NA CAPITAL

Apoiado pela Prefeitura de Cuiabá Evento cultural de danças, cânticos e muita fé foi realizado no sábado na Capital

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Integração cultural, dança, cânticos e muita fé marcaram a 6º edição da Lavagem das Escadarias da Igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito.

Apoiado pela Prefeitura de Cuiabá, o evento foi realizado no sábado (25) e reuniu milhares de pessoas que, juntas, mais uma vez levantaram a bandeira pela paz entre os povos e pelo fim da intolerância religiosa.  

A iniciativa já virou uma tradição na Capital e, por toda importância que carrega, em 2018 foi inserida no calendário oficial de eventos culturais de Cuiabá, por meio da Lei 6.304/2018, sancionada pelo prefeito Emanuel Pinheiro.

Além disso, também já está em processo de registro no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN-MT). 

“Cuiabá é construída com base na diversidade cultural e também religiosa. Então, esse evento tem como objetivo promover a integração entre todos esses segmentos e reforçar a mensagem de união e respeito. A gestão Emanuel Pinheiro tem sempre buscado dar sua colaboração para que esse tipo de iniciativa aconteça, pois ela resulta na promoção de uma sociedade mais justa e na valorização dos povos que fazem parte da nossa história”, comentou o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Aluízio Leite. 

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A celebração afro-cultural simboliza a paz e a fraternidade, reverenciando a ancestralidade e ao santo negro São Benedito.

O evento é organizado pela Comissão da Lavagem das Escadarias do Rosário e São Benedito e conta com a participação efetiva da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer.

A presidente da Comissão da Lavagem, Lindisey de Sá, explicou que para este ano, o evento trouxe como ideia central o lema: “Caminhada da paz, passos que salvam”.

Segundo ela, o tema foi pensado levando em consideração o atual cenário mundial, em que a fome, desemprego e guerra entre países tem afligido a humanidade. 

“Precisamos dar os primeiros passos para que isso seja resolvido. Se não dermos o primeiro passo para nos ajudar, não vamos conseguir evoluir. Por isso que pensamos nesse tema. O objetivo do evento é unir todos os povos independentes de religião. Aqui há um movimento cultural onde as pessoas, independentes da sua religiosidade, podem ser quem elas são de verdade”, finalizou Lindisey. 

 

Otavio Ventureli(da redação com Ascom)

NA CAPITAL

Ministro do STF solicita informações à Justiça de Mato Grosso sobre o escândalo do Paletó que envolve o Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Nunes Marques(foto), solicitou informações à juíza da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá/MT, Célia Regina Vidotti, a respeito do acesso da defesa do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) aos autos completo da Ação Civil Pública por improbidade administrativa por conta do vídeo em que o Prefeito aparece recebendo maços de dinheiro do ex-chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa, Silvio Corrêa, que ficou conhecido como ‘Caso do Paletó’.   

“Solicitem-se, com urgência, informações ao Juízo reclamado, sobretudo quanto ao alegado desrespeito ao teor do enunciado n. 14 da Súmula Vinculante”, diz trecho do despacho publicado nesta segunda-feira (8).   

No pedido, a defesa de Emanuel pede acesso aos depoimentos de testemunhas, gravações e decisões que homologaram as colaborações premiadas, que compõe a ação.  No entanto, Vidotti negou o acesso, alegando que o Ministério Público não concedeu acesso às mídias “porque não dispunha das mesmas, mas tão somente as transcrições dos respectivos termos”.   

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“Assim e considerando que o requerido não impugnou os termos especificamente, entendo desnecessária a juntada das mídias como solicitado pelo requerido Emanuel Pinheiro”, diz trecho da decisão do início do mês.  Para a defesa do prefeito da Capital, a Justiça desrespeitou a Sumúla Vinculante 14 da Corte Suprema que garante ao acusado, “ter acesso amplo aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa”, diz trecho do pedido.   

A defesa ainda solicita que os prazos para o arrolamento de testemunhas sejam reestabelcidos, bem como as datas para os depoimentos de todos os envolvidos.   

Além de Emanuel Pinheiro, também são réus na ação, Silval Barbosa, e os ex-secretários Pedro Nadaf, Sílvio Corrêa, Valdisío Viariato e Maurício Guimarães. O MP solicita a devolução de R$ 4,2 milhões do prefeito por conta do recebimento de ‘mensalinho’ enquanto era deputado estadual.       

Caso Paletó   

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O caso veio à tona após a delação do ex-governador Silval Barbosa ter sido vazada em 2017 em rede nacional de televisão.  

De acordo com Silval, em dezembro de 2013, Emanuel Pinheiro dirigiu-se até ao gabinete de Sílvio Cezar Corrêa Araújo, localizado na governadoria do Estado de Mato Grosso, ocasião na qual recebeu, a título de propina, a quantia de R$ 50 mil reais.       

O vídeo foi gravado por  Silvio e mostra Emanuel Pinheiro recebendo R$ 20 mil em maços de dinheiro e coloca no bolso do seu paletó.       

Emanuel Pinheiro nega as acusações e alega em sua defesa que o dinheiro recebido seria o pagamento de um serviço prestado por seu irmão, Marco Polo de Freitas Pinheiro, proprietário do Instituto de Pesquisa Mark, ao ex-governador Silval Barbosa durante a campanha para governador em 2010.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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