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Ação quer manter comida gratuita para pessoas em situação de rua em SP

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Agência Brasil

prato de comida
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Ação quer manter comida gratuita para pessoas em situação de rua

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo, a Defensoria Pública da União e o Ministério Público de São Paulo ajuizaram uma ação civil pública em que pedem que a gratuidade dos restaurantes Bom Prato para pessoas em situação de rua seja mantida durante a pandemia de Covid-19 .

O processo foi aberto nesta quinta-feira (8). Em nota, a defensoria estadual destaca que a gratuidade foi adotada pelo governo de São Paulo em maio deste ano, após reivindicação de diversas entidades, e se estendeu até 30 de setembro.

De acordo com a defensoria, houve uma abreviação do prazo, já que o Poder Público previa, em decreto, que o benefício poderia ter continuidade enquanto perdurasse o estado de calamidade em razão da crise sanitária.

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O argumento que fundamenta a ação é que a pandemia extinguiu ou reduziu as fontes de sustento de pessoas em situação de rua, geralmente provenientes da venda de material reciclável, pequenos trabalhos de carga e descarga em depósitos, supermercados e comércio em geral.

No novo contexto, muitas dessas pessoas deixaram de receber doações que transeuntes, conforme cita a defensoria paulista. Por isso, o entendimento das instituições que movem a ação é de que o grupo pode ficar sem acesso ao serviço oferecido pela rede Bom Prato, já que muitas dessas pessoas não têm condição de pagar pelas refeições.

Atualmente, os preços cobrados são de R$ 1 para almoço e jantar e de R$ 0,50 para café da manhã. No informe, a defensoria pondera também que o aumento da insegurança alimentar das pessoas em situação de rua tem gerado filas e aglomerações, fator que pode facilitar a propagação de covid-19.

Ainda segundo o órgão, “o grande volume de refeições distribuídas gratuitamente em setembro – mais de 104 mil – demonstra que a demanda por esse serviço permanece alta”.

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Cidade do RS registra surto de vômito e diarreia

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Xangri-lá, no litoral norte do Rio Grande do Sul
Acervo Secretaria de Turismo e Meio Ambiente de Xangri-lá

Xangri-lá, no litoral norte do Rio Grande do Sul

Xangri-lá , município gaúcho de 16 mil habitantes passa por um surto de intoxicação alimentar . Desde o último sábado(17) até esta segunda(19), 94 pessoas procuraram atendimento médico, a maioria delas são crianças.

Segundo Luis Antonio Ferreira, secretário de Saúde da cidade, todos os pacientes relataram terem consumido picolé , comprado do mesmo vendedor, ainda não identificado, que passava de carro vermelho pelos bairros.

“A gente tem algumas suspeitas. É uma bactéria que está causando vômitos e diarreia. Pode ser provavelmente de alguma fábrica de picolés que andou circulando aqui na cidade no final de semana. Já conversamos também com as equipes da Corsan para averiguar se está tudo correto com a água, mas nada foi apontado. Em conversa com todos nossos pacientes que estão sendo atendidos com o mesmo sintoma, todos eles compraram picolé”, afirmou o secretário para o Zero Hora.

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Nenhum dos contaminados teve de ser internado, o procedimento padrão para este caso é fazer o soro e ir para casa, mas segundo Antonio, muitas pessoas tiveram de retornar ao posto de saúde pela persistência dos sintomas.

Amostras do picolé serão enviadas para o Laboratório Central do RS(Lacen) para verificar a suspeita nesta terça (20).

O Secretário, que diz ter “99% de chance de que seja” a causa da contaminação, clamou para a população de Xangri-lá que não consuma ou compre o sorvete.

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