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Posso fazer escova ou chapinha no cabelo durante a transição capilar?

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Muitas mulheres têm aproveitado que estão passando mais tempo em casa para iniciar o processo de transição capilar e assumir os seus cachos. Embora pareça simples, a transição pode ser bem difícil para a autoestima da mulher, que às vezes recorre às escovas para lidar com o cabelo neste período, mas será que isso prejudica a saúde do cabelo?

A transição capilar é o processo de retirada da química do cabelo
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A transição capilar é o processo de retirada da química do cabelo

Cabeleireiro de celebridades como Angélica, Tânia Mara e Vanessa da Matta, Celso Kamura conta que não há problema algum em realizar uma escova no cabelo, mas que o ideal é respeitar a estrutura do seu fio.

“Pode fazer escova sim, só não pode fazer química, porque altera a estrutura do fio. Se ela quiser fazer escova de vez em quando não tem problema, mas o ideal é ela tentar manter a estrutura natural do fio”, ressalta.

O dono do MG Hair, Marco Antonio de Biaggi, acrescenta que, de fato, muitas mulheres recorrem às escovas para lidar com as duas texturas do fio, mas esclarece que o excesso pode prejudicar os fios. “Essa é uma opção que pode danificar os fios cacheados, pois o excesso de calor pode ter um efeito semelhante ao do relaxamento e afetar a textura natural do cabelo”.

Mas, se você ainda não se sente pronta para largar as chapinhas, Biaggi sugere uma alternativa. “É importantíssimo utilizar produtos para proteção, cuidados e hidratação dos fios”, diz.

“Além disso, recomendo a limpeza dos secadores e escovas após o uso, para evitar que quaisquer resíduos de químicas anteriores possam ser transferidos para os fios em transição e danificá-los”, completa.

Apesar de ser a favor do corte radical para quem quer assumir o look natural, Kamura dá algumas dicas que podem ser usadas para reduzir o uso das escovas e encarar melhor esse momento de cabelo com duas texturas — parte ainda com química e parte natural.

“A primeira dica é começar usando produtos específicos para o seu tipo de fio. Outra dica legal é usar o babyliss no dia a dia para manter o cacheado do fio, evitar lavar o cabelo todos os dias, usar óleo nos fios para hidratar”, recomenda.

Umectação com óleo de coco alisa o cabelo?

Em março, a influenciadora Rayza Nicácio contou a suas seguidoras que a umectação frequente com óleo de coco acompanhada de muitas escovas fizeram a textura do seu cabelo mudar, ficando mais lisa. Quanto a isso, os profissionais tem opiniões diferentes, apesar de ambos incentivarem o uso do produto para estimular a hidratação do fio.

“O óleo de coco em si não altera a fibra capilar, ele ajuda a manter a hidratação do fio, mesmo sendo liso ou cacheado. O óleo de coco é maravilhoso para quem tem o cabelo cacheado porque promove a hidratação do fio durante o dia ou à noite”, diz Kamura.

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Já Biaggi argumenta que o efeito liso demora para ocorrer, mas ele acontece. “Apesar de ser indicado para controlar o volume dos fios, o óleo de coco é um queridinho de várias mulheres que pode alisar o cabelo de forma gradativa. Escovas em excesso podem danificar a textura dos fios, ainda mais quando acompanhadas pelo uso do óleo de coco.”


Afinal, posso ou não escovar o meu cabelo?

A resposta é sim, afinal, você pode tudo! Mas, é importante que você mantenha os cuidados necessários para que a escova não afete a textura do seu cabelo. “A rotina de haircare (cuidados com o cabelo) pode, por exemplo, ser feita seguindo um cronograma capilar e com o uso de produtos para hidratação e proteção térmica, esse último essencial para quem deseja escovar os fios às vezes”, aconselha Biaggi.

Rayza Nicácio
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Rayza Nicácio

Kamura sugere ainda reduzir a frequência do uso das escovas e chapinhas, pois caso a estrutura do seu fio seja alterada será necessário recorrer a outros procedimentos. “Só não é legal escovar todos os dias, porque aí sim a estrutura capilar ficará sensibilizada e o cabelo vai demorar para voltar na sua forma original. O que acontece muitas vezes, é que as pessoas que perderam a forma dos cachos, precisam fazer algum procedimento como a permanente, por exemplo, para ter de volta a estrutura cacheada original.”

Fonte: IG Mulher

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“Não posso ser reduzida a ‘uma sapatão'”, diz Bruna Linzmeyer

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Bruna Linzmeyer não tem tabus quando o assunto é sexualidade. A atriz, que namora a DJ Marta Supernova , fala sem problemas que é uma mulher que se relaciona com outras mulheres. Recentemente, ela também refletiu sobre a importância da representatividade de pessoas LGBTQ+ para o público. 

Bruna Linzmeyer
Reprodução/Instagram

Bruna Linzmeyer fala sobre representatividade e identificação com a sigla LGBTQ+

“Eu sou uma das referências para essas pessoas que me seguem, acompanham, não sou única, nunca serei. Somos muitas. Eu me identifico como sapatão, mas não é a única coisa que eu sou. É também. Não existe só um jeito de ser sapatão, de amar mulheres. Não podemos universalizar esse termo, esse jeito de ser”, Bruna disse em entrevista à revista Glamour. 

A global também falou que se interessa muito pelo sinal de + na sigla. “É tudo o que vai além, o que ainda pode ser. É sobre todas as possibilidades, e essas caixinhas que às vezes as letras reproduzem não podem nos reduzir a mais caixinhas. Não posso ser reduzida a ‘uma sapatão’. Isso não é tudo o que sou. Minha caixinha tem furos, pertenço a outras coisas”, ela continuou. 

Bruna também ressaltou a importância de falar sobre a comunidade LGBTQ+ de maneiras que não tratem apenas de violência e sofrimento. A atriz argumenta que é necessário mostrar notícias boas e personalidades que estão crescendo e conquistando frutos de seus trabalhos, para que as pessoas “sejam capazes de recusar essas dores e terem autonomia para dar a volta nelas, seguindo a vida”.

“Ainda tem muita gente morrendo, física e simbolicamente. É muito grave e sofrível. Eu já morri simbolicamente pelo o que eu sou, e isso dói muito. Falar desses assuntos, trocar é para que menos pessoas sejam assassinadas emocionalmente, intelectualmente, fisicamente. Tem muita dor atravessando nossos corpos, e considerando a interseccionalidade, essas dores são diferentes para casa pessoa”, ela falou. 

Sobre ser representatividade, Bruna contou que um caso que viveu antes do isolamento social. Ela lembrou de quando estava no cinema e foi abordada por um casal de meninas jovens. “Vieram me agradecer porque elas conseguiram falar para os pais, que estavam ali com elas. Me contaram a história delas e pediram uma foto. Eu só disse: ‘Agora quem também quer a foto sou eu!’. Óbvio que eu sei que tem muitas pedras no caminho, retaliações, mas saber que a minha postura faz sentido para alguém, me dá carinho no meu íntimo. Se faz sentido para alguém, faz sentido para mim também”, reflete. 

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Fonte: IG Mulher

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