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Primeiro condomínio para mulheres trans é fundado por freira na Argentina

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Mónica Astorga
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Mónica Astorga


A freira argentina Mónica Astorga, da Ordem dos Carmelitas Descalços, dedica-se, há mais de 15 anos, ao trabalho social com mulheres trans em situação de vulnerabilidade. Agora, ela lançou um novo projeto, que é o primeiro condomínio para essas mulheres, segundo a Télam, agência pública de notícias da Argentina.

Com o lançamento, que aconteceu este mês, as casas já servem como lar para 12 mulheres trans de entre 40 e 60 anos, com ou sem companheiro. “Essas mulheres vivem nas trevas há muito tempo. As casas devem iluminar seus caminhos, para que a sociedade compreenda que elas também merecem viver com dignidade e respeito”, comentou Mónica no dia da inauguração.

Inauguração do condomínio para mulheres trans
Reprodução/Télam

Inauguração do condomínio para mulheres trans


A construção tem dois andares, com seis apartamentos de 40 m² em cada. Há, ainda, um espaço comunitário e um parque de 120 m² destinado a horta, lazer e estacionamento. O projeto demorou quase 3 anos para sair do papel, o terreno foi cedido ao monastério pelo município e as obras foram realizadas pelo Instituto Provincial de Habitação e Urbanismo de Neuquén (IPVU). O governo provincial forneceu um investimento total de 27,6 milhões de pesos, cerca de 2 milhões de reais, para materiais e outros recursos.

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Enquanto esperam a retomada de seus empregos presenciais, algumas moradoras ainda recebem bolsa-auxílio de alimentação para conseguir sobreviver ao período de quarentena devido à pandemia. “Esse tem que ser o pontapé inicial, porque se uma freira conseguiu realizar seu sonho, o governo pode fazer ainda mais”, disse a freira.

A iniciativa, inclusive, recebeu o apoio do Papa Francisco, que enviou uma carta para Mónica afirmando que ela será “recompensada por Deus” pelo trabalho que faz.

Fonte: IG Mulher

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Alexandra Gurgel posta conteúdo sobre “direito de ser feia” e sofre hate na web

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Alexandra Gurgel diz que todos temos o
Reprodução/Instagram/alexandrismos

Alexandra Gurgel é uma influenciadora e youtuber que fala sobre positividade corporal e gordofobia nas redes sociais


A influenciadora Alexandra Gurgel, muito conhecida por fazer conteúdos sobre autoaceitação e contra a gordofobia,  publicou um vídeo na noite de domingo (20) que rendeu muita polêmica. Na gravação, logo de cara, ela fala que temos “o direito de sermos feias” e, ao longo do vídeo, ela explica o que ela quer dizer com essa frase.


Acontece que muita gente usou parte do vídeo como um meme, afirmando também que o conteúdo era raso demais. Mas isso acabou abrindo margem para ofensas mais pesadas e para a gordofobia. O nome dela foi tão mencionado que acabou ficando entre um dos assuntos mais comentados do Twitter. Na rede social, muitos tuítes criticaram o conteudo de Gurgel e atacaram ela pessoalmente, mas muitos a defenderam.

“O problema não é a crítica a Alexandra, eu também critico. O problema é a gordofobia mascarada, é o ódio desnecessário. Se fosse uma magricela falando as mesmas coisas, vocês tavam batendo palmas porque é isso que vocês fazem”, disse uma. “Tenho minha discordância a respeita de algumas abordagens da Alexandra e muitas já pude debater, inclusive, com a mesma. Mas o que estão fazendo está ligada a forma que vocês nos tratam. As magras que falam merda a todo tempo vcs dão o perdão ou ao menos o benefício da dúvida”, afirmou outra, também relacionando as críticas exacerbadas à gordofobia.

No Twitter, Alexandra desabafou e disse que as críticas exageradas e desproporcionais acabam com sua saúde mental e que é difícil lidar com um ódio que só cresce. 


Fonte: IG Mulher

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