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Amigos de estudante picado por naja no DF provocam serpentes; veja o vídeo

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Pedro Krambeck / Redes sociais

Na sexta-feira (4), a Justiça do Distrito Federal aceitou a denúncia do Ministério Público do DF contra Pedro Krambeck

A polícia encontrou vídeos em aparelhos de telefone celular apreendidos durante a investigação Snake, que apurou a venda de serpentes exóticas, sem autorização. As imagens mostram amigos de Pedro Henrique Krambeck Lehmkuh provocando a naja que picou o estudante de veterinária no começo de julho. 

No vídeo, um jovem aparece sentado no chão, em frente ao animal, que está solto. Ele passa a mão perto da cabeça da serpente e também bate no piso para ver a reação do animal. Antes disso, ele provoca a naja com um bastão, quando ela ainda está dentro de uma caixa

Já em outro momento, eles fazem um procedimento para extrair o veneno do animal e comemoram ao conseguir. Veja o vídeo a seguir:

Crédito: Reprodução/Instagram @miguellucenafilho


Na última sexta-feira (4), a Justiça do Distrito Federal aceitou a denúncia do Ministério Público do DF contra Pedro Krambeck. A mãe dele, o padrasto e um amigo também se tornaram réus e vão responder por venda e criação de animais sem licença, além de maus-tratos.

Pedro Krambeck e Gabriel Ribeiro, amigo dele, chegaram a ser presos, porém, foram soltos e respondem ao processo em liberdade.

No dia 7 de julho, Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul foi picado por uma naja. O hospital particular para onde o estudante de veterinária foi levado precisou pedir o soro antídoto para o Instituto Butantan, em São Paulo.

A cobra é uma das mais venenosas do mundo, e não havia soro antiofídico no Distrito federal.

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Incêndios no Pantanal já afetam quase metade das terras indígenas da região

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Mayke Toscano/Secom-MT

Incêndios no Pantanal já tomam conta de quase metade das terras indígenas

Os incêndios no Pantanal, que já têm repercussões práticas em outros locais do Brasil, como a ‘chuva preta’ no Rio Grande do Sul , que poderá se repetir também em São Paulo neste fim de semana , tomam conta das terras indígenas – apenas neste mês de setembro, já foram 164 focos de incêndio -, afetando quase metade das terras indígenas do Pantanal, segundo levantamento da Agência Pública a com base em dados de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A apuração analisou todos os focos de incêndio registrados no Pantanal neste ano e mostra que o número passou a subir no fim de julho de julho e teve salto ainda maior em agosto e setembro. Nesses dois meses, estão concentrados 72% dos focos de incêndio no Pantanal .

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Segundo o Inpe, em alguns casos os focos de incêndio começaram em propriedades privadas, se multiplacaram e só então invadiram as terras indígenas . Áreas de reserva legal e de mata nativa de donos de terra, que devem ser preservadas e são protegidas por lei, também tiveram registros de início dos focos.

Os relatos dão conta que as queimadas estão destruindo roças, queimando casas e tomando contas das terras indígenas da região. A Agência Pública encontrou focos de incêndio em cinco terras indígenas regularizadas nos municípios do Pantanal. Ao todo, são apenas 11 na região, então quase metade já sofre com a dura realidade dos incêndios no segundo semestre de 2020. A maior área indígena da região, localizada no Mato Grosso do Sul , é também a que teve mais focos até então, segundo os dados do Inpe. Na TI Kadiwéu, dos Terena e Kadiwéu, a maior TI da região, foram 176 focos de incêndio desde maio, sendo a maior parte concentrada no mês de agosto, o mais atingido até este sábado.

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Nesta semana, em viagem ao Mato Grosso, o presidente Jair Bolsonaro chegou a sentir na pele os efeitos das queimadas no Pantanal. O  voo que levava o presidente arremeteu no aeroporto de Sinop (MT), justamente por conta da fumaça provocada pelos incêndios. Bolsonaro, no entanto, minimizou a situação, dizendo que “Quem nos critica não tem queimada  porque já queimaram tudo”, criticando sobretudo países europeus, que denunciam o desmonte ambiental no Brasil.

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