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Solstício de inverno: o que muda astrologicamente?

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Solstício de inverno: o que muda astrologicamente?
Bruna Giorgi

Solstício de inverno: o que muda astrologicamente?

Dia 21 de junho, na virada da meia noite, temos o Solstício de Inverno. O Solstício marca a época do ano em que o Sol atinge o ponto mais distante da Linha do Equador, iluminando mais um hemisfério que o outro. O começo do Inverno no Hemisfério Sul ocorre entre os dias 21 e 22 de junho (em 2021, ocorrerá no dia 21). Nesse mesmo dia, marca o evento de Verão no Hemisfério Norte.

O Solstício de Inverno revela o período em que as noites são mais longas do que os dias. Por isso, na astrologia, essa época pode ser associada ao recolhimento e a busca por autoconhecimento.

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Solstício de Inverno na Astrologia

O signo de Câncer, que marca este solstício, é representado pelo caranguejo. Já viu como eles agem? O caranguejo é um animal que cava seu abrigo, se esconde, só se locomove em bando e anda meio para frente e meio para o lado. O simbolismo mostra que é o período em que estamos carentes, nossas emoções (cancerianas) afloram e são inconstantes, buscamos a aproximação, o aconchego com um semelhante, familiar. Precisamos estar junto a nossas raízes. Porém, qualquer desorientação, retornamos ao nosso lar.

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Energeticamente, esse evento representa um momento de introspeção e reflexão. É como se as marés – do lado de fora – estivessem calmas. Mas o “maremoto” acontece no lado emocional e sentimental, dentro de nós. Transformações nos sentimentos e destaque das memórias e fatos do passado fazem parte desse período importantíssimo para o autoconhecimento. O que deu certo e o que deu errado? São algumas revelações que podem marcar esse período.

Fases do inverno

A temporada de frio é composta por três meses, representados pelos signos de: Câncer, Leão e Virgem. Assim, na astrologia, temos a época da germinação (Câncer), do florescimento (Leão) e da colheita (Virgem). É um período de transformação e metamorfose. Em Câncer, plantamos uma semente em nosso Eu; em Leão, saímos das sombras e voltamos para o externo; e em Virgem, colhemos aquilo que analisamos, refletimos e aplicamos em Leão.

Entenda a energia canceriana

Ao iniciar o trânsito no signo que abriga a 4ª Casa Astral no Zodíaco, o astro-rei destaca os interesses do universo doméstico, fortalece os laços afetivos com os parentes e as pessoas próximas, além de trazer mais compreensão e empatia nos relacionamentos em geral. O lado carinhoso, sensível e dedicado fica mais evidente e a vontade de proteger, acolher e dar colo tende a aumentar, inclusive com o mozão. Só que o apego também pode falar mais alto e demonstrações de possessividade tendem a ocorrer com mais frequência neste período.

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Representação no Mapa Astral

Os Solstícios ocorrem marcando as estações Inverno e Verão; e os Equinócios (quando o Sol está próximo à linha do Equador) são de Outono e Primavera. Astrologicamente, podemos dizer que dão o pontapé nos trânsitos do Sol em Áries, Câncer, Libra e Capricórnio; os quatro signos cardinais.

No mapa astral individual, esses pontos representam as Casas do Eu (ação), das Emoções, do Equilíbrio e relacionamentos, e da ambição (carreira). Aspectos importantes da formação da personalidade e, assim, do autoconhecimento.

Texto: Bruna Giorgi ( @in.flua )

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Fonte: IG Mulher

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Rebeca Andrade: conheça a ginasta brasileira medalhista de ouro

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Rebeca Andrade, a ginasta brasileira que fez história nas Olimpíadas 2020
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Rebeca Andrade, a ginasta brasileira que fez história nas Olimpíadas 2020

Rebeca Andrade é a primeira mulher ginasta brasileira campeã olímpica e a primeira ginasta do Brasil a ganhar duas medalhas numa mesma edição das OlímpiadasA modalidade de salto garantiu o ouro para Rebeca este domingo (1). Porém,  a atleta conquistou o mundo e a medalha de prata com sua apresentação solo ao som de “Baile de Favela”, funk do MC João. A letra fala sobre diversos bairros das cidades de São Paulo e Guarulhos – esta última, onde Rebeca nasceu no dia oito de maio de 1999.

História

A filha de Rosa Rodrigues tem sete irmãos e começou a praticar ginástica olímpica aos quatro anos de idade, no Ginásio Bonifácio Cardoso, em um projeto social de iniciação ao esporte da prefeitura de Guarulhos, em São Paulo. Lá sua dedicação e talento fizeram com que ela ganhasse o apelido de “Daianinha de Guarulhos”, uma referência a ginasta Daiane dos Santos, primeira ginasta brasileira, entre homens e mulheres, a conquistar uma medalha de ouro em uma edição do Campeonato Mundial. . 

Rebeca Andrade
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Rebeca Andrade

Familiares e amigos de Rebeca contam que quando a família passou por uma crise financeira, a pequena de seis anos caminhava duas horas em direção ao ginásio localizado na Vila Tijuco. Depois de um tempo, o irmão mais velho (na época 15 anos) conseguiu comprar uma bicicleta e levava à irmã aos treinos. Rebeca treinou no ginásio de Guarulhos por cinco anos, entre 2005 e 2010, até que seu empenho rendeu um convite para treinar em Curitiba, no Paraná, quando tinha nove anos. Em 2012, ela foi convidada a treinar pelo Flamengo, onde está até hoje.

Cirurgias e medalhas

Rebeca Andrade
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Rebeca Andrade

Com lesões persistentes, no mesmo ano (2015) em que conquistou a medalha internacional de bronze entre adultas, nas barras assimétricas, Rebeca teve uma ruptura de ligamento cruzado anterior do joelho direito em um treino. Isso fez com que a atleta ficasse afastada dos treinos por oito meses e não tivesse o desempenho desejado nos Jogos Olímpicos de 2016. 

Em 2017 e 2019, Rebeca passa por outras lesões no joelho ao mesmo tempo em que conquista medalhas de ouro nas etapas de Copa do Mundo. No total, Rebeca tem nove medalhas de ouro – já contando com o ouro olímpico -, oito pratas (a das Olimpíadas também está na soma) e três bronzes.


Fonte: IG Mulher

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