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Avião cai com cocaína em área rural de São Paulo e 1 morre

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Avião carregado com drogas cai em canavial em Igaraí
Foto: Reprodução/Twitter

Avião carregado com drogas cai em canavial em Igaraí

Um avião de pequeno porte caiu em uma área rural na região entre Igaraí e Tapiratiba, a 270 quilômetros de São Paulo, informou o Corpo de Bombeiros em sua conta oficial no Twitter. Ainda de acordo com a corporação, a ocorrência foi no início da noite do sábado (12) e a aeronave transportava 7,2 kg de cocaína.

Segundo os bombeiros, o piloto – ainda não identificado – morreu carbonizada no local. As equipes de resgate encontraram 7kg214gr de cocaína embaladas em sete pacotes: cinco intactos e dois fragmentados. No leme do avião há a inscrição “RV-10”, que pode indicar tratar-se de um monomotor de 4 lugares.

Não há ainda informações sobre as circunstâncias da queda da aeronave ou se há outras vítimas. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai investigar o caso e tentar traçar a rota do avião.

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O Corpo de Bombeiros de Mococa foi deslocado para o local para conter as chamas. A Polícia Militar (PM) de Tapiratiba e uma equipe de peritos também foram acionados.

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TJPR absolve juíza acusada de racismo por condenar um negro com base na sua raça

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racismo
reprodução / Twitter

Sentença com teor racista foi dada pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba


O processo disciplinar contra a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba,  acusada de racismo por utilizar a raça de um réu negro para embasar a sua condenção a 14 e 2 meses de prisão por furto, foi arquivada pelo Órgão Especial (OE) do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).


Os desembargadores da OE não viram má conduta ou crime de racismo na sentença da magistrada contra o réu Nathan Vieira da Silva, na qual ela dizia que ele era ” seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça “.

“Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça , agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente”, dizia um trecho da decisão.

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Segundo os desembargadores, Inês não seria racista porque condenou todos os integrantes da quadrilha à mesma pena de Nathan, mesmo ele sendo o único negro do grupo. Os responsáveis pela decisão argumentam que a frase foi tirada de contexto  pela imprensa para incriminar a juíza.

“O Código Civil diz que toda vez que formos analisar, não temos que analisar a literalidade do texto, mas sim a intenção apresentada . Na condição dele [Natan], ele teria que ser discreto para não chamar a atenção”, defendeu o desembargador Luiz Osório Moraes Panza ao ser questionado se a juíza possui um histórico de casos de racismo.

A tese defendida pela OE é a de que o a frase “em razão da sua raça” estaria subordinada à oração que dava sequência ao parágrafo – “agia de forma extremamente discreta” – e não à anterior – “seguramente integrante do grupo criminoso”.

“Nós temos que interpretar a sentença com boa fé. Não se trata de uma sentença de três linhas”, disse o desembargador Clayton Maranhã. “Parece que as pessoas têm preguiça de ler, mas não têm preguiça de sair atacando nas redes sociais”, completou.

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