar além, de sentir as coisas com o coração mais criativo, mais paciente, mais tenro”, afirmou o Francisco. Ele também defende uma maior atuação feminina no Vaticano, já que as mulheres não costumam ter permissão para ocupar altos cargos religiosos.

Controle de natalidade

O uso de métodos contraceptivos sempre foi rejeitado pela Igreja. Ainda assim, o papa se manifestou com a seguinte frase: “Algumas pessoas pensam – e desculpem minha expressão aqui – que, para ser um bom católico, elas precisam ser como coelhos. Não. Paternidade tem a ver com responsabilidade”. O líder defende o planejamento familiar natural e o uso de ‘métodos lícitos’ de contracepção, de acordo com as diretrizes religiosas.

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Divórcio

O papa defendeu, em cerimônia, que o matrimônio é “umas das coisas mais belas que Deus criou”, porém, às vezes, “o casamento não funciona e é melhor se separar para evitar uma guerra mundial”. Em outra ocasião, ele insistiu para que os católicos divorciados também sejam acolhidos pela Igreja.

Aborto

Em 2015, o Papa Francisco autorizou por meio de carta apostólica que todos os padres passem a perdoar as mulheres católicas “que tenham procurado o pecado do aborto” e que peçam a remissão do ato. O posicionamento da Igreja contra a interrupção da gravidez é amplamente conhecido e, inclusive, apoiado pelo pontífice. Apesar disso, ele prioriza a misericórdia divina , o que já representa um passo significativo.

Ateísmo

Em 2017, Francisco chocou o mundo ao se posicionar contra alguns membros de sua própria Igreja. Durante um sermão matinal, ele destacou que “é melhor ser ateu do que um cristão hipócrita”, sobre católicos que seguem uma vida dupla, pregando uma coisa e fazendo outra. E ainda finalizou o discurso dizendo que “onde está o Evangelho há uma revolução”.

Texto: Camila Ramos e Milena Garcia | Edição: Renata Rocha

Fonte: IG Mulher

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Em 2 meses, movimento Me Too Brasil recebe mais de 70 denúncias

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Movimento Me Too Brasil conta com parceria do Projeto Justiceiras


No mês de setembro deste ano, o movimento Me Too , que ganhou visibilidade nos Estados Unidos, chegou ao Brasil. Dois meses depois da estreia da plataforma Me Too Brasil , os canais virtuais já somam cerca de 70 pedidos de ajuda, sendo que a maioria era queixa de  estupro de vulnerável contra crianças de 9 a 10 anos.


O Me Too foi originalmente criado pela ativista Tarana J. Burke em 2006, mas ficou conhecido em 2017 depois que atrizes hollywoodianas passaram a usar a frase nas redes sociais para denunciar abuso sexual .

No Brasil, as denúncias chegam por canais como WhatsApp, Instagram, Twitter e pelo próprio website do movimento. O Projeto Justiceiras também se envolve com o movimento por sua experiência de atendimento às vítimas em todo Brasil. São mais de 4 mil voluntárias para fazer o encaminhamento para serviços jurídicos, socioassistenciais, ajuda psicológica, rede médica, rede de apoio e de acolhimento.

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O Me Too Brasil foi fundado pela advogada Mariana Ganzarolli e trabalha em parceria com a Promotora de Justiça Gabriela Manssur. Ganzarolli afirma que os serviços de recebimento de queixas deve abranger o máximo de pessoas. “Trabalhamos para que todas as pessoas, inclusive homens, independente da razão do abuso, busquem os canais de denúncias que disponibilizamos. Somente com informação podemos ajudar a diminuir o número de casos. Muitas vezes, um abusador é, na verdade, um predador, ou seja, não pratica esse tipo de crime apenas uma vez, faz uma série de vítimas”, afirma.

A maior parte das denúncias recebidas eram de estupro  de vulnerável contra meninas entre 9 e 10 anos de idade, que foram violentadas por pessoas próximas ou da família. A maior parte deles eram padrasto, primo ou tio da vítima. “Infelizmente, a realidade do abuso sexual no Brasil, em sua maioria, ainda é a da pedofilia. Grande parte das denúncias que recebemos trazem esse retrato, onde o agressor está dentro de casa”, explica Ganzarolli.

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Você precisa de ajuda?

Você pode pedir ajuda pelas redes sociais do Me Too Brasil , pelo website do projeto ( metoobrasil.org.br ), pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp (11) 99639-1212. Você não está sozinha!

Fonte: IG Mulher

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