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Sonhou com onça-pintada? Descubra o significado!

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Sonhou com onça-pintada? Descubra o significado!
Reprodução: Alto Astral

Sonhou com onça-pintada? Descubra o significado!

Se você está tentando lembrar com o que sonhou na noite passada, mas não consegue, aqui vai uma dica: mantenha um papel ao lado de sua cama para poder anotar seu sonho logo quando acordar, sendo o momento em que ele estará mais fresco na mente. Assim, com os detalhes devidamente registrados, ficará mais fácil buscar um entendimento para ele.

Interpretar os sonhos é uma prática comum e enriquecedora para o autoconhecimento, pois permite que aquela mensagem seja decodificada e relacionada a nossa realidade, contextualizando-a com base em nossa vida, nos mais diversos aspectos.

Para te ajudar com essas interpretações, explicamos hoje qual é o significado de sonhar com onça-pintada – embora bravo, o felino aparece bastante nos sonhos, e nem sempre denota coisas ruins ou perigo. Confira!

Significados de sonhar com onça-pintada

Onça mansa: se você está esperando resultados de algum projeto ou investimento, considere-os um sucesso! Se tais planos tiverem a ver com o campo financeiro, sairá lucrando por suas decisões. Continue trabalhando, pois, seu trabalho está sendo bem executado e ainda há muito a ser conquistado.

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Fazer carinho na onça: bom presságio! Você está no controle de sua vida, basta aproveitar as chances sem medo ou vergonha de mostrar quem realmente é. Revelando suas habilidades, poderá encontrar pessoas com cargos altos dispostas a te auxiliar em seus projetos. Mantenha a sorte ao seu lado!

Você viu?

Onça brava: cuidado! O momento não é favorável, então, suas ações serão negativas. O sonho alerta para algo em sua vida que não está equilibrado, assim, confira seus níveis de estresse, cansaço e irritação. Pense bem antes de falar para não prejudicar suas relações!

Ser atacado por uma onça: pode ser um aviso de que a negatividade está reinando em seus pensamentos, podendo influenciar na baixa autoestima e na sensação de incapacidade quanto ao desempenho de tarefas. Controle essas sensações! No entanto, se você tentou lutar contra o animal, sentindo ímpeto de enfrentá-la, indica que há um lugar dentro de si, desejando batalhar contra os medos e obstáculos. Assim, o sonho é sinal de coragem.

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Fugir de uma onça: da mesma forma que correu do felino, corra em direção aos seus sonhos para conquistá-los. O sonho significa ânimo e coragem, enquanto a onça representa o empurrão em sua vida, rumo às conquistas. Seja corajoso e encare de frente o que vier!

Onça deitada: momento perfeito para seu crescimento pessoal, profissional e espiritual. Faça um plano de ação e tire os sonhos do papel!

Onça-preta: o sonho expressa raridade e está ligado as oportunidades de sua vida. Quando tiver a chance de fazer algo fora da sua zona de conforto, acredite no seu potencial e entre de cabeça na situação. Não foque apenas nos resultados e entenda a importância do caminho.

Fonte: João Bidu

Fonte: IG Mulher

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Opinião: Obesidade não deveria ser considerada doença

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Thais Carla, Ellen Valias, Luana Carvalho, Jéssica Balbino, Juno Vecchi, Gabi Menezes, Malu Jimenez e Agnes Arruda: veja ativistas gordas para seguir abaixo
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Thais Carla, Ellen Valias, Luana Carvalho, Jéssica Balbino, Juno Vecchi, Gabi Menezes, Malu Jimenez e Agnes Arruda: veja ativistas gordas para seguir abaixo

Você sabia que a ideia de obesidade como doença foi construída a partir de um paradigma científico patriarcal e mercadológico? Esse mesmo estigma nos vendeu, há alguns anos, que pessoas LGBTQIA+ eram doentes. Hoje, os Estudos do Corpo Gordo defendem que nem todo corpo gordo pode ser considerado doente , por isso, rechaçam o uso da palavra obesidade para se referir à totalidade destes corpos. Pessoas gordas são apenas gordas. O marco da balança não é capaz de definir se a pessoa tem coração saudável, índices de glicose, etc.

Um estudo publicado esta semana pela revista científica Science MAG  dá conta que obesidade nem sempre significa problemas de saúde. “Há muitas pessoas classificadas como obesas e que não têm nenhum sinal de doença e vivem uma vida longa e saudável”, afirma à publicação o fisiologista Lindo Bacon, autor e defensor da positividade corporal e professor da Universidade da Califórnia. 

Bacon considera que o peso em si não é um fator determinante em doenças. Para o especialista, marcadores como condição social, discriminação e acesso a alimentos saudáveis são mais decisivos em relação à saúde das pessoas. Ele cita ainda estudos que atestam que pessoas gordas sem problemas metabólicos geralmente têm maior nível de escolaridade e têm melhores condições socioeconômicas do que as consideradas obesas com problemas de saúde.

Em março de 2020, um estudo publicado pela Nature Medicine  indica que a comunidade médica precisa urgentemente rever a ideia de patologização dos corpos gordos. O estudo demonstra como esse atendimento negligente, moralista e preconceituoso traz consequências graves para as pessoas gordas, como ansiedade, isolamento social, estresse, transtornos alimentares e suicídio, por exemplo. O estudo atesta que estas, sim, são doenças relacionadas diretamente à gordofobia, preconceito contra pessoas gordas.

Outro estudo é o “Obesidade em adultos: uma diretriz de prática clínica”, assinado por mais de 100 profissionais de saúde canadenses, publicado pela renomada Revista CMJA Open, que pede a revisão imediata do CID da obesidade e sugere sua exclusão . O documento propõe uma maneira mais humana para tratar os corpos gordos, considerando suas variações e necessidades, não o número de Índice de Massa Corporal (IMC) – formado por apenas duas variáveis: peso e altura. A medida é tão ultrapassada quanto a que, em tempos de eugenia, era usada para medir o crânio de pessoas negras e atestar violências contra estes corpos, acusando-os de serem menos saudáveis ou capazes.

Em 2013, a American Medical Association (AMA), decidiu classificar a obesidade como doença. Porém, antes da reunião, a associação pediu ao seu Comitê de Ciências e Saúde Pública para exemplificar a questão e o grupo trouxe um grande documento sugerindo que a obesidade não fosse oficialmente nomeada doença. No documento,  especialistas ressaltaram que não havia sintomas reais para que a questão fosse realmente considerada uma doença. Além disso, a medicalização da obesidade poderia ser danosa para as pessoas gordas, criando mais estigma e colocando-as em tratamentos desnecessários.

De acordo com o livro Nutrição Comportamental, os membros da AMA ignoraram as recomendações do comitê e argumentaram que o rótulo de doença traria mais benefícios do que danos. A questão econômica também falou alto, pois, caso o programa governamental de saúde americano reconhecesse a obesidade como doença, as pessoas passariam a ser elegíveis para tratamento e os médicos poderiam cobrar mais ao atendê-los.

Apesar de a obesidade ter sido considerada doença para que as pessoas recebessem tratamento adequado e para diminuir o estigma sobre os corpos gordos, o preconceito só piorou. Hoje, as pessoas gordas são ainda mais negligenciadas pelos profissionais da saúde .

A gordofobia médica é um problema vivenciado pela maior parte das pessoas gordas . Além da falta de aparelhos e objetos acessíveis, há muitos relatos de descaso dos próprios profissionais de saúde, sobretudo médicos, o que acaba gerando consequências graves na vida de uma pessoa gorda , inclusive um ciclo de não-cuidado.

O CID de doença (CID 10 E66) hoje nada mais é que uma ferramenta de poder da medicina para controlar, perseguir e invisibilizar os corpos gordos.

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Existe muita gente falando sobre isso. Confira abaixo oito perfis de ativistas para acompanhar.








O que é gordofobia? Entenda o que é esse preconceito e descubra as diversas indústrias que lucram com a insatisfação corporal ‑ sobretudo das mulheres ‑ e com os padrões de beleza.



Como combater a gordofobia? Empatia, conhecimento e despatologização do corpo gordo: saiba como lutar contra esse preconceito e contra esse estigma social que está institucionalizado na nossa sociedade. 


Todo gordo é doente ou come muito? A nutricionista Júlia Criscoullo responde essas perguntas de forma bem rápida e simples.


*A jornalista Naiana Ribeiro é ativista gorda e editora da PLUS, primeira revista para gordas do país

Fonte: IG Mulher

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