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Adolescente faz festa em motel e mãe descobre pela TV

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A festa foi encerrada na madrugada do dia 31 de agosto.
Alfredo Pereira/RBS TV

A festa foi encerrada na madrugada do dia 31 de agosto.

Nesta terça-feira (8), a mãe de uma adolescente de 17 anos informou, em depoimento à Polícia Civil, que soube pela televisão que a filha fez uma festa de aniversário em um motel com 18 adultos e outros três adolescentes. O caso ocorreu em Porto Alegre, segundo informações do portal GZH .

A festa foi encerrada pela Brigada Militar durante a madrugada do dia 31 de agosto. Há duas investigações em curso: uma pela aglomeração durante a pandemia de Covid-19 e o período de isolamento social, e outra pela possibilidade de ter ocorrido algum crime.

Em depoimento, a mãe da adolescente disse que ficou sabendo da festa em um motel pela televisão. Além disso, ela afirmou que não conhecia as pessoas que estavam no evento e que a filha negou o uso de drogas, porém disse que ingeriu bebidas alcoólicas. O depoimento da garota de 17 anos deveria ter acontecido na semana passada, porém a adolescente não compareceu.

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“Estamos apurando tudo isso, já que a mãe também informou que é comum a filha passar dias fora. Inclusive, declarou que a adolescente disse que iria fazer uma festa simples com quatro amigas”, explicou a delegada Sabrina Teixeira. Também nos chama a atenção que ela confirmou não ter condições de bancar o evento, portanto, alguém financiou”, disse.

As investigações apuram se os outros três adolescentes envolvidos na festa também ingeriram álcool. Dois adultos suspeitos de serem responsáveis de levar bebidas e financiarem o evento deverão depor essa semana.

Em nota, o advogado do motel informou que “o estabelecimento solicitou identificação de todas as pessoas, portanto, os menores ingressaram escondidos . Da mesma forma, não foi fornecida nenhuma bebida alcoólica e o frigobar permaneceu chaveado durante todo o tempo”.

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TJPR absolve juíza acusada de racismo por condenar um negro com base na sua raça

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reprodução / Twitter

Sentença com teor racista foi dada pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba


O processo disciplinar contra a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba,  acusada de racismo por utilizar a raça de um réu negro para embasar a sua condenção a 14 e 2 meses de prisão por furto, foi arquivada pelo Órgão Especial (OE) do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).


Os desembargadores da OE não viram má conduta ou crime de racismo na sentença da magistrada contra o réu Nathan Vieira da Silva, na qual ela dizia que ele era ” seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça “.

“Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça , agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente”, dizia um trecho da decisão.

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Segundo os desembargadores, Inês não seria racista porque condenou todos os integrantes da quadrilha à mesma pena de Nathan, mesmo ele sendo o único negro do grupo. Os responsáveis pela decisão argumentam que a frase foi tirada de contexto  pela imprensa para incriminar a juíza.

“O Código Civil diz que toda vez que formos analisar, não temos que analisar a literalidade do texto, mas sim a intenção apresentada . Na condição dele [Natan], ele teria que ser discreto para não chamar a atenção”, defendeu o desembargador Luiz Osório Moraes Panza ao ser questionado se a juíza possui um histórico de casos de racismo.

A tese defendida pela OE é a de que o a frase “em razão da sua raça” estaria subordinada à oração que dava sequência ao parágrafo – “agia de forma extremamente discreta” – e não à anterior – “seguramente integrante do grupo criminoso”.

“Nós temos que interpretar a sentença com boa fé. Não se trata de uma sentença de três linhas”, disse o desembargador Clayton Maranhã. “Parece que as pessoas têm preguiça de ler, mas não têm preguiça de sair atacando nas redes sociais”, completou.

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