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Acusado de estuprar sobrinhos em série, entre 2008 e 2017, é preso

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Acusado de cometer os estupros em série ao chegar na 21ª DP (Bonsucesso)
Divulgação – 27.05.2022

Acusado de cometer os estupros em série ao chegar na 21ª DP (Bonsucesso)

Um homem acusado de estuprar as sobrinhas e abusar sexualmente de um sobrinho — em série entre os anos de 2008 e 2017 —, foi preso por policiais civis da 21ª DP (Bonsucesso) nesta quinta-feira. O suspeito, de 38 anos, era  procurado pela Justiça do Rio após ser condenado por estupro de vulnerável a 23 anos no regime fechado. Ele estava foragido desde 2017.

Segundo os investigadores, o primeiro crime aconteceu entre os anos de 2008 e 2011, na Holanda, na Europa, quando uma das sobrinhas do suspeito tinha apenas 6 anos. Ainda de acordo com a Polícia Civil, “foi apurado que no ano de 2014, a irmã da primeira vítima — com 17 anos na época — também foi molestada pelo autor. Desta vez, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Agentes da 21ª DP afirmaram que o acusado confessou os crimes cometidos contra suas sobrinhas.

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Ainda em depoimento, ele teria dito que foi deportado da Holanda “devido outro incidente com menor, ao ser acusado de mostrar seu órgão sexual para uma criança”. Na polícia holandesa, verificou-se, que ele estava ilegal no país.

Já no Brasil, o homem abusou de um outro sobrinho em 2017. Em depoimento, o menor afirmou que descobriu em 2016 que suas primas também foram estupradas pelo criminoso. Na 21ª DP, ele também teria confessado que abusou do rapaz. Por esse crime ele foi condenado por estupro de vulnerável pela 1ª Vara Criminal de Santa Cruz.

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NACIONAL

Rio de Janeiro: quiosque em homenagem a Moïse Kabagambe é inaugurado

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Quiosque em homenagem a Moïse Kabagambe, no Rio de Janeiro
Divulgação/Prefeitura do Rio

Quiosque em homenagem a Moïse Kabagambe, no Rio de Janeiro

A prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou, nesta quinta-feira (30), um quisque em homenagem a Moïse Kabagambe,  congolês que foi brutalmente assassinado no dia 24 de janeiro deste ano no estabelecimento onde trabalhava como atendente.

O espaço foi inaugurado no Parque Madureira, na Zona Norte da cidade, na data em que é comemorado o Dia da Independência da República Democrática do Congo (RDC), realizada há 62 anos.

Repsententantes da prefeitura, membros do Consulado do Congo e da Acnur, a agência da ONU para refugiados, participaram da cerimônia.

O local tem 154m² de área total e capacidade para 60 lugares. O estabelecimento contará com um cardápio inspirado nos pratos típicos do RDC, além de abrigar um memorial para celebrar a cultura africana.

Além da prefeitura, participou também da elaboração do projeto a Orla Rio, concessionária que administras os quiosques da cidade.


Parentes escolheram o local para a construção do quisque após uma consulta da prefeitura. Inicialmente, foi proposto que a família passasse a administrar o estabelecimento onde Moïse foi morto, mas familiares do congolês consideraram que o espaço traria lembranças ruins. Então, ficou decidido que ele seria construído no Parque Madureira Mestre Monarco.

“Agradeço ao prefeito Eduardo Paes e toda sua equipe, ao João Barreto, presidente da Orla Rio, e todos os demais envolvidos. Recebam nosso obrigado por esse quiosque em homenagem à memória do nosso filho. O que aconteceu com ele atinge e afeta todo mundo”, disse Clude Kabagambe, pai de Moïse.

Ivana Lay, mãe de Moïse, revelou um duplo sentimento em relação à inauguração, e cobrou justiça pela morte do seu filho.

“É um sentimento dividido. Esse quiosque é bom. Mas também a gente quer Justiça. A gente agradece pelo quiosque, mas ele não vai acabar com essa dor. Hoje cedo, antes de vir para cá, a gente foi lá, onde mataram ele. Quando eu cheguei aqui e vi a foto, chorei. É muita dor”, desabafou. 

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Assassinato de Moïse Kabagambe

Moise Mugenyi Kabagambe, de 24 anos, foi espancado em janeiro deste ano  próximo a um quiosque onde ele trabalhava, na Barra da Tijuca. 

O assassinato foi registrado por câmeras de segurança do local. O crime teria tido início após a cobrança pelo pagamento atrasado. As imagens gravadas mostram três homens espancando o congolês até a morte, e flagram os agressores dando socos, chutes e até golpes com pedaços de pau nele.

O rapaz foi encontrado por policiais com pés e mãos amarradas, deitado ao chão já sem vida, em um ponto próximo ao estabelecimento nomeado como Tropicália.

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Fonte: IG Nacional

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