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Você sabe qual seu tipo de pele facial? Especialista ensina como identificar

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mulher olha no espelho e toca sua pele facial
Pexels/RF._.studio

Descubra qual é o seu tipo de pele facial


Os cuidados com a pele facial caíram no gosto das pessoas nos últimos tempos. Usar máscaras, fazer esfoliação e usar vários cremes no rosto está em alta e traz inúmeros benefícios. Mas é importante lembrar que os  cosméticos devem ser usados na medida certa e, antes de tudo, descobrir qual é o seu tipo de pele facial para usa-los corretamente.

Cada pele facial precisa de cuidados específicos, porque têm características muito distintas umas das outras. Por isso pode ser que um produto que está super na moda não faça bem para sua pele . Para tirar dúvidas sobre esse assunto conversamos com Heloisa Olivan, cosmetóloga do Instituto Olivan, sobre cada tipo de pele e como identificar a sua.

1- Pele facial normal

A pele normal é aquele que possui o perfeito equilíbrio entre oleosidade e hidratação. Além disso, os poros não são visíveis e o diâmetro é homogêneo. Por esses motivos, a pele normal é o sonho de muitas pessoas, mas Heloisa garante que cuidar dela não é tarefa fácil.

“O microbioma cutâneo [comunidade de microrganismos que garantem a saúde da pele] age de forma eficiente para garantir não somente a beleza, mas a saúde da pele. Devido a todos os fatores externos com os quais a nossa pele tem contato diariamente [chamado de expossoma], é muito raro encontrar pessoas com pele normal”, diz.


2- Pele facial seca

pele seca tem textura áspera, é pouco luminosa e apresenta falta de viço. Existem alguns hábitos que podem ocasionar nesse tipo de pele facial, como beber pouca água, perda de líquidos excessiva, hormônios e desequilíbrio do microbioma cutâneo.

“Como a água tem papel fundamental na elasticidade cutânea, não é de se admirar que a pele seca seja mais propensa ao aparecimento de linhas de expressão, fissuras, descamação e vermelhidão”, alerta a cosmetóloga. Ambientes frios e secos, banhos em temperaturas muito elevadas e exposição longa ao ar condicionado ou radiação podem tornar a pele ainda mais seca.

3- Pele facial oleosa

Esse tipo de pele facial apresenta muita luminosidade, resultado da produção excessiva de secreções de seco que se acumulam ao longo do dia. É considerada o tipo de pele mais desconfortável, apresentando poros dilatados e textura pegajosa; além de ser mais propensa à acne e cravos .

“Os principais fatores que fazem da pele um ambiente mais oleoso incluem hormônios, excesso de sol, dieta rica em alimentos gordurosos, cosméticos inadequados e higiene incorreta. A dica aqui é escolher muito bem os produtos que irá utilizar e manter a limpeza de pele em dia”, orienta Heloisa.

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4- Pele facial mista

Segundo a cosmetóloga, o tipo de pele facial mista é o mais encontrado no Brasil entre mulheres. “A pele mista apresenta testa, nariz e queixo mais oleosas e maçãs do rosto mais secas”, explica Heloisa. Esse tipo de pele também apresenta poros mais dilatados, o que pode ou não causar acne.

Afinal, como descobrir qual é o meu tipo de pele facial?

Heloisa explica que a melhor maneira de avaliar seu tipo de pele é observando como ela se comporta no cotidiano. É importante ficar atenta às alterações que a pele facial pode apresentar em dias quentes, frios, secos e úmidos, já que cada um impacta no comportamento da pele.

Quer saber qual o seu tipo de pele facial? Confira as dicas da cosmetóloga.

  • Olhe-se no espelho e avalie atentamente se possui poros dilatados, áreas de ressecamento ou avermelhadas.
  • Analise a textura e a uniformidade da pele.
  • Faça uma análise tátil. Toque nas diferentes regiões do rosto para avaliar a elasticidade, firmeza e se a pele possui uma superfície mais lisinha.
  • Para analisar o nível de oleosidade, você pode passar um lenço de papel limpo no rosto e observá-lo num local com claridade. Geralmente o lenço não apresenta resquício de oleosidade quando a pele é normal ou seca. Já quando a pele facial é oleosa ou mista, o lenço fica com aparência molhada, o que revela o excesso de oleosidade na pele.
Fonte: IG Mulher

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Moda acessível: “Pessoas com deficiência também são potenciais consumidores”

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Tênis novo da Nike é adaptável para pessoas com deficiência
Divulgação/ Reprodução

Tênis novo da Nike é adaptável para pessoas com deficiência



A ativista PcD e produtora de conteúdo Ana Clara Moniz, de 21 anos, que possui atrofia muscular espinhal, encontrou um tênis que servisse em seu pé pela primeira vez quando uma famosa de calçados lhe enviou um calçado sob medida que abre na parte superior.

“Um simples detalhezinho que foi ele abrir todo já ajudou para que eu conseguisse calçar. São pequenas conquistas, mas que fazem todo o sentido”, explica a jovem.   




Você viu?

Tênis da Nike adaptável para pessoas com deficiência
Divulgação

Tênis da Nike adaptável para pessoas com deficiência


Agora uma grande marca aparentemente decidiu investir na produção de calçados para pessoas que compartilham dessas limitações. Este mês a Nike lançou a linha de tênis a Nike Go FlyEase, rápida, fácil de calçar e adaptável para pessoas com mobilidade reduzida.

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Sem necessidade de amarrar o cadarço, o tênis abraça o pé com apenas um toque. O modelo que deve ser comercializado a R$650, está disponível inicialmente para membros selecionados e tem previsão para a venda no fim de 2021. 

“É muito importante para nossa independência. Não tenho muita força no meu corpo, tenho dificuldade em levantar os braços e isso dificulta em vestir uma roupa sozinha. É incrível ver marcas se preocupando com nossas necessidades individuais, não sendo algo só de marketing. Nós, pessoas com deficiência, também somos potenciais consumidores”, diz. 

Assim como os sapatos, a jovem tem dificuldade em encontrar roupas. Ela conta que utiliza uma planilha com suas medidas e busca nos sites de roupas para encontrar a vestimenta que mais se encaixa com seus números. Entretanto, levar na costureira para ajustar é  inevitável. “Nunca gostei de comprar roupa, sempre foi algo muito estressante”, diz.

Ana Clara Moniz, ativista e produtora de conteúdo
Reprodução / Instagram @_anaclarabm

Ana Clara Moniz, ativista e produtora de conteúdo


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 45 milhões de brasileiros que têm algum tipo de deficiência física. Para Ana, é necessário que as marcas comecem a pensar nesse público, que planejem as coleções junto às pessoas com deficiência e que elas também participem das propagandas. 

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“As pessoas com deficiência também têm o direito de estarem dentro da moda. Tem muita gente que quer se vestir bem e ficar dentro das tendências. Muitas vezes as marcas inclusivas e as lojas grandes que fazem uma coleção inclusiva vendem apenas um padrão de roupa, tudo preto. Cada um com seu próprio estilo. A gente precisa parar de ver as pessoas com deficiências apenas pela deficiência”, diz.

Ana propõe que as roupas não sejam divididas para pessoas com deficiência e sem. Para ela, as roupas devem ser adaptadas para servir a diversos corpos. “Como existem muitas roupas adaptadas para pessoas sem deficiência, como roupas que apertam, que tenham ajustes, existem coisas que podem fazer com que as pessoas com deficiência possam usar também. Sem que pessoas sem deficiência deixem de usar, a gente pode usar as mesmas roupas, pode ser acessível para todo mundo”. 

Fonte: IG Mulher

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