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Acusado de deixar cadeia com alvará falso, traficante de armas é recapturado

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João Victor após ser apreendido em Belford Roxo, no RJ
Divulgação / SEAP

João Victor após ser apreendido em Belford Roxo, no RJ

No Rio de Janeiro , foi preso na noite da segunda-feira o traficante João Victor Silva Roza , que deixou o Complexo de Gericinó em 14 de outubro do ano passado com um alvará falso expedido em nome da Justiça Federal. O criminoso foi encontrado por agentes da Superintendência de Inteligência do Sistema Penitenciário (Sispen), da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, após monitoramento e uma denúncia anônima. João Victor responde por tráfico internacional de armas. João Filipe Cordeiro Barbieri , que também deixou Gericinó pela porta da frente graças a uma fraude, segue foragido.

Segundo a Seap, João Victor Silva Roza já vinha sendo monitorado e quase chegou a ser preso nos últimos dias. No entanto, por minutos, conseguiu escapar. Nesta segunda ele foi encontrado em uma residência escondido. O criminoso não resistiu a prisão. Ele é apontado como um dos maiores traficantes de armas do mundo , e era um dos principais integrantes da quadrilha do padrasto, Frederick Barbieri, conhecido como o “Senhor das Armas”, que está preso nos Estados Unidos. O bando foi responsável, segundo investigações da Polícia Federal, por enviar milhares de fuzis para o Brasil. As armas eram escondidas em aquecedores de piscina. João estava preso desde 2017. Ele foi condenado a 27 anos de prisão.

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“A primeira pista que tivemos dele é que ele tinha montado uma loja de gás GNV em Itaborai. Começamos a monitorar o pessoal da loja para ver a entrega de dinheiro. Até que chegamos em Belford Roxo. Quando ele foi entrar no carro, que víamos com frequência na loja, ele foi preso”, explicou Raphael Montenegro, secretário da Seap.

Outra que se beneficiou da fraude foi Gilmara Monique Amorim, condenada a mais de 18 anos de prisão por sequestro e assalto a banco. Ela faz parte de um grupo acusado de planejar e executar mais de 10 assaltos a banco no Rio . Ela, no entanto, foi recapturada.

Em março, duas advogadas e um agente da Seap foram presos durante uma operação que mirou suspeitos de falsificar alvarás de soltura. De acordo com as investigações, o Em março, duas advogadas e um agente da Seap foram presos durante uma operação que mirou suspeitos de falsificar alvarás de soltura. De acordo com as investigações, o grupo falsificou alvarás de soltura de pelo menos três criminosos que cumpriam pena no sistema penitenciário estadual. Foram presas as advogadas Débora Albernaz de Souza e Angélica Coutinho Rodrigues Malaquias Campos e o agente da Seap Fábio Luis da Silva Polidoro, que dias depois conseguiu liberdade. Alem deles foram detidos Arlesio Luiz Pereira Santos e Josefa Antônio da Silva.

Arlesio, segundo as investigações, se passava pelo oficial de Justiça que encaminhava os alvarás falsos à Seap. Ele, ainda de acordo com o que foi levantado pela polícia, seria integrante de uma facção criminosa que atua na Bahia, em Goiás e no Distrito Federal cometendo estelionatos. Os investigadores apuram se Arlesio, que também se apresentaria como advogado, usava um registro falso da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para entrar em presídios.

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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

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 'Queiroga com certeza será reconvocado à CPI', diz Omar Aziz
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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

O senador e presidente da CPI da Covid , Omar Aziz (PSD-AM), se posicionou sobre o depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, como a “grande decepção” da comissão até o momento. Em relação as falas pouco objetivas, Aziz reiterou que Queiroga “com certeza” será reconvocado. As falas foram reproduzidas em uma entrevista no YouTube para o canal do historiador Marco Antônio Villa.

O motivo que levou o presidente da comissão em buscar uma nova audiência para ouvir Queiroga é a constante contradição entre as diretrizes do Ministério da Saúde e as políticas públicas do governo Bolsonaro .

Queiroga declarou inúmeras vezes que não se pronunciaria em seu depoimento pois não havia um protocolo de tratamento para a covid-19 elaborado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Renan Calheiros declarou no último sábado (08) que a estratégia adotada pelo cardiologista comandante do Ministério da Saúde de não responder objetivamente as perguntas é uma outra maneira de “não falar a verdade”.

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Aziz ratificou o posicionamento de Calheiros ao declarar que “a gente perguntava se ele era a favor da cloroquina – e ele não citava a palavra cloroquina, falava em ‘fármacos’ -, ele jogava para a Conitec”.


O presidente da CPI argumentou que o posicionamento de Queiroga visa “não magoar o chefe” e que as contradições existentes dão base para que o ministro seja reconcado”.

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