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Por que nos culpamos tanto?

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João Bidu

Que tal livra-se da culpa que corrói sua energia e vitalidade? - Shutterstock

Em minha rotina de consultas e atendimentos, percebi o quão as pessoas se sentem culpadas por diversas situações que ocorreram em suas vidas. A culpa é um sentimento que surge do fracasso em relação a projeção de algo ou de alguém. Quando não atingimos as expectativas criadas, nos frustramos e geramos o sentimento de culpa. Este sentimento existe para perceber onde o erro está e agir rapidamente para corrigir. Acontece que, a maioria das vezes, não assumimos a responsabilidade do erro, não corrigimos a tempo e ainda damos permissão ao sofrimento que vai agravando o sentimento, virando uma bola de neve que se arrasta por anos de culpa, paralisando a vida, ficando preso ao passado e se rendendo ao vitimismo. E pra completar, vem a ansiedade de querer resolver tudo do dia pra noite para se livrar disso. Oras, se tenta remediar, por que não agiu no devido tempo, lá atrás, logo após reconhecer o erro? 

Acalme-se! Não estou criticando e sim, trazendo pra realidade e te ajudar a sair desta faixa vibracional de culpa (saiba mais neste artigo ). Vamos falar da sua própria vida. Veja bem, todo dia você é abençoado por mais um dia de vida e tem a liberdade de escolher o que fazer com ele, de acordo com a pessoa que é naquele momento. No dia seguinte, você já não é mais o mesmo que o dia anterior, está mais experiente com mais informações agregadas em seu corpo, mente e espírito e recebe novamente um novo dia de vida para fazer dele o que quiser e assim, sucessivamente. 

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O que quero frisar é que a cada instante fazemos escolhas e elas são feitas de acordo com o que vibramos, pensamos e sentimos naquele instante, ou seja, agimos de acordo com o que temos de melhor naquele momento, compreende isso?   

Por isso a importância de estar vigilante quanto suas próprias ações e sentimento para que, no instante que perceber que fez algo de errado, corrigir imediatamente para te livrar do sofrimento. Lembre-se, a culpa é como o sentimento de raiva, é pra sinalizar que algo está errado e movimentar para correção (ação). 

Agora que já sabe como funciona, que tal livra-se da culpa que corrói sua energia e vitalidade? Que tira a sua coragem e vontade de viver em perfeita harmonia e em prosperidade com o Universo?  

Primeiro passo – perdoa-se! E agradeça a pessoa que você era naquele momento. Não julgue mais. Saiba que esse sofrimento nada mais é do que soberba que querer ser o centro das atenções até no negativo; 

Segundo passo – seja realista com o momento presente e veja o que de fato precisa fazer para corrigir a rota e trilhar pelo caminho da prosperidade; 

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Terceiro passo – se carrega culpa por ter prejudicado alguém, pelo perdão sem esperar nada em troca. Apenas faça sua parte e veja a mágica acontecer: a sensação de alívio por ter se livrado disso. E quanto ao outro, se não te perdoar ou ao mesmo te dar a oportunidade de explicar; deixa pra lá que é a pessoa que ficará em baixa vibração e não você; 

Quarto passo – tem culpa e a pessoa não vive mais aqui neste mundão de Deus? Ore, ore muito pedindo perdão pois a pessoa ainda existe, mas em outro plano espiritual, se você fizer tudo de coração, Deus transmitirá a sua mensagem; 

Eis alguns simples e práticos passos definitivamente eliminar a culpa. Este tema é amplo e merece mais aprofundamento, porém, tenho certeza que com tudo que foi escrito aqui já te ajudará a dar os primeiros passos rumo a liberdade e a paz de espírito.  

Deseja que continue com o assunto? Escreva para nossa redação ou pra mim mesma no meu instagram que está escrito abaixo.  

TEXTO:  Liggia Ramos | Numeroterapeuta e Taróloga 

INSTAGRAM@liggiaramos

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Fonte: IG Mulher

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Conheça seis mitos e verdades sobre o câncer de mama

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Em tempos de disseminação de notícias falsas, é importante lembrar que nem tudo o que ouvimos ou lemos sobre saúde tem comprovação científica. Por isso, encerrando a nossa série de reportagens sobre o Outubro Rosa , entrevistamos a rádio-oncologista Pauline Souto, do Hospital DF Star, para esclarecer alguns mitos e verdades sobre o câncer de mama .

dra pauline souto
Arquivo pessoal

A rádio oncologista Pauline Souto esclarece mitos e verdades sobre a doença


1. É verdade que nódulos que não doem ou se movimentam são benignos?

Mito. “A maioria dos nódulos malignos são indolores nos estágios iniciais, podem inclusive não ser palpáveis. Em até 10% dos cânceres de mama podem não ser identificáveis pela mamografia. Quanto à mobilidade, os tumores podem ou não ser móveis. É possível ainda que se formem nódulos maiores, formando massas dolorosas, com acometimento de pele, axilas, dor local, inchaço e aspecto em casca de laranja. Eles costumam indicar estágios mais avançados da doença”, explica.

2. Mulheres que não têm filhos tem mais propensão a ter câncer de mama?

Verdade. “A ideia aqui é o tempo de exposição da glândula mamária à ação dos estrogênios endógenos (próprios do organismo). Assim como as mulheres que não têm filhos, as que optam por tê-los mais velhas, as que menstruaram mais cedo e as que chegam à menopausa mais tardiamente também possuem risco um pouco mais elevado de desenvolver a doença”, diz a médica.

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3. O uso de anticoncepcionais hormonais aumenta o risco de desenvolver a doença?

Verdade. “Desta vez são os estrogênios exógenos (ingeridos na forma de anticoncepcionais e também na terapia de reposição hormonal) que estimulam as células das glândulas mamárias e o risco de desenvolvimento da doença é proporcional aos anos de uso destes medicamentos”.  


4. Prótese de silicone pode esconder o câncer de mama?
Verdade. “A prótese pode atrapalhar os resultados do exame caso não seja bem executado. A primeira atitude a se tomar é sempre informar ao seu médico e ao técnico que fará o seu exame que você possui próteses. Dessa maneira o exame será feito com menos pressão sobre a mesma e com manobras de posicionamento que facilitem a visualização do tecido mamário”, esclarece.

A médica diz que em casos de diagnósticos duvidosos, há também a possibilidade de complementação diagnóstica com a adição da ultrassonografia das mamas ou ressonância magnética das mamas, conforme indicado para cada caso.

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5. O câncer de mama em mulheres jovens é raro?

Verdade. Pauline explique que embora o câncer de mama seja considerado relativamente raro em mulheres jovens ainda é um dos principais cânceres que atingem mulheres entre 25-39 anos. 

6. Apenas mulheres mais velhas correm risco de desenvolver a doença?

Mito. No Brasil, a média de idade do diagnóstico é de 56 anos (segundo o Instituto Nacional do Câncer, dados de 2019). Contudo, isso não quer dizer que a doença não possa afetar mulheres mais jovens. “Mesmo sendo mais raro, pode acontecer sobretudo naquelas com histórico familiar (parentes de primeiro grau com câncer de mama), com mutações predisponentes conhecidas como BRCA1 e BRCA2, irradiação da parede torácica na infância ou adolescência ou ainda pode ocorrer associado à gestação”, afirma.

Fonte: IG Mulher

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