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Projeto Descomplica: uma forma descontraída de tratar sobre etiqueta

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Dando continuidade ao Projeto Descomplica, vamos descobrir curiosidades sobre a tapioca?

tapioca
Beluquices/ Isabela Azevedo

A tapioca normalmente é servida em prato de sobremesa ou raso. No comércio de rua, é oferecida em embalagem plástica ou de papel.


Nas primeiras décadas pós-descobrimento, viajantes estrangeiros já registravam  a existências dos beijus, preparados pelos índios com a goma da mandioca. Segundo a antropóloga Paula Pinto e Silva, autora do livro Farinha, feijão e carne seca – Um tripé culinário no Brasil Colonial (Senac-SP), tais bolos redondos, regados com mel, eram consumidos logo pela manhã e ao longo do dia.

Adotado pelas senhoras portuguesas por sua semelhança com o já conhecido filhó e pela falta de pão de trigo que acompanhasse as refeições, o beiju saiu das aldeias e entrou nos alpendres e nas varandas, alargando as possibilidades do paladar europeu.

Diferente da farinha comum produzida a partir das fibras da mandioca, a farinha de tapioca provém do amido: ” A goma, depois de retirada é peneirada sobre um tacho de cobre bem quente. Quando caem sobre o metal, esses resíduos fininhos estouram como pipocas, fazendo bastante barulho”, explica a chef carioca Teresa Corção, presidente do Instituto Maniva, que se dedica à pesquisa e à difusão da gastronomia brasileira. A diferença em relação as versões industrializadas, segundo ela, está na textura.

tapioca colorida
Reprodução

Quando se trata de tapioca com bastante recheio, recomenda-se o uso de talheres para facilitar a refeição.


Embora diretamente associada à dieta diária do Norte e Nordeste, pois essa forma de tapioca recheada veio da cidade de Olinda/PE, a farinha de tapioca ultrapassou as fronteiras destas regiões. As famosas panquecas com recheios doces ou salgados, chegaram aos menus dos restaurantes do Sul e Sudeste, assim como os bolos, pudins e sorvetes.

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Existem várias explicações para a origem do termo “tapioca” vem do tupi tapi (pão) + oca (casa). Vem da palavra tipi´oka, “aglutinado”, o nome para este amido em língua tupi. Pode referir-se tanto ao produto obtido da fécula quanto ao prato em si feito a partir dele. A partir da tapioca, eram feitas também algumas bebidas alcoólicas como o pajuari, o tarubá, o tapiocuí e a tiquira.

A tapioca normalmente é servida em prato de sobremesa ou raso. No comércio de rua, é oferecida em embalagem plástica ou de papel. Quando se trata de tapioca com bastante recheio, recomenda-se o uso de talheres para facilitar a refeição. Em algumas regiões do país, o costume é comer sem o auxílio dos talheres.

Fonte: IG Mulher

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Conheça seis mitos e verdades sobre o câncer de mama

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Em tempos de disseminação de notícias falsas, é importante lembrar que nem tudo o que ouvimos ou lemos sobre saúde tem comprovação científica. Por isso, encerrando a nossa série de reportagens sobre o Outubro Rosa , entrevistamos a rádio-oncologista Pauline Souto, do Hospital DF Star, para esclarecer alguns mitos e verdades sobre o câncer de mama .

dra pauline souto
Arquivo pessoal

A rádio oncologista Pauline Souto esclarece mitos e verdades sobre a doença


1. É verdade que nódulos que não doem ou se movimentam são benignos?

Mito. “A maioria dos nódulos malignos são indolores nos estágios iniciais, podem inclusive não ser palpáveis. Em até 10% dos cânceres de mama podem não ser identificáveis pela mamografia. Quanto à mobilidade, os tumores podem ou não ser móveis. É possível ainda que se formem nódulos maiores, formando massas dolorosas, com acometimento de pele, axilas, dor local, inchaço e aspecto em casca de laranja. Eles costumam indicar estágios mais avançados da doença”, explica.

2. Mulheres que não têm filhos tem mais propensão a ter câncer de mama?

Verdade. “A ideia aqui é o tempo de exposição da glândula mamária à ação dos estrogênios endógenos (próprios do organismo). Assim como as mulheres que não têm filhos, as que optam por tê-los mais velhas, as que menstruaram mais cedo e as que chegam à menopausa mais tardiamente também possuem risco um pouco mais elevado de desenvolver a doença”, diz a médica.

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3. O uso de anticoncepcionais hormonais aumenta o risco de desenvolver a doença?

Verdade. “Desta vez são os estrogênios exógenos (ingeridos na forma de anticoncepcionais e também na terapia de reposição hormonal) que estimulam as células das glândulas mamárias e o risco de desenvolvimento da doença é proporcional aos anos de uso destes medicamentos”.  


4. Prótese de silicone pode esconder o câncer de mama?
Verdade. “A prótese pode atrapalhar os resultados do exame caso não seja bem executado. A primeira atitude a se tomar é sempre informar ao seu médico e ao técnico que fará o seu exame que você possui próteses. Dessa maneira o exame será feito com menos pressão sobre a mesma e com manobras de posicionamento que facilitem a visualização do tecido mamário”, esclarece.

A médica diz que em casos de diagnósticos duvidosos, há também a possibilidade de complementação diagnóstica com a adição da ultrassonografia das mamas ou ressonância magnética das mamas, conforme indicado para cada caso.

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5. O câncer de mama em mulheres jovens é raro?

Verdade. Pauline explique que embora o câncer de mama seja considerado relativamente raro em mulheres jovens ainda é um dos principais cânceres que atingem mulheres entre 25-39 anos. 

6. Apenas mulheres mais velhas correm risco de desenvolver a doença?

Mito. No Brasil, a média de idade do diagnóstico é de 56 anos (segundo o Instituto Nacional do Câncer, dados de 2019). Contudo, isso não quer dizer que a doença não possa afetar mulheres mais jovens. “Mesmo sendo mais raro, pode acontecer sobretudo naquelas com histórico familiar (parentes de primeiro grau com câncer de mama), com mutações predisponentes conhecidas como BRCA1 e BRCA2, irradiação da parede torácica na infância ou adolescência ou ainda pode ocorrer associado à gestação”, afirma.

Fonte: IG Mulher

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